Mamei a pica do desconhecido no ônibus

Chupei pica desconhecida no ônibus e engoli porra

gozando na boca
 
Eu adoro viajar, nada me faz mais feliz que arrumar minhas malas e embarcar numa aventura sozinha pelo mundo. Peguei esse gosto desde muito novinha quando ia visitar meus primos no interior. 
 
Durante essas viagens sempre tinha uma coisinha ou outra pra me fazer ficar entretida durante as viagens e eu adorava. Meus parceiros de viagem eram quase sempre os cobradores ou algum passageiro viajando sozinho que insistia em sentar ao meu lado pra puxar conversa. 
 
Nesse tempo aprendi tanta coisa nesses ônibus que até me sinto uma promíscua quando converso com alguém sobre esse tipo de coisa, mas na época era tão gostosinho que molhava minha calcinha inteira. 
 
Por causa desse amor por viagens sempre que posso eu vou pro interior onde meus pais moram atualmente, normalmente quando vou sozinha eu prefiro ir de ônibus por causa do trânsito e porque gosto de ir dormindo. 
 
Eu fiquei bem mais tranquila depois que iniciei meu relacionamento e minhas viagens pro interior passaram a ser realmente apenas para chegar lá e não pra ter uma sacanagemzinha no meio do caminho. Nessa minha última viagem sentou ao meu lado um homem bem parrudo. 

Ele tinha uma cara de que fazia academia todos os dias. Era enorme e cheio de músculos, seu peitoral era uma delícia, mas tentei não prestar muita atenção nisso e virei de lado. Porém é aquela coisa, né; você pode até largar da putaria, mas a putaria não larga de você.
 
Peguei num sono leve por uns 20 min. Quando acordei; abri os olhos de leve e percebi que tinha algo meio esquisito acontecendo. O passageiro gostoso ao meu lado que eu mal conhecia estava se tocando. Eu não conseguia ver seu pau, mas sabia que ele estava tocando uma punheta pelos movimentos que ele fazia por baixo da coberta que ele usava. 

Fiquei surpresa na hora e tentei até falar algo, mas assim que vi eu fiquei com um pouco de tesão. Minha xota até piscou por uns instantes, mas voltei pra minha sanidade e tentei disfarçar fazendo algum barulho pra ele perceber que eu estava acordada. 

Foi a mesma coisa que nada, ele não só não ligou como também ficou  puxando assunto comigo enquanto se tocava, tentei responder o máximo que podia sem olhar pra sua piroca, mas era quase impossível. De vez em quando enquanto ele me perguntava as coisas eu sem querer olhava pra baixo e via seu volume só aumentando por baixo do lençol.

Teve uma hora que ele falou que o balanço do ônibus deixava ele de pau duro e ele tinha que aliviar a pressão ou ficaria louco. Eu somente ria das coisas que ele falava. Queria lembrar sempre que era comprometida, mas a puta que há dentro de mim falava mais alto e só queria chupar aquele piroca grossa. 

Ainda estávamos conversando quando ele me pediu pra ver minha aliança e eu deixei, mostrei minha mão pra ele e ele segurou. Não entendi até então porque ele fez isso, mas logo descobri quando ele enfiou minha mão e me forçou a tocar no seu pau. Tentei até tirar, mas ele era muito forte.

Me fez tocar uma punheta forçada pra ele por uns minutos, mas logo aquilo ficou mais gostoso do que eu esperava e comecei a tocar por livre e espontânea vontade. Logo ele forçou minha cabeça contra seu pau, eu mal sabia o nome daquele homem e estava sendo obrigada a atolar sua piroca toda dentro da minha garganta. 


Não adiantava reclamar, quanto mais eu tentava dizer algo, mais ele forçava minha cabeça pra me manter calada. Sua piroca tinha um gosto maravilhoso, sua violência me deixava excitada. Eu estava quase gozando sem nem tocar na minha buceta; quando senti de repente seu jato de porra todo dentro da minha boca. 

Aquele filho da puta nem pra me avisar que estava prestes a gozar. Fiquei toda melada com sua porra. Eu não queria engolir e quanto mais eu segurava, mas escorria pelo canto da minha boca. Tive que cuspir pra dentro da minha blusa e torcer pra secar. Desci do ônibus ainda era noite, meu companheiro de viagem nem percebeu quando desci toda suja com a porra dele.

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