O moço da internet esporrou dentro de mim

Ele veio consertar a internet e meteu sua pica em mim

contos eróticos


Quando eu era mais novinha passei um tempo estudando longe da minha cidade. Nessa época tive que morar sozinha até concluir os estudos. Eu não conhecia quase nada do lugar e muito menos as pessoas. 

O que eu mais sentia saudade nesse período era de um carinho diferente, meu dia era basicamente de estudos e mal sobrava tempo pra conhecer alguém. Eu sentia falta de uma passada de mão, uma bolinada na pepeca escondido; mas tinha que me contentar em auto carinho antes de dormir. 

Tinha até desistido dessa ideia de ter um romance enquanto estava naquela cidade. Um lugar pacato que nunca tinha um corre legal pra fazer. Me contentei forçadamente a manter um celibato até sair de lá.

Quando comecei a ter problemas de conexão com internet em casa passei a ter um hobbie novo. Eu ligava o dia inteiro para a empresa pra reclamar da lentidão ou da falta. E depois de eu encher muito o saco deles finalmente enviaram alguém pra me socorrer. 

Eu já estava tão saturada desse pessoal que no dia em que ele veio na minha casa eu mal tinha arrumado meu cabelo. Eu parecia uma doida fugida do hospício. Abri a porta numa preguiça e num ódio que quase tive um surto quando vi aquele armário parado na minha frente se dizendo ser o técnico. 

Quando ele entrou na minha casa meus olhos foram instintivamente direto no seu calção. Ele andava, se agachava, falava comigo; e eu só conseguia reparar nos movimentos que aconteciam no meio de suas pernas. Os badalos pareciam estar soltos naquela calça.  

Sempre brinquei com minhas amigas que tinha tesão em homens fardados, mas era só brincadeira e nunca tinha sentido algo muito diferente só por um homem usar farda. Mas por ele era diferente, eu tava sentindo um meladinho na minha calcinha como se alguém tivesse jogado um balde de água em mim. 

Do jeito que eu tava tinha esquecido até da senha do wifi, passei um tempo considerável tentando lembrar e só descobri depois de ligar pra minha mãe. Fiz sala pra ele desde o momento que chegou, fiquei paradinha observando tudo como uma gazela. 

Ele não era tão inocente  a ponto de não perceber como eu olhava pra ele. De vez em quando meu olhar inevitavelmente ia pra marca da pica no calção e ele ajeitava justamente nessa hora pegando com a mão cheia aquele mastro. 

Nadson, um puta nome de homem safado. Não demorou muito e eu já esqueci que tava puta da vida com a falta de internet. Eu queria pelo menos um beijinho daquele homem, conversamos sobre absolutamente tudo; a única coisa que não tive coragem de perguntar era sobre seu status de relacionamento. 

Na verdade eu só não queria (ou não importava) saber se era comprometido.  Nosso beijo aconteceu já no final do serviço, ele já tinha arrumado as coisas e tava prestes a sair quando ofereci um suco. Só tomou um golinho antes de me encoxar por trás segurando minha bunda. 

Eu sentia ele ouriçado ali atrás apalpando o máximo que podia de mim no menor tempo possível. Senti sua mão em cima da minha pepeca por cima do short antes dele me virar pra beijar minha boca. 

Aquele homem era enorme e se recusava descer pra me dar um beijinho, ele me segurava e me suspendia como uma bonequinha. Ele forçava seus beijos no meu pescoço deixando marcas bem fortes como se eu fosse sua puta. 

Ele me bolinava e tirava proveito da minha pepeca

O tempo inteiro eu tentava levar ele pro sofá pra não me sentir tão maleável daquele jeito. Quando a gente finalmente sentou no sofá ele me colocou sentada no seu colinho de pernas arreganhada de frente pra ele. Meu short fininho e frágil me fazia sentir sua pica dura roçando bem em cima da minha pepeca. 

As vezes eu passava a mão nele só pra sentir o tamanho e a dureza do seu pau; ele latejava o tempo inteiro parecia que tava tudo melado por dentro da cueca e eu tava doida pra ver, mas não queria parecer mais promíscua do que já estava. 

Logo ele veio pra cima dos meus peitos, ele mamava; mordia o biquinho e forçava tanto minha cintura pra roçar a pepeca no pau que eu sentia dor. As vezes ele parava tudo o que tava fazendo e me colocava pra rebolar em seu colo, ele ficava assistindo aquilo passando o dedo na minha pepeca. 

Eu ficava toda encolhidinha rebolando no pau dele, apesar do tesão eu ainda tinha vergonha por aquilo estar acontecendo. Não demorou muito pra ele me deixar completamente nua, ele logo enfiou sua boca entre minhas pernas procurando pelo meu grelinho e me chupou sugando todo meu melzinho. 

Eu tentava não gemer pra não sentir tanta vergonha, mas os barulhos saíam de mim incontrolavelmente. Quando ele colocou aquela tora pra fora parecia um pedaço de madeira. Era grosso, grande, veiudo; eu podia jurar que aquela cabeçona jamais passaria da minha entradinha apertada. 

Ele sacudia aquilo na minha frente, forçava a tora dele pra baixo mas tava quase grudada na barriga de tão envergada. Ele se sentou no sofá e fez sinal pra eu voltar pro seu colinho, eu olhava pro seu pau imaginando a dor e me recusava a fazer aquilo. 

Segurei na pica punhetando e tentando enfiar aquilo na minha boca, mas ele não queria minha boquinha. Como uma bonequinha de sexo ele me pegou toda arreganhada e me colocou direto em cima do seu colo. Ele me forçava pra baixo e eu sentia aquela tora me invadindo.

Nadson queria que entrasse tudo até o talo, apesar da dor minha bucetinha estava bem molhada. Eu conseguia sentir o rasgo que a pica fazia dentro de mim, e quando finalmente entrou tudo eu quase desmaiei com a dor. 

Por uns segundos fiquei com a cabeça apoiada em seu peito tentando me acostumar com sua jeba dentro de mim. Eu tava pronta pra levantar do seu colo quando me vi sendo obrigada a cavalgar em cima dele. 

Eu pulava em cima dele quase sem forças, ele fazia todo o trabalho segurando na minha cintura. Apesar de estar quase desfalecida eu sentia minha bucetinha molhar cada vez mais seu pau. Eu podia jurar que não teria condições de gozar sentindo toda aquela dor, mas eu gozei. 

Gozei e gemi com seu pau dentro de mim, ele apertava meu grelinho enquanto meu corpo inteiro contraía. Minha pepeca apertou seu pau com força até o último lance de orgasmo que eu tive. Ele esperou até o último segundo pra gozar também; esporrou dentro de mim quando eu estava tentando me recompor do meu gozo. 


Fiquei largada no chão da sala botando pra fora toda a porra que ele tinha acabado de despejar dentro de mim. Ele foi embora e eu nem aguentei me levantar pra trancar a porta; cochilei e acordei bem mais tarde ainda morrendo de dor na bucetinha. 

Passei um bom tempo com medo de engravidar daquele homem, eu tinha quase certeza que ele era casado só pela quantidade de porra que tinha saído dele, provavelmente tava guardado um tempão. 

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