A cobra do vizinho gozava dentro de mim

Meu vizinho fazia a cobra dele gozar na minha mão

vizinho safado me comeu

Eu estava prestes a fazer vestibular pra biologia por causa do meu vizinho que tinha uma cobra no aquário de casa. Quando eu era mais nova eu vivia indo na sua casa só pra ter uma chance de ficar com ela na mão um pouquinho. Minha mãe nunca gostou muito disso; ela morria de medo de acontecer algum acidente e sempre fazia cara feia quando descobria que eu tinha ido na casa do vizinho sozinha. 

Por causa da minha mãe tive que desencanar um pouquinho das minhas idas até lá pra ver a cobra do vizinho. Mas eu confesso que sempre que tinha a oportunidade de ir sem que ninguém soubesse eu dava um jeito de ficar um pouquinho com meu vizinho e sempre implorava a ele por segredo. 

Ele sempre foi um homem de passar a maior parte do tempo sozinho, ele era casado, mas sua mulher saía cedo de casa e só voltava bem tarde da noite. Ele passava o dia inteiro em casa; ninguém nunca soube com o que ele trabalhava pra ter tanto tempo livre assim, mas era um homem que tinha uma vida boa até. 

Eu também passava a maior parte do tempo sozinha em casa, meus pais trabalhavam o dia inteiro e me deixavam só cuidando da casa, eram nesses momentos de liberdade que eu dava um jeito de ir pro vizinho escondida. A porta dos fundos da casa dele já vivia destrancada me esperando. 

Eu era bem novinha nesse tempo, mas já me ligava nas coisas que aconteciam principalmente entre eu e meu vizinho. As vezes quando eu chegava lá na casa dele ele me levava pro seu quarto porque era a parte mais escura da casa e ele dizia que a cobra ficava mais calminha no escuro. 

Ali dentro do quarto ele sempre pedia pra eu fazer um carinho na sua cobra antes da gente descer pra eu brincar com ela na sala. Eu sempre soube que era mentira e sempre percebi que aquilo que eu acariciava não era a cobra de verdade. Meu vizinho me fazia acariciar seu pau dentro do quarto dele tentando me enganar dizendo que era seu animalzinho. 

Eu gostava daquilo, gostava de tocar nele e gostava do nosso segredinho. Eu o acariciava até sentir minha mão ficar melada, e só depois a gente ia pra sala e eu brincava um pouco com a cobra de verdade. Certa vez ele botou meu peito pra fora enquanto eu tava com seu pau na minha mão punhetando. 

Tava tudo escuro e eu só conseguia sentir ele passando o dedo no biquinho das minhas tetas, ele massageou, apertou e brincou com meus peitos até soltar seu líquido na minha mão. Foi a primeira e última vez que ele fez aquilo comigo naquela época, acho que ele ficou com medo de eu contar pra alguém, mas depois disso eu vivia morrendo de vontade de repetir aquela troca de carícias. 

Eu achava que depois disso ele tentaria tocar na minha bucetinha, então passei a ir pra sua casa sem calcinha. As vezes eu nem colocava um sutiã protegendo meus peitinhos, mas ele não fazia absolutamente nada além de me colocar pra acariciar sua pica até ele gozar na minha mão. 

Por algum motivo que eu nunca descobri a gente foi se afastando, fui perdendo aos poucos o interesse de ir visitá-lo, e quando me dei conta já tinha passado anos sem a gente se falar como antes. O tempo passou muito rápido e eu estava já prestes a fazer vestibular quando voltei a ter contato mais próximo com meu vizinho. 

Na verdade foi a minha mãe que fez com que a gente voltasse a se falar. Eu tava voltando do cursinho pré vestibular quando a encontrei na frente de casa conversando com meu vizinho. Quando cheguei perto deles estavam falando sobre mim e minha vontade de prestar vestibular pra biologia. 

Eles estavam rindo e minha mãe falando que meu desejo por esse curso era somente por causa dele e da cobra que ele criava. Minha mãe não percebeu nada, mas certeza que quando ela disse isso ele lembrou do que a gente fazia escondido no quarto. Seu sorrisinho malicioso olhando pra mim não dava pra negar. 

Terminamos a conversa com a promessa de que ele me ajudaria com minha prova. Por uns dias na semana eu iria voltar a ver ele sozinha na sua casa, isso me causava lembranças tão fortes que eu não conseguia não me tocar pensando nele. Uma noite antes de ir vê-lo não aguentei e toquei uma siririca pra conseguir me aliviar do tesão que estava sentindo. 

Sua esposa ainda tinha o mesmo ritmo de trabalho, ficava o dia todo fora e ele em casa na maior parte do tempo. Apesar daquela situação me causar lembranças promíscuas eu não queria ter aquele tipo de relação com meu vizinho. Pra minha defesa tentei até o último segundo não ser a pessoa que trepa com homem casado, mas infelizmente não deu. 

Fiquei sozinha na casa do vizinho e ele meteu a vara em mim

O calor da minha cidade me impedia de aparecer na sua casa com shorts extremamente comportados. Talvez não tenha sido calor que eu sentia tanto; vai ver era só fogo mesmo. Dessa vez ele não tinha como tentar me enganar pra me fazer pegar em seu pau e ele sabia disso. Por isso tudo o que fez em mim foi na cara dura e sem o menor pudor. 

Não demorou muito pra ele tentar passar a mão em mim novamente. Começou com uma passada de mão na perna pra descansar o braço ou então chegava tão perto de mim que eu conseguia sentir os batimentos dele. 

O safado chegou até a perguntar por diversas vezes se eu depilava minha perna, eu só respondi aquilo pela insistência dele, mas achei um absurdo a pergunta. Ele passava um tempo considerável olhando pras minhas pernas; aquilo me deixava extremamente desconfortável e constrangida; acho que era justamente aquilo que ele queria fazer eu sentir. 

Aquele era o tipo de situação desagradável que qualquer pessoa tentaria evitar já da primeira vez. Mas apesar de achar petulante e reclamar muito das suas atitudes eu gostava daquilo. Acho que ainda tinha uma parte de mim que desejava que ele terminasse o que havia começado anos atrás. 

Certa vez em um dia de aula ele tentou ir mais além comigo. Ele começou alisando minhas pernas, mas depois de um tempo suas mãos passaram a ter um endereço fixo. O safado do meu vizinho sempre dava um jeito de enfiar suas mãos entre minhas pernas tocando minha pepeca. 

Quando ele tocava minha grutinha eu esquecia até do que estava fazendo, e ficava ali parada de pernas abertas deixando ele me tocar enquanto eu fingia ler alguma coisa no livro. Eu sentia ele dedilhando minha bucetinha e forçando meu grelinho por cima do short, era tão gostosinho aquilo que dava vontade de arrancar tudo e ficar nua. 

Apesar de estar gostando eu ainda tinha vergonha daquilo, e me assustava com qualquer barulhozinho que o portão fazia, eu tinha medo da sua mulher chegar e pegar a gente daquele jeito. Ele só me mandava relaxar e me botava pra ler outra página do livro em voz alta pra eu ficar quieta. 

Ele passou a me perguntar o tempo inteiro se eu queria ir ao banheiro, fiquei com vergonha de ir porque ali não tinha porta, era só uma cortina no lugar. Eu não tinha vontade de ir, mas resolvi ir ao banheiro só pra descobrir o motivo de tanta pergunta. 

Sentei no vaso toda torta pra segurar a cortina e o vento não levantar, mas quando eu estava subindo meu short de volta no lugar eu senti uma mão puxando com força a cortina. Era meu vizinho safado tentando me pegar nua ali, segurei o máximo que podia, mas não aguentei por muito tempo. 

Meu short e minha calcinha estavam nos meus pés quando ele veio em minha direção me abraçando e pedindo um beijo. Ele me apertava pela cintura enquanto procurava meus lábios, eu tentava não beijá-lo e virava meu rosto sempre que conseguia, mas ele por diversas vezes conseguiu me dar uns selinhos de surpresa. 

Eu tinha certeza que não iria parar apenas naquilo, então assim que senti sua mão descaradamente me assediando eu saí andando pra fora do banheiro, meu short ainda estava fora do lugar e quando eu andei ele caiu mais ainda. Fiquei praticamente nua da cintura pra baixo andando pela sua casa fugindo dele, mas ele me alcançou quando eu ainda estava na sala. 

Meu vizinho me fez abrir as pernas pra ele

Me pressionando contra seu corpo finalmente ele conseguiu dar um jeito de me beijar, enfiando sua língua dentro da minha boca ele foi me levando a fazer tudo o que ele queria. Ele sabia que eu queria aquilo e só estava fazendo um draminha no início. 

Seus dedos procuravam minha bucetinha enquanto ele tava ali me beijando, eu sentia minhas pernas tremerem toda vez que ele alcançava meu grelinho e apertava com força. Não demorou muito pra ele guiar minha mão até seu pau, ele me fazia acariciar sua pica pra sentir como ele estava duro. 

Não teve jeito e eu me lembrei da época que eu acariciava sua pica escondida dentro do quarto dele. As vezes ele parava e olhava pra mim acariciando seu pau e perguntava se eu gostava de fazer aquilo naquela época. Eu não respondia uma palavra daquelas perguntas e até fazia cara feia, mas ainda assim não largava da sua pica. 

Meu vizinho safado não tinha vergonha mais de me falar que queria meter em mim desde aqueles tempos, e que a culpa era minha por fugir de casa pra ir ver a cobra dele. Me segurando forte e forçando meu corpo contra o dele ele me fez sentar em seu colinho pra sentir sua pica na minha bunda. Era hora de meter, mas aquilo era demais pra mim e eu pedia pra ele parar, mas meu vizinho não se importava muito.

Sentadinha em seu colo sentindo sua pica forçando pra meter em mim fui facilitando sua boca pra alcançar meus peitinhos. Ele sugava e mordia os biquinhos com tanta fome que eu achei que não iria me soltar mais. 

Aquela altura eu já estava bem molhadinha e ele sabia disso, usando o melzinho que saía da minha pepeca ele espalhava pela minha buceta toda chegando até meu cuzinho apertado.  

Eu ainda tentando não parecer tão fácil tentava me desatracar de cima dele, mas sempre voltava a ficar sentada no seu colo. Involuntariamente minha pepeca piscava toda vez que ele me tocava, isso o atiçou mais ainda. 

Aos poucos cada peça de roupa nossa foi tomando um rumo diferente, e quando me dei conta estávamos os dois completamente sem roupa no sofá do casal. Meu vizinho me levava a fazer coisas que era errado e eu não conseguia evitar aquilo. Eu estava sem roupa quase deitada naquele sofá sentindo ele pincelar a cabeça da sua piroca na minha bucetinha. 

Ele me fazia lembrar de tudo o que fazíamos antigamente, era seu fetiche me ouvir dizer que gostava de botar ele pra gozar no escurinho. Seu pau pincelou na entrada da minha grutinha até ele não aguentar mais, quando finalmente entrou em mim minha bucetinha começou a apertar seu pau e eu não conseguia fazer aquilo parar. 

Ele metia em mim e gemia no meu ouvido como um animal no cio. Me abraçando forte quase me pegando no colo ele fazia eu me sentir uma boneca de sexo. As vezes ele sussurrava no meu ouvido que iria botar a cobra dele pra gozar dentro de mim e aquilo me arrepiava. 

Fui colocada em seu colo e apanhava na bunda pra subir e descer em cima da sua pica. O tempo inteiro ele me perguntava se eu gostava de sentir a pica dele gozando na minha mão... aquele homem tava realizando a vontade que ele tinha desde aquele tempo e eu tava deixando. Ele me fez confessar que eu sabia que era sua piroca na minha mão e dava risada por ouvir aquilo. 

Enquanto quicava em seu pau ele me beijava, era tão gostosinho fazer daquele jeito; principalmente quando ele enfiava os dedos dentro do meu cuzinho acompanhando as enfiadas da pica na minha buceta. Eu me sentia preenchida por todos os buracos. 

Eu ainda tinha vergonha por fazer aquilo e tentei esconder ao máximo que tava gostando da sua piroca dentro de mim, mas era impossível controlar as contraídas da minha bucetinha em seu pau. 

Então quando ele percebeu que eu estava prestes a gozar na sua pica começou a meter ainda mais forte e rápido dentro da minha pepeca.

Não demorou muito pro meu corpo estremecer com seu pau enfiado em mim. Gozei e senti meu melzinho escorrendo da minha buceta e melando mais ainda seu pau. Ele fazia eu me afastar só pra ver meu líquido escorrendo de dentro de mim. 

Fui obrigada a continuar pulando em cima da pica mesmo estando exausta depois de gozar. Minha bucetinha estava super sensível aquela altura e ele me tocava só pra ver minha expressão de dor. Quando o leite da sua pica estava prestes a sair ele tirou seu pau de dentro e mirou a cabecinha em cima do meu grelinho. 

Roçando em cima do meu grelinho duro ele esporrou todo seu líquido, e quando já tinha esvaziado suas bolas em cima de mim ele começou a empurrar seu leite pra dentro da minha buceta usando o pau. 

Tive que aceitar aquele homem fazendo aquilo pra não apanhar no rabo. Minhas aulas pro vestibular passaram a ser apenas aulas de sentar na cobra do meu vizinho safado. 

Comentários

  1. Adoro seus contos, uma pena ter apagado os vídeos eu sempre usava eles pra bater uma depois de ler seus contos...

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