Bebendo leite de pica para emagrecer

O vizinho me botava pra engolir seu leitinho para emagrecer rápido contos eróticos

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Tive minha fase de ser a gordinha da rua, eu era bem mais nova e bem menos experiente que agora, qualquer coisinha já me deixava meses com vergonha então passei a maior parte do tempo nessa época trancada em casa. 

Eu não gostava muito de sair de casa porque tinha vergonha do meu corpo e das poucas vezes que eu colocava os pés na rua era pra andar de bicicleta. Nessas minhas pedaladas quem me acompanhava sempre era o filho do meu vizinho que costumava a passar as férias na casa do pai.

A diferença de idade era pouca nos números, mas era o suficiente para ele estar anos luz a minha frente quando se tratava de certos assuntos. Ele ficava me incentivando a pedalar mais rápido dizendo ele que quanto mais rápido eu fizesse isso mais eu conseguiria emagrecer. 

Eu costumava a seguir seus caprichos porque ele era praticamente meu único amigo e a gente só saía junto quando ele estava na casa do pai. Pelo menos era isso que eu costumava dizer a mim mesma quando me pegava fazendo tudo o que ele queria como se fosse sua cadelinha. 

Em nossas pedaladas a gente sempre parava no meio do caminho pra descansar. Eram nessas paradas que o Davi tentava me beijar, ele dizia que gostava de mim e quase sempre me pedia em namoro. 

Na maioria das vezes eu voltava pra casa felizarda por ter acontecido essas coisas. Me sentindo a última bolacha do pacote eu voltava morrendo de ideias sobre como seria o melhor jeito de contar pros meus pais sobre o nosso romance. 

Nessa época eu ainda era inocente e sempre negava suas investidas em me beijar porque tinha vergonha das pessoas passando na rua. Apesar de querer muito seus beijos ainda restava uma inocência lá no fundo de mim que ele ainda não havia estourado o lacre. 

Ter vergonha de beijar em público era bem real pra mim, mas não durou muito. Cada dia a gente pedalava mais e mais pra uns lugares escondidos e quase sem gente morando por perto. Se meu pai me visse indo pra uns lugares daqueles certeza que eu voltaria pra casa debaixo de tapas. 

Fui levada para uma casa abandonada pra mostrar minha pepeca

Me lembro como se fosse hoje a sensação de ser levada até uma casa abandonada no meio do nada. Eu olhava pros lados e só tinha mato alto ao nosso redor, a casa só tinha um portão de madeira como proteção que a gente tirou rapidinho pra conseguir entrar. 

Entrei naquela casa com uma inocência querendo explorar cada espaço daquele lugar; visitei cada cômodo tentando mostrar pro Davi como era um máximo estar ali, mas aquela altura ele já tava com o pau estralando dentro da cueca. 

Cada cômodo que a gente entrava ele dava um jeito de chegar mais perto de mim e me abraçar encoxando minha bunda. Ele me apertava contra as paredes e passava a mão em mim tentando alcançar minhas tetas, minha bucetinha ou meu rabo por trás. 

Ele era como um gatinho no cio doido pra meter a pica em mim enquanto eu fazia a boa moça. Senti minha pepeca piscar em todas as vezes que ele passou a mão entre minhas pernas, mas eu ainda tinha vergonha de ir além e me neguei fazer o que ele tanto queria. 

Com muita insistência ele me convenceu a segurar um pouquinho seu pau duro, fiquei com ele na mão por uns segundos apertando com toda força que eu tinha pra ele sentir dor e sairmos dali, mas a única coisa que fiz foi fazer ele sentir mais vontade ainda de me enrabar

Fiquei de joelhos naquele chão sujo e passei minha língua na cabecinha da pica prometendo que seria a primeira e última vez que faríamos aquilo. O gostinho da pica dele até que era boa, mas me levantei com cara de estressada só pra não dar pinta que tinha gostado. 

Ainda não tinha terminado, ele ainda estava de pau duro doido pra gozar na minha frente. Davi punhetava a pica e reclamava da dor no pau por estar cheio de leite. Ele punhetava bem pertinho de mim quase me fazendo segurar no seu pau outra vez, mas eu me negava. 

Ele precisava gozar e eu queria sair dali antes de perder meu lacre, então deixei que fizesse algumas coisas comigo só pra ele soltar o leitinho logo. Ele me convenceu a colocar meus peitos pra fora e deixar ele mamar até sua porra sair das bolas e eu deixei; fiquei ali segurando minha blusa pra baixo enquanto ele passava a língua nas minhas tetas e sugava meus biquinhos. 

Isso tudo não durou muito tempo, e apesar do medo de ser pega no flagra foi gostosinho. Voltei pra casa nesse dia ainda com a sensação de estar sendo tocada por ele, minhas tetas ainda latejavam por causa das mordidas que ele dava e eu sonhei naquela noite que recebia a esporrada de leite dele direto na minha boca. 

Nesse dia ele abriu minhas porteiras, e não demorou muito pra repetirmos nossa ida até essa casa abandonada. A segunda vez que fomos pra esse lugar eu deixei que me beijasse e retribui. Fui de saia sem short por baixo esperando facilitar nosso namorinho escondido. 

Minhas tetas não saíam da sua boca, ele se aproveitava; mordia os biquinhos dos meus peitos e puxava só pra ouvir um gemidinho de dor. Seu short folgado mal conseguia conter o volume do seu pau, eu conseguia sentir ele me cutucando bem no meio da minha rachinha apertada.

As vezes eu gostava de apertar minhas pernas uma na outra só pra sentir seu pau prensado no meio da minha grutinha. Ali dentro ele se mexia como se estivesse metendo dentro da minha pepeca. Eu sentia aquelas roçadinhas em cima do meu grelinho e morria com as piscadas que minha pepeca dava de tesão.

Apesar de tudo isso eu ainda era uma mocinha e morria de vergonha quando ele tentava tocar minha pepeca com os dedos. O tempo inteiro eu tentava tirar a mão dele dali, mas ele era bem mais forte que eu e diversas vezes conseguiu chegar em meu grelo por dentro de minha calcinha. 

Minha bucetinha foi tocada pelo filho do vizinho

Por diversas vezes ele me beijava só pra me manter ocupada e deixá-lo em paz com minha bucetinha. Ele me tocava de um jeito que nem parecia ser o mesmo anjinho que andava pelo bairro. Eu sentia minha calcinha bem molhada com tudo aquilo principalmente quando seus dedos estavam forçando na entrada do meu buraquinho. 

De vez em quando ele chegava bem pertinho do meu ouvido e sussurrava pedindo pra passar a língua no meu grelinho só um pouquinho. Eu sentia um arrepio tremendo ouvindo aquilo morrendo de vontade de descobrir como era ter o grelinho sugado. 

Bobinha do jeito que eu tava só sabia dar umas risadinhas e responder que depois deixaria ele beijar minha pepeca. Aquela altura ele já se aproveitava bastante da minha bucetinha; seus dedos já tinham livre acesso a minha rachinha principalmente quando era pra acariciar meu grelinho. 

Seu pau já estava quase saindo do short, a cabeça já estava pra fora quando ele passou o dedo na pontinha pra me mostrar a babinha que saía do seu pau. Ele me mostrava aquilo e me dizia que era o tesão dele por mim e que eu não poderia sair dali sem deixar ele guardar a pica dentro de mim um pouquinho. 

Ele passou seu dedo na cabecinha do pau melando um pouquinho com sua babinha de tesão, e passou aquilo na minha boca. Cuspi na mesma hora, e ele me olhou rindo dizendo que aquilo era bom pra emagrecer; no fundo eu sabia que era mentira, mas ele falou de uma forma tão convincente que guardei aquilo no coração.

Era uma mentira descarada, mas eu fiquei curiosa pra sentir o gosto de verdade. De longe parecia mesmo que eu tinha caído na conversa de engolir leite de pica para emagrecer, mas eu só queria sentir o gostinho. Então comecei deixando ele passar seu dedo sujo com babinha de pau nos meus lábios, e só pra sentir o gosto eu passava a língua saboreando.

Ele me segurava forte pelo pescoço enquanto me via fazendo aquilo. Eu sabia que terminaria dando a pepeca pra ele; só não tinha certeza se seria naquele lugarzinho mixuruca, mas não era muito minha escolha naquele momento. 

Meu namoradinho não me pedia mais pra ver minha bucetinha, ele apenas forçava minhas roupas pra baixo e abria minhas pernas. Eu tentava controlar seus movimentos grosseiros apertando minfha coxa e o impedindo de alcançar minha pepeca, mas ele sempre dava um jeito de me tocar.

Aquela altura eu já tinha lambido toda a babinha que saía do seu pau, por isso não fiz muito charme quando fui colocada pra mamar a pica dele. Aceitei ser colocada de joelhos naquele chão imundo e abri minha boca pra receber seu pau lá dentro

O tempo inteiro ele ficava me dizendo que seu leitinho de pica me faria emagrecer mais rápido, a mentira era tão descarada quanto ele. Eu não era tão bobinha a ponto de acreditar naquilo, mas toda vez que parava de chupar ele me falava isso e eu voltava a abocanhar seu pau. 

Eu não acreditava em suas palavras, era outra coisa que me fazia ceder aos seus caprichos mas eu não sabia o que era. Ainda hoje consigo me lembrar daquele cheirinho de pica fudendo minha boca enquanto ele contava mentiras pra me fazer chupar cada vez mais. 

Ele gostava de meter bem rápido na minha boca; acho que se descontrolava imaginando meter numa bucetinha e descontava na minha boca. Ele bombava tão forte que suas bolas batiam com força no meu queixo.

Quando sua gala estava prestes a sair ele me fez colocar a língua pra fora e ficar esperando o meu leite pra emagrecer. Sua porra saiu aos montes e eu não aguentei segurar tudo dentro da boca. 

Ele fingia me ajudar passando o pau na minha cara pra limpar, mas ele só queria mesmo era me ver mais melada ainda. Eu queria reclamar daquilo tudo e do jeito que ele esporrou em mim, mas eu ainda tava tentando descobrir se gostei do seu leitinho.

Ainda tava tentando voltar aos meus sentidos quando me vi obrigada a limpar seu pau com a boca. Ele me fazia lamber o restinho de leite até ficar limpinho. Me olhando e dando risada ele me disse que no dia seguinte eu estaria mais magra e que pediria mais leite pra emagrecer.

O caminho de volta pra casa foi todo em silêncio, mas antes de nos despedirmos ele me perguntou se eu tinha gostado do leitinho dele, e eu só balancei a cabeça concordando. 

Depois desse dia ele sempre me levava pra esse lugar durante nossa pedalada pra que eu chupasse seu pau. Por pura coincidência esse foi o período que eu mais emagreci.

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