Uber safado tirou minha calcinha

Contos eróticos: uber tarado me comeu

novinha fudendo no carro
Trepando gostoso no uber

Não gosto de beber a ponto de perder o controle sobre mim mesma, mas as vezes isso acontece, principalmente quando estou chateada com alguma coisa. Faz pouquinho tempo que terminei um relacionamento muito conturbado e passei um tempo considerável sem conseguir sair de casa direito. 

Com muito esforço meus amigos conseguiram finalmente me tirar de casa e me levaram numa baladinha na cidade vizinha. Não beijei ninguém nessa balada, mas dancei horrores e enchi meu rabo de cachaça. 

Pra não bancar a inocente desse jeito até deixei uma passada ou outra de mão em mim, mas nada que ultrapassasse essa linha. Terminei a balada travada de tão bêbada, mal consegui chamar um uber sozinha, precisei de ajuda pra não fazer besteira. 

Entrei no uber já procurando um lugar pra me escorar e dormir o caminho todo, eu estava sozinha com o motorista porque os outros pegavam outros caminhos, mas eu não importava muito em ir só principalmente porque achei o uber uma gracinha; até acho que comentei isso alto demais e ele deve ter escutado certeza. 

Meu vestido todo decotado e curtinho era uma péssima escolha pra uma bêbada no uber, mas aquela altura nem valeria mais a pena grilar com isso, e eu apenas ignorei, era só torcer pro motorista não tentar ver minha calcinha no trajeto que tava tudo bem. 

Eu estava tão exausta que nem dei bola e pensei que o motorista nem ia reparar, afinal, ele já deveria estar acostumado com essa situação. Caí no sono bem rapidinho, e acordei com uma mão acariciando minha perna, tava gostosinho e eu custei a entender que era a mão de um desconhecido me apalpando. 

O carro estava parado no sinal, pelo menos foi isso o que ele me disse na hora, mas pensando bem aquele horário ele nem deveria ficar esperando, ele tava era me enrolando pra me tocar. Ele se justificou, era minha culpa as mãos dele estar me fazendo carinho daquele jeito, entrar no carro de um homem tão promíscua assim não tinha como não tocar. 

Ele continuava parado esperando o sinal abrir quando me dei conta que um dos meus peitos tinha escapado do decote. Não sei quanto tempo deixei meu peitinho amostra daquele jeito, mas assim que percebi corri pra me cobrir e me ajeitar no banco do carro. 

O uber percebeu meu movimento e voltou a empurrar sua mão pra trás, ele não procurava mais acariciar minhas pernas e foi direto no meu sexo. Ele tentou enfiar seus dedos dentro de mim, mas corri fechando minhas pernas segurando a mão dele. 

A ação normal de qualquer pessoa seria sair correndo daquele carro sem pensar duas vezes, eu olhava pela janela e não tinha essa vontade, tudo o que eu queria naquele momento era receber um carinho gostoso na minha menina que já tava sendo maltratada. 

Ele fazia questão de apertar o pau por cima da calça só pra que eu pudesse ver como estava duro, ele apertava com força e gemia enquanto forçava sua outra mão novamente entre minhas pernas. Fiquei molhada cheia de tesão só de pensar o quanto ele estava duro por mim naquela hora, não tinha movimento na pista, a cidade era muito pouco movimentada. 

Ele andou um pouco com o carro só pra deixar um pouco mais escondido e parou novamente. Com o carro desligado ele veio pro fundo ficar comigo e conversar um pouquinho, o safado tentou me convencer que dar pra ele ali dentro era minha melhor escolha naquela noite. 

Acariciando meu rosto e chegando cada vez mais perto dos meus lábios ele finalmente me beijou, enfiou sua língua dentro da minha boca enquanto apalpava meu corpo desprotegido. As vezes ele segurava minha mão com força e me obrigava a passar pelo corpo dele, era um homem quente; toquei em seu pau pra sentir como estava e parecia um ferro de tão duro. 

Eu estava molhada, fazer na rua daquele jeito dava tanto tesão e medo ao mesmo tempo que eu me confundia no que sentir.  Ele foi abaixando a mão devagarinho, passando pelos meu seios e afastou meu decote colocando pra fora minhas tetas com o biquinho bem durinho. 

Fiquei imóvel, estava paralisada de medo e tesão. O uber safado acariciava o biquinho com as mãos e apertava o pau que tava a ponto de explodir já. Eu não tinha mais reação de nada, estava a mercê daquele homem. Não demorou muito e eu estava completamente sem proteção nas minhas tetas. 

Uber dedou minha pepeca e mamou meus peitos

Meus peitos pra fora na cara daquele homem logo foram chupados. Mamava um teta de cada vez, o barulhinho das chupadas que ele me dava me excitava tanto que eu sentia minha calcinha toda encharcada. Fui sentindo aos poucos seus dedos forçando a entrada na minha pepeca, eu não gostava de usar short por baixo e isso facilitou muito. 

Minha calcinha era a única proteção da minha pepeca contra as investidas daquele uber, mas rapidinho a barreira se rompeu e ele ficou livre dentro de mim. O uber safado tirou minha calcinha sem pensar duas vezes, ele a jogou no banco da frente me avisando que ficaria com ela. 

Eu estava prestes a reclamar e falar que não iria sair daquele carro sem calcinha quando senti uma pontada forte dentro da minha buceta, era seus dedos me invadindo. 

De uma vez só ele meteu quase a mão toda dentro de mim, exagerei em falar que foi a mão toda agora, mas a sensação que tive naquele momento era que seu braço inteiro tava dentro de mim me rasgando, foi naquele momento que me dei conta de que não teria mais jeito, ele iria me comer. 

Quando ele sentiu que eu estava molhada, riu e começou a meter os dedos mais forte, sempre me olhando. Eu ficava pedindo pra fazer mais devagar e com mais carinho e ele até que cedia aos meus pedidos. 

Com um pouco mais de carinho agora eu ficava mais molhada cada vez que ele passava os dedos no meu grelinho duro, não demorou muito pra que ele percebesse que uma acariciada no meu grelinho era meu ponto fraco. 

Enquanto sentia as carícias dos seus dedos me tocando ele foi colocando o pau duro pra fora. Olhei aquele ferro saindo da calça e fui ficando nervosa, ele babava muito e as veias estufadas daquele jeito com certeza era a porra dele querendo sair. 

Fui sentindo sua mão por trás do meu pescoço forçando pra eu descer e chupar sua pica, ele era muito mais forte que eu e não aguentei segurar por muito tempo sem ceder. Lutei muito até abrir a boca e deixar o pau entrar até onde dava, e ele ainda deu mais uma forçadinha. 

Ele foi ditando o ritmo segurando meus cabelos e eu fui obedecendo, sempre fui uma boa garota. O uber tarado gostava de esfregar sua pica na minha cara, ele se divertia me assistindo toda babada e engasgando com sua piroca. 

Minha maquiagem toda borrada me fazia parecer cada vez mais uma prostituta. Ele me forçava o tempo inteiro a colocar suas bolas na minha boca, e logo também cedi a esse capricho. 

Ele era sacudo e não entrava as duas de vez, tinha que mamar uma e depois a outra. Enquanto chupava suas bolas eu conseguia ver seu pau latejando, ele gemia tão gostosinho no meu ouvido que eu até esquecia do estado que eu tava. 

O lugar que estávamos era sempre muito pacato, não passava um pé de gente quando você precisava, mas naquele momento só porque eu estava brincando um pouquinho as pessoas resolveram sair de casa. 

Enquanto mamava seu pau eu escutava as pessoas passando ao redor do carro, era a galera voltando de alguma festa. Eu ficava incomodada com aquilo e com muita vergonha de alguém nos pegar daquele jeito, mas o uber não ligava muito e até gostava daquilo. 

Algumas pessoas até percebiam o que estava rolando ali dentro, uns mais safados que outros ficavam bem perto do carro pra tentar ver alguma coisa. Um homem safado passando ali por perto parou bem em frente ao carro fingindo estar no telefone enquanto nos espiava pela janela, o vidro transparente deixava tudo bem exposto. 

De vez em quando o uber me fazia levantar e ver o cara que estava assistindo ficar de pau duro. Foi a coisa mais humilhante que já havia me acontecido e eu torcia o tempo inteiro pra não ser reconhecida ali dentro. 

Levantei a cabeça diversas vezes torcendo pro homem ir embora e ele foi, mas antes deixou um presentinho no chão que o uber fez questão de levantar minha cabeça e abrir o vidro pra eu ver, era a porra do desconhecido que tinha ficado com tesão na gente. 

Depois de lambuzar bastante sua pica com minha língua eu estava com a boca dormente, eu tava pra avisar que não aguentava mais de dor quando ele aumentou o ritmo das estocadas na minha boca e começou a gemer forte, então senti um jato do seu leite na garganta. 

Leite farto e bem gostosinho foi escapulindo da minha boca deixando tudo bem melado, ele tentava colocar o máximo possível dentro da minha boca, mas tinha muito. Meus olhos, meu cabelo, tava tudo lambuzado e piorava mais ainda quando ele espalhava com a cabeça da pica do meu rosto. 

Uma gozada farta daquelas e seu pau se recusava a ficar calmo, ainda estava bem duro, tinha mais porra pra sair dali. Pela cara dele me olhando eu sabia que seria fodida até esfolar minha pepeca, meu rosto sujo de porra ainda e ele mal me deixava limpar, parecia gostar de me ver daquele jeito. 

Ele falava o tempo inteiro que eu era sua namoradinha enquanto terminava de tirar minha roupa, fiquei completamente nua ali dentro do carro bem rápido. O carro só cheirava a sexo, não demorou muito pra ficarmos completamente pelados ali dentro, eu tinha a sensação que a qualquer minuto alguém apareceria ali de fininho só pra filmar aquele filme pornô gratuito. 

Por um tempo ele passou a ser mais gentil, queria me temperar antes de me comer, ele sabia que ser fofo me deixaria mais molhada e foi o que fez. 

O safado comeu minha pepeca dentro do carro no meio da rua

Sem muita dificuldade fiquei deitadinha no banco traseiro do carro, eu sou pequenina e caibo em qualquer lugar. Ele me mandou abrir as pernas pra ficar bem arreganhada na frente dele e eu obedeci morrendo de vergonha. O safado com o pau pra fora foi se deitando em cima de mim, ele todo grandão parecia um monstro comendo minha pepeca. 

Ele meteu sua pica e ficou parado dentro de mim olhando fixamente pra porra dele lambuzada no meu rosto. Minha bucetinha tentava se acostumar com ele dentro de mim ainda, e mordia seu pau como se estivesse morrendo de vontade de comer ele. 

Cada apertada que minha pepeca dava na sua pica ele olhava pra mim e dava risada enquanto me xingava, ele queria sentir aquilo até eu me acostumar com ele dentro de mim. As estocadas que ele dava em mim eram bem leves, eu sentia cada pedacinho da sua pica entrando e saindo bem devagarinho, conseguia sentir até ele latejar dentro de mim. 

Enquanto ia metendo na bucetinha ele agarrou meus peitos mamando, era um homem faminto. Então ele começou a me comer forte, metendo sempre até o talo, batendo as bolas na minha bunda. 

Lembrei da camisinha enquanto ainda estava com a vara dentro de mim, mas eu não conseguia falar nada, perdi a voz quando senti seus dedos acariciando meu grelinho duro. Era errado, mas eu não conseguia evitar não sentir prazer com aquilo, tentei segurar pra não ficar muito na cara que eu estava gostando, mas cada estocada dentro de mim me fazia revirar os olhos e ele percebeu. 

Eu sentia meu melzinho escorrer pelo meu cu enquanto ele metia, tava pingando de tesão aquela altura. O barulho da pica entrando, o carro balançando e cheirando a sexo....tentei segurar, mas era mais forte que eu; então gozei. 

Me contorci toda no seu pau e segurei o gemido pra não dar tanta moral assim, mas meu corpo tremia e se desfaleceu na sua frente, foi quando o safado percebeu o que tinha feito em mim e me seguiu num jato de leite na minha bucetinha. 

Vi sua porra escorrer aos montes dentro de mim, minha buceta toda alargada e piscando me fazia tanta vergonha que tentei cobrir usando meu vestido, mas ele me interrompeu. Já tinha gozado 2 vezes, era o suficiente, eu estava tão sensível e cansada; ao mesmo tempo ainda sentia o álcool no meu organismo. 

Já era hora de parar, eu não aguentava mais e resolvi tentar me vestir. Peguei meu vestido e consegui apenas passar minha cabeça antes dele me interromper com sua boca sugando o biquinho do meu peito. 

Aquele homem deveria ter algum problema, ele não parava e eu não aguentava mais. Imaginei que fosse uma última chupadinha antes de me deixar ir embora e cedi, encostei no banco enquanto ele me mamava um pouquinho e por estar tão cansada acho que dei uma cochilada no banco. 

Apaguei no uber e acordei sendo chupada nas tetas e levando dedada na buceta

Não sei o que aconteceu depois que apaguei, mas quando me dei conta que ainda estava nua no carro dele já estava tudo claro, já estava amanhecendo e eu ainda tava ali com ele. 

Eu não tinha certeza se ele havia me deixado em paz e acordou antes de mim pra dar umazinha antes de ir embora ou se ele tinha passado o resto da noite me usando como bonequinha de sexo. 

O biquinho das minhas tetas estavam bem machucados, eu tinha dado de mamar pra ele por bastante tempo pra ficar daquele jeito. Eu não queria olhar pra baixo, mas tinha certeza que ele tava de pica dura. 

A ressaca fazia minha cabeça explodir, e eu fui só sentindo ele puxar minha cintura pra me colocar sentada em seu colo. Meu corpo ainda estava pegando fogo quando senti só um dedinho dele apontando no meu cu, tava meladinho ainda e eu senti que a pontinha tinha conseguido entrar. 

Um dedo passou, depois veio o segundo e quando me dei conta tava aguentando os três me perfurando. O safado do uber usava a lubrificação da minha pepeca pra molhar meu cuzinho, muito astuto. 

Não demorou muito pra ele começar a me enrabar, fazia muito sentido ele querer comer meu cuzinho, afinal, era o único buraco que faltava. Bem devagarinho senti a cabeça da pica entrando em mim, eu gemia bem baixinho; já não sabia mais se meus gemidos eram de dor ou de prazer. 

Não demorou muito pra ele entrar todo em mim, quando já estava todo atolado ele parou e ficou quietinho lá dentro. Meu cuzinho tentava se acostumar com o ferro dele dentro de mim e piscava tanto que forçava mais ainda ele dentro de mim. 

Bem devagarinho ele começou a se movimentar, ele parecia exausto já, mas sua pica o controlava mais do que o cansaço. Ele puxava meu cabelo fazendo eu me sentir totalmente indefesa com aquele pau enfiado na minha bunda e, mais uma vez, comecei a ficar molhada, eu tenho um probleminha com sexo. 

Com uns tapinhas na raba e aumentando o ritmo das enfiadas na minha bunda eu fui me entregando cada vez mais no seu colo. Seus dedos logo encontraram o buraquinho da minha buceta enquanto me comia por trás. Ele estava me arregaçando por trás e eu não tinha mais controle. 

Então ele parou com o pau ainda dentro e mandou eu rebolar. Eu poderia ter negado, mas aquela altura queria sentir de novo seu leite dentro de mim, então apenas obedeci e comecei a rebolar gostoso em cima dele.  

O safado foi dando tapinhas e gemendo no meu ouvido, eu adoro gemido masculino então ficava doidinha com aquela voz grave me torturando. Gemi junto com meu uber, foi quando ele aumentou ainda mais o ritmo das minhas reboladas em cima dele. 

Ele parecia querer controlar o tempo inteiro seu gozo pra não sair antes da hora, sempre que estava perto de gozar ele me fazia parar e ficar quieta por uns segundos, depois recomeçávamos. 

Ali em cima dele tive que deixá-lo mamar minhas tetas, ele mordia os biquinhos e só soltava quando eu gritava de dor. Quando seus dedos alcançavam meu grelinho eu perdia completamente o controle e me entregava de vez, eu não conseguia mais esconder meus gemidos e cedia aos caprichos. 

Meu último espasmo de força foi usado pra me fazer gozar mais uma vez. Cravada com seu pau na minha bunda e seus dedos dentro da minha buceta senti meu corpo estremecer mais uma vez, gozei forte em cima dele e parecia que aquilo tava me matando. 

O safado assistiu tudo e me viu encostar no seu ombro procurando aonde descansar. Não demorou muito pra eu sentir minha bunda recebendo um líquido quente, a porra dele me lavou toda dentro do meu cu. 

Extremamente cansados ele não disse uma palavra, manteve seu pau dentro de mim até que saiu já mole, dei graças a deus por finalmente ver ele calminho daquele jeito. 

Grandão daquele jeito ficou todo torto no banco de trás, acho que ele dormiu ou tava fingindo não tenho certeza, mas eu aproveitei aquilo pra me vestir e meter o pé daquele carro. 

Eu não encontrei minha calcinha, provavelmente ele se aproveitou do meu descanso pra esconder e eu deixei pra lá pra não estender mais a minha estadia no seu carro. 

Voltei pra casa com porra em todos os buracos e sem calcinha, por sorte ainda era bem cedinho e ninguém tinha acordado ainda. Tomei banho e fui direto pra cama tentar dormir e esquecer o que tinha acontecido, mas por obra do destino acabei sonhando com o uber safado e acordei molhadinha.

By - Sheillaxv 

Comentários