Putinha do padrasto

Eu sou a putinha do meu padrasto contos

contos eróticos
Ninfeta do padrasto safado

Já faz um certo tempinho que troco carícias com meu padrasto, não me recordo ao certo como começou, mas me lembro bem das sensações que ele sempre me causou. Ele gostava de me beijar, me abraçar e de fingir que eu era sua mulher quando estávamos apenas nós dois em casa. Eu tinha receios por minha mãe só até a gente começar, logo a culpa ia embora e eu me deliciava nas fantasias que criávamos. 

Minha mãe viaja muito devido ao trabalho, e por causa disso preciso ficar com meu padrasto sozinha. Sempre foi desse jeito e eu adorava. Me recordo de uma vez, logo no início da relação deles, que acordei de madrugada assustada com o barulho vindo do quarto deles. Minha mãe gritava como se estivesse apanhando e tinha aquele barulho de tapas que me faziam jurar que ela estava apanhando. 

Bati na porta e logo ouvi minha mãe me repreendendo dizendo que eu já deveria ter ido dormir, eu voltei pro quarto mas fiquei de butuca olhando pela porta ouvindo aqueles barulhos até a hora que tudo silenciou e eu vi pela abertura eles dois saindo do quarto pelados pra ir tomar banho. Acho que foi naquele dia que vi pela primeira vez a piroca do meu padrasto e foi aí que minha curiosidade começou. 

No dia seguinte foi ele quem me acalmou, me chamou pra conversar e disse que não estava fazendo mal a minha mãe e que um dia fariam aquilo comigo também. Foi a minha curiosidade que o atiçou e logo naquele dia mesmo já estava sentando no colinho dele pra receber as orientações. As coisas entre a gente evoluía muito rápido, não demorou muito pra eu começar a ir pra cama deles na madrugada quando minha mãe saía pra trabalhar. 

Eu me deitava com meu homem e terminava de amanhecer o dia com ele. Logo de manhãzinha ele já acordava de pau duro roçando a cabecinha da pica na minha pepeca já me preparando pra receber ele dentro de mim. Beijando minha boca ele ia me atiçando cada vez mais, eu sempre fui muito apaixonada por toque por causa dele. Seus lábios macios e carnudos beijava meu pescoço e ia descendo até chegar nos meus peitinhos. 

Mamava um de cada vez antes de chegar na minha pepeca. Ele era enorme e forte, e fazendo aquilo em mim eu sentia que estava com um monstro me acariciando. Seu amor sempre foi minha pepeca, ele passava um tempo considerável me chupando e as vezes me pegava até durante o dia quando minha mãe estava em casa pra me chupar. 

Meu padrasto gostava do gostinho do meu grelinho e se esbaldava mamando. Eu gozava muito nas suas chupadas, certa vez tive que implorar pra ele parar porque minha bucetinha tava tão sensível da gozada que até machucava. Meu padrasto precisou ver as lágrimas saindo pra se controlar e parar de me sugar. 

Minha posição preferida com ele é quando seu membro está todo atolado dentro de mim metendo enquanto sua boca mama minhas tetas. Desse jeito é tão gostosinho que me recuso aceitar que ele goze rápido. Nosso maior desafio era quando minha mãe pegava férias, aí ele ficava doido de tesão e tinha que ficar inventando coisa pra gente sair com o carro e parar em algum lugar escondido pra aliviar. 

Na maioria das vezes ele fingia me levar pro clube, minha mãe não gostava de ir então nem ligava muito. Então a gente saía de casa cedo e parava no meio dos matos, parecia um carro abandonado no meio da roça. Ali ele alimentava minha pepeca com gosto e só terminávamos depois que eu tava cheia de porra. 

A gente ia pro banco de trás e lá começava, primeiro os beijos e logo eu estava sem blusa dando de mamar nas minhas tetas. Quando já estava completamente despida ele abria minhas pernas e colocava seu nariz bem encostado nos meus lábios vaginais, era aí que ele sentia meu cheio e se aproveitava pra sugar todo meu melzinho até me secar. 

Eu tentava acariciar seu pau o tempo inteiro, eu gostava de sentir seu membro duro pulsando na minha mão, então por uns instantes ele deixava que eu o punhetasse, mas não durava muito porque ele não gostava de ficar muito perto de gozar sem ter enfiado em mim antes. Quando a hora de meter chegava eu sentia minha pepeca piscar de desejo, então ele me segurava pela cintura e me guiava pra sentar no seu colo. 

Eu ficava toda arreganhada pra ver minha pepeca deslizando no seu pau. Eu sentia cada pedacinho daquele membro dentro de mim, minha buceta apertava seu pau sugando cada vez mais ele pra dentro de mim. Quando finalmente já tinha entrado tudo ele me colocava pra cavalgar bem gostoso, eu fazia seu colo de cavalinho e pulava tanto que o carro não parava quieto. 

Sua pica pulsava dentro de mim, eu via as veias saltadas quase explodindo dentro da minha pepeca. Meu padrasto safado se segurava ao máximo antes de gozar, e quando seu jato de porra saía era tão forte e tanta porra que eu ficava um tempo esperando aquilo escorrer de dentro de mim. 

Exaustos sempre ficávamos um pouquinho deitados descansando e logo voltávamos pra casa, meu homem ia direto pra cama satisfeito e tirava um cochilo pra acordar na madrugada e alimentar minha pepeca quente de novo. 

By - Sheillaxv

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