Mamando na pica escondido

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Mamando pica escondido

O mercadinho do seu Cesar era bem em frente a minha escola, eu costumava ir puxar assunto sempre. Eu adorava jogar papo fora com ele porque sempre no final eu acabava comendo algo de graça e era sempre coisas bem gostosas. 

Quando o pessoal da minha turma começou a me desafiar para pegar coisas no mercadinho escondido eu até fiquei indecisa se faria ou não por causa dessa proximidade com ele, mas por pressão acabei cedendo. 

Acho que todo mundo já roubou doces de mercadinho pelo menos uma vez na vida, com certeza não é o pior crime do mundo, mas é o mais vergonhoso. Na época era até uma brincadeira entre amigos para ver quem tinha coragem de fazer isso, mas o foda é que depois que pega o jeito é até difícil de parar mesmo quando não estava sendo desafiado. 

Eu usava nossa amizade pra disfarçar enquanto planejava o que levaria pra galera. Deu certo algumas vezes, ou pelo menos eu jurava que tinha dado, até que um dia ele me flagrou com a mão na massa e me fez pagar tudo o que já tinha levado durante todo aquele tempo. 

Eu não tinha dinheiro e nem condições de pedir ajuda em casa para pagar, então só me restava me oferecer para ser empregada do seu Cesar no mercadinho até pagar a dívida. 

Levei tanto esporro naquele dia que quase perdi o rumo de casa, ele me escarrerou logo depois, mas eu tinha que voltar cedo no dia seguinte para pagar meus roubos. Fui para casa triste, mas aliviada por ele guardar segredo. Imaginei que no dia seguinte passaria o dia inteiro varrendo o mercadinho e fazendo serviço então fui dormir bem cedinho. 

Na saída da aula passei lá direto pro meu primeiro dia de trampo, seu Cesar parado em frente ao mercadinho me olhava de um jeito não mais tão bravo quanto o dia anterior, ele parecia mais calmo e tava até sendo gentil comigo. 

Era horário de almoço ainda e fomos pro fundo do mercadinho, ficaríamos fechados por uns 45 min que era o horário do almoço dele e nesse meio tempo ele resolveu que usaria esse tempo livre pra me ensinar a ficar no balcão. 

Então usando uma mesa velha que tinha nos fundos do mercadinho seu Cesar me fez sentar e me ensinou por um tempinho o que eu deveria fazer lá na frente. O problema era que eu não fazia nada direito e precisava de ajuda até na hora de passar o troco, então sendo mais uma vez super caridoso comigo seu Cesar me colocou sentada no seu colo pra ficar mais perto de mim e eu entender melhor o que deveria fazer. 

Eu estava aprendendo mais, porém tinha um preço, ficar em seu colo me fazia sentir seu pau no meio da minha bunda e por mais que eu quisesse parar de roçar ali em cima era quase impossível, principalmente quando seu Cesar movimentava minha cintura sem querer em cima do seu colo. 

Roçando gostoso no velho safado

Eu tentava sair de cima, mas sempre que eu fazia isso ele me colocava de volta no lugar. Pra ficar mais confortável e evitar ficar escorregando do colinho toda vez resolvi puxar minha saia pra cima e deixar pele a pele colada com seu Cesar, mas tinha um outro problema; nessa posição eu sentia que seu pau se encaixava bem mais no meio da minha bunda. 

Seu Cesar não reclamou dessa nova posição, então não me importei de mudar e continuei com minhas aulas. Logo senti ele em baixo de mim fazendo movimentos cutucando meu rabo, ele forçava minha cintura pra baixo me colando cada vez mais em seu colo. 

A voz daquele homem foi ficando trêmula do nada, ele falava gemendo de um jeito gostoso no meu ouvido, até que em um momento ele se levantou do nada e disse que iria explodir. Eu não entendi e fiquei quieta sentada na cadeira olhando pra ele que estava indo trancar as portas e as janelas. 

Lá no fundo ninguém poderia nos ver mais, e foi ali que ele colocou pra fora o seu pau extremamente duro e todo babado. O dono do mercadinho que eu roubei ficava pedindo pra eu colocar a língua pra fora e passar na cabecinha do pau pra limpar a babinha, eu achava estranho e recuava, mas por insistência dele acabei cedendo. 

Eu passava só a linguinha, mas ele ficava forçando pra enfiar tudo dentro da minha boca, passou algumas vezes e quase vomitei de tão fundo que ele enfiou. Por uns minutinhos deixei que ele usasse minha boca como quisesse e senti suas bolas batendo no meu queixo, ele parecia que estava fudendo uma pepeca daquele jeito e logo deixou seu jato de porra bem no fundo da minha garganta. 

Nesse dia eu vomitei tudo e vi o semblante satisfeito no rosto dele em ver aquilo, seu pau abaixou logo em seguida, mas ainda não pagava os meus roubos. Desse dia em diante esse era o meu trabalho e eu até que gostava, sempre que eu chegava nós íamos pro fundo no horário de almoço e ele me botava sentada na cadeira mamando na pica escondido. 

Eu chupava até ele gozar, depois de um tempo eu passei a deixar ele chupar meus peitinhos também; ele mamava nas minhas tetas por uns minutos e logo a gente voltava pra abrir o mercadinho. Passamos umas semanas fazendo aquilo, eu inventava uma desculpa em casa pra voltar tão tarde e ninguém desconfiava. 

Dos peitinhos ele evoluiu pra chupar minha bucetinha e logo eu já estava ficando nua pra ele no mercadinho. Ele me colocava deitada num lençol no chão toda pelada, abria minhas pernas e enfiava sua língua na minha buceta. Ele me chupava e sugava todo meu melzinho até ficar melada o suficiente pra roçar a cabeça do seu pau na minha entrada. 

Ele não poderia meter ou eu engravidaria então ficávamos um bom tempo apenas roçando, quando a cabeça da pica passava demais da entradinha eu recuava de dor e ele parava. 

Era gostosinho e eu adorava fazer daquele jeito, mas certa vez eu estava de olhos fechados sentindo o seu Cesar roçar em mim e me deparei com a voz da minha mãe gritando meu nome da porta do mercadinho. 

Atordoada vesti minha roupa e fui ao seu encontro, ela não disse uma palavra nem  a mim e nem ao seu Cesar, mas me proibiu de voltar pra lá; e eu infelizmente perdi minhas roçadinhas diárias com o velho safado do mercadinho.  

By - Sheillaxv

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