Esfregando na bucetinha até ser esporrada

Esfregando a buceta no colinho pra ganhar leite

contos eróticos
Roçando a pepeca na pica

Meu pai nunca foi um homem de muitos amigos, pouquíssimos ele apresentava lá em casa e tinha o prazer de chamar de amigo. Um em especial vivia lá em casa, era quase como um irmão pra ele. 

Acho que não me recordo de nenhum momento da minha vida em que esse amigo do meu pai não estivesse presente, desde comemorações a momento trágicos. O Júlio sempre estava lá cumprindo seu papel de melhor amigo do meu pai e por muitas vezes até sendo um segundo pai pra mim. 

Desde sempre sou bem próxima dele, me lembro que desde muito novinha ele me colocava em seu colo pra brincar comigo. Talvez a melhor lembrança que tenho dele dessa época é de seu abraço apertado e quente, sempre me sentia muito bem em seus braços. 

Bem diferente do meu pai o Júlio sempre foi muito tirado a moderninho; ele gostava de usar umas calças apertadas que era moda na época e meu pai vivia tirando sarro dele por isso. Eu gostava muito das suas roupas e do seu estilo; eu era novinha e o fato dele ser desse jeito acabou despertando em mim sentimentos que cultivei a vida toda. 

Bem novinha eu já era apaixonada pelo Júlio e morria de ciúmes quando ele aparecia de namorada nova. Nos finais de semana quando ele ia pra minha casa e levava alguma mulher para nos apresentar como namoradinha eu sempre marcava território ficando o tempo inteiro ao seu lado ou sentando em seu colo por brincadeira. 

Minha mãe ficava puta comigo por atrapalhar daquele jeito, mas eu era inocente demais para controlar meus sentimentos. Quando ele se mudou para outro estado aquilo acabou comigo, cheguei a ficar doente de saudade até que finalmente encontraram a solução de me prometer que eu o visitaria todo final de ano se quisesse e assim eu quis. 

A casa dele se tornou minha segunda casa e eu terminei de amadurecer tendo o homem que eu amava no mesmo teto que eu por uns meses durante o ano. Nosso primeiro beijo levou bastante tempo para sair, mas quando finalmente rolou foi tanta culpa que o Júlio quase me levou pra rodoviária pra me mandar embora no mesmo dia. 

Eu tinha amado aquilo, sentir seus lábios nos meus foi tão gostosinho que eu sentia minha pepeca piscar enquanto tudo rolava entre a gente, e eu sei que ele também sentiu o mesmo por causa do volume se formando em sua calça. 

O beijos após esse aconteceram inevitavelmente; tudo rolava sempre antes de dormir, eu insistia para deitar com ele e depois de muito esforço eu conseguia me encaixar em seus braços. 

Com a luz apagada e ouvindo apenas o barulho da respiração ofegante dele eu ia me aproximando até que fosse impossível não me beijar. Seu pau se enrijecia de baixo das cobertas; eu sentia ele me melando durante nossos beijinhos, mas eu ainda tinha vergonha de tocá-lo. 

Nosso namorozinho antes de dormir durava uns minutos e logo eu fechava os olhos fingindo dormir, Júlio continuava de pau duro acariciando meus cabelos; ele esperava uns minutos até ter certeza que eu estava dormindo e punhetava seu pau entre minhas pernas. Eu estava acordada e sentia tudo aquilo, mas ainda tinha vergonha de fazer essas coisas por isso fingia dormir um pouco antes. 

No dia seguinte a gente sempre fingia não ter acontecido nada, era como brincar de casinha ou marido e mulher. Com um tempo ele parou de levar mulheres em casa quando eu estava lá e foi por isso que eu senti necessidade de cativá-lo cada vez mais pra mim, eu queria ele; queria que fosse meu e o único jeito de fazer isso acontecer era sendo a mulher que ele saía pra buscar na rua. 

Por isso, quando estávamos agarradinhos antes de dormir, eu sempre tentava fazer um carinho no seu pau. Eu segurava ele e apertava tentando fazer com que ele guiasse minha mão pra punhetar sua pica, mas isso demorou de acontecer; acho que por vergonha. 

Apresentei primeiro minha pepeca ao Júlio, me deitei sem calcinha e novamente fingi dormir pra que ele começasse a roçar a pica entre minha pernas, ele sempre roçava tendo minha calcinha protegendo minha buceta, mas aquele dia meu grelinho estava sem proteção esperando pelo seu pau. Foi aí que ele começou a me abrir, me colocou de barriga pra cima e abriu bastante minhas pernas. 

Usando o celular pra clarear ele dedava minha bucetinha enquanto me cheirava. Seu pau pingava a babinha nos lençóis e logo ele passou a limpar na minha pepeca pra lubrificar. 

Eu tava adorando sentir seu volume no meio das minhas pernas, era nítido que eu não estava dormindo, mas a gente não ligava mais pra isso, Júlio jogou seu corpo em cima do meu e ficou ali roçando sua pica no meio das minhas pernas forçando na entradinha da minha buceta ainda com lacre. 

Era tudo muito novo pra mim, eu não sabia o que deveria fazer enquanto estávamos naquela posição, então apenas o abracei e comecei a dar beijos em seu rosto quase chegando ao pescoço. 

Eu não sabia se era o certo a se fazer, mas pela sua cara de prazer tava gostoso pra ele também, quando parei de beijá-lo para descansar meus lábios senti ele tomando as rédeas e fazendo o mesmo comigo, mas era diferente. 

Ele não dava beijinhos, mas sugava minha pele me marcando como se eu fosse sua vaca. Aquele homem marcou todo meu pescoço, fiquei tão manchada aquela noite que parecia ter levado uma surra daquelas. Júlio foi descendo as chupadinhas até alcançar minhas tetas, ali ele mamou gostoso e com uma fome. 

Fui chupada, dedada e penetrada pelo melhor amigo do meu pai

Meus biquinhos ficaram durinhos na sua língua, ele mordia, puxava e sugava com força. As vezes quando ele tentava ir um pouco mais além comigo e eu sentia vontade de recuar ele sempre me convencia chegando bem perto do meu ouvido e me falando que agora eu era sua mulher. Ele falava bem baixinho quase gemendo e aquilo mexia tanto comigo que eu cedia a tudo. 

Com a pica enfiada entre minhas pernas ele me pediu em namoro e eu aceitei, agora eu era sua namorada e a gente iria comemorar na cama. Não demorou muito pro Júlio arrancar minhas últimas peça de roupa, fiquei completamente nua em cima da sua cama, ele saiu de perto de mim e foi ligar a luz. 

Eu morri de vergonha nessa hora e quase pedi implorando para que desligasse, mas ele queria me ver melhor, ver meu corpo e me convenceu que daquele jeito seria mais gostoso. 

Eu finalmente pude ver seu pau direito, era bem maior do que eu sentia que fosse e babava tanto que parecia que tava gozando já. Júlio veio pra cima de mim me lambendo e sentindo meu gosto; parecia um animal. 

Eu já tinha sido toda babada por ele aquela altura, mas ainda assim toda vez que ele chegava seus lábios perto de mim eu sentia minha pele arrepiar. Eu passei minha vida toda querendo tanto que aquilo acontecesse que mal podia acreditar que estava dando certo. Ele se deitou ao meu lado todo grandão enquanto eu agarrava sua pica para punhetar ele. 

Não era a primeira pica que eu segurava nas mãos, mas era a primeira vez que fazia aquilo por amor. Eu queria que ele sentisse o mesmo prazer que eu estava sentindo naquela hora, então me empenhei pra fazer gostosinho. 

Enquanto eu massageava sua pica ele dedava minha pepeca, eu tava molhadinha aquela altura do campeonato então sentia seus dedos deslizarem pela minha pepeca com facilidade. 

Eu beijava a cabecinha do pau, colocava o máximo que aguentava na boca e limpava sua babinha com a língua; era tão gostosinho sentir o seu gosto que já estava torcendo pra ele gozar na minha boca. 

Quando eu sugava suas bolas enquanto punhetava seu pau eu sentia ele batendo na minha bunda e me chamando de putinha, ele parecia gostar daquilo por isso continuava a fazer. 

Me sentei em cima dele, sua piroca ficou bem pertinho da minha buceta; eu roçava a cabecinha da pica bem pertinho da minha entrada e ameaçava sentar de vez pra sentir ele dentro de mim, mas o Júlio recuava. 

Ele falava pra não meter e só brincar na portinha por causa do meu pai, mas a gente já tinha ido tão longe e eu sabia que ele queria fazer aquilo. 

Continuei roçando em cima dele e forçando cada vez mais sua pica dentro de mim até que finalmente ele passou do meu lacre e entrou tudo. Entrar daquele jeito doeu tanto, mas foi tão gostoso quando já estava lá dentro; eu sentia uma coceirinha que só passava quando sua pica se movia dentro de mim, então passei a subir e descer em cima dele. 

Júlio foi perdendo a coragem de olhar nos meus olhos e sempre virava o rosto ou fechava os olhos enquanto eu pulava em cima dele. O barulho da sua pica entrando e minhas tetas pulando enquanto eu cavalgava foi fazendo ele perder a vergonha e a culpa de fazer aquilo comigo e logo ele já estava tomando as rédeas da situação. 

Sua pica me penetrava e ele me beijava, ou apalpava meus peitos e as vezes brincava com meu cuzinho; ele queria fazer tanta coisa em mim ao mesmo tempo que não dava tempo. Não demorou muito pra eu descobrir que rebolando na pica fazia meu grelinho piscar mais gostoso; foi quando percebi isso que finalmente senti que estava gozando. 

Minha vista foi ficando escura e um espasmo forte foi tomando conta do meu corpo, logo em seguida tremi com a pica dele enfiada em mim e minha pepeca apertou seu pau. 

O gemido dele no meu ouvido fazia tudo ficar mais gostoso, ele me xingava e falava que ia casar comigo pra me comer todo dia. 

Depois de eu ter gozado desfaleci em cima dele e fiquei como uma bonequinha de sexo enquanto ele me jogava pra todo lado ainda metendo a pica em mim. Ele metia com força e bem rápido; já não tinha mais controle do que estava fazendo nem falando, eu já não entendia mais nada do que o Júlio falava no meu ouvido, mas sabia que era alguma baixaria sem escrúpulos. 

Eu só consegui entender sua fala no finalzinho quando desesperado me avisou que iria gozar dentro de mim. Fiquei quietinha em cima dele esperando a porra chegar e ela veio; quente e farta senti sua porra me invadindo por dentro. 

Fiquei toda lavada de porra sentindo aquilo escorrer entre minhas pernas e sujando a cama. Agora eu finalmente era a sua mulher, e depois de descansar tomamos banho como homem e mulher e dormimos exaustos. Essa foi a primeira das muitas noites de amor com meu primeiro namorado. 

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