O amigo do meu namorado me enrabou

O amigo do meu namorado comeu meu cuzinho

traindo meu namorado
O amigo dele meteu em mim contos eróticos

Eu era realmente apaixonada por ele, eu o desejava e sentia tesão, mas tudo aconteceu de um jeito inconsequente, e me fez perder totalmente o controle. Namorávamos fazia um certo tempo, era ele quem eu apresentava como meu futuro marido e adorava a ideia disso acontecer. 

Sandro sempre se deu muito bem com minha família principalmente porque ele era muito religioso. Ele nunca foi de muita safadeza, mas gostava de um amasso quente, o problema é que na maioria das vezes eu ficava sedenta por algo mais e nunca poderia rolar antes do casório. 

Não demorou muito pra que eu desviasse o bichinho e o convencesse que um dedinho só ou uma mão amiga não traria problema, afinal, era só uma preliminar. Com muito custo apresentei a mão dele na minha bucetinha e ao meu rabo, adorava sentir os dedos tímidos dele em mim, parecia um adolescente desajeitado aprendendo a dedar. 

Aos poucos ele ia enfiando cada vez mais os dedos em mim, e de vez em quando até me dava ao luxo de gozar com ele dentro de mim, mas era só no dedinho. Eu o via de pau duro enquanto me masturbava e morria de vontade de segurá-lo, mas ele sempre negava porque isso levaria para algo mais, raríssimas vezes consegui punhetar seu pau e sentir seu leite, mas logo em seguida ele saía de perto pra se limpar e mal aproveitávamos a esporrada. 

Felizmente pelo menos meu namoradinho gostava de me dedar e isso sempre era gostoso, certa vez fazíamos aquilo escondido enquanto namorávamos na varanda de casa; meus pais estavam na sala assistindo e nós dois aproveitávamos o momento a sós. Tinha bastante tempo que eu não me masturbava, então tava com o tesão a mil por hora quando ele começou a acariciar minha buceta. 

Fui sentindo aos poucos meu melzinho escorrer e melecar um pouco meu cuzinho. Eu estava excitada e morrendo de vontade de gozar, então enquanto estava sendo dedada na bucetinha fui guiando a outra mão dele no meu cuzinho. Estava sentindo os dedos dele me penetrar pelos 2 buracos, ele aprendeu rapidinho que eu gostava quando usava a lubrificação da minha pepeca pra penetrar no meu rabo. 

O pau dele estava fazendo um volume na sua calça quase pulando pra fora e ele me impedia de tocar pra não tirar nossa pureza. Eu gozei nos seus dedos aquele dia, me senti culpada por ter gozado sozinha e tentei convencer que um carinho na pica não faria mal, mas ele não deu o braço a torcer. 

Naquela época eu ainda aparecia direto na igreja, mas não era nem de longe a namorada que ele queria ter, eu não tinha desejo de trair meu amor e muito menos terminar com ele, mas dada a essa nossa infeliz situação fui sentindo coisas estranhas pelo amigo dele. 

Ítalo era um verdadeiro desviado, era o exato oposto do meu namorado e nem se importava com o nosso relacionamento, ele dava em cima de mim na cara dura na frente dele e o corninho só dava risada achando que era piadinha do amigo. 

Lá no fundo eu sabia que ele só falava aquelas coisas pelo prazer da caça, ele queria minha pepeca porque eu era comprometida com seu amigo. Eu poderia jurar 1 milhão de vezes que jamais tinha pensado em trair meu homem, tudo aconteceu por acaso e no momento. 

As vezes minha buceta não se comunica com meu racional e eu acabo fazendo merda. O acontecimento trágico e delicioso aconteceu no São João, obviamente eu não deveria estar naquele lugar, não era certo pra uma mulher quase noiva como eu, mas eu fui... fui escondida e com o cu trancado para não encontrar ninguém conhecido ali. 

Era uma rua simples e os próprios moradores organizaram a festinha. Acabei encontrando por acaso o desviado do Ítalo, ele estava lá ajudando o pessoal naquela festa mundana e sem vergonha. Passei um tempo considerável tentando me esquivar dele e fugindo a todo momento. 

Fui pega por ele enquanto conversava com uma amiga e tive que dar meus pulos para não aparentar estar assustada com aquilo, eu o cumprimentei e agi como se fosse a coisa mais normal possível apesar dele saber que eu não deveria estar ali. 

Eu estava muito bem nesse dia, sexualmente falando eu tava bem controlada, mas é aquela coisa né a promiscuidade mora nos detalhes. Minhas roupas eram extremamente comportadas e nem reproduziam aquilo que eu verdadeiramente era. 

Me mantive no palanque da santidade até as brincadeirinhas do Ítalo começarem, ele me agarrava por trás, me obrigava a dançar... a cada movimento eu sentia ele roçar um pouco mais em mim. 

Ele me atiçou e eu entreguei minha pepeca

As coisas foram acontecendo sem que eu me desse conta, na verdade acho que fingi pra mim mesma que aconteceu desse jeito. Fui sendo levada e moldada pra dentro de uma casa ali perto, me recordo de subir uma escada apertada aquele dia e chegar num quarto muito fraco de luz. 

Eu conversava com ele fingindo normalidade e fingindo que não sabia o que tava prestes a acontecer. Vi a porta sendo trancada por ele e o safado vindo em minha direção forçando uma encoxada. 

Mentalmente eu estava brigando com ele, mas não saía absolutamente nada da minha boca, não tive tempo algum para respostas agressivas, ele abriu o zíper da calça botando seu pau para fora e veio me apertando contra ele forçando minha calcinha pra baixo. 

Era meio difícil fazer aquele malabarismo, mas o safado conseguiu e rapidinho eu estava com a calcinha na altura do joelho e de pernas abertas em cima de uma cama. Eu poderia ter gritado ou saído correndo dali, mas eu queria ver até onde iríamos chegar e eu tava louca pra sair do zero a zero. 

Ele pedia pra foder minha buceta, mas só pelo prazer de me ouvir dizer não e abrir cada vez mais as pernas. Fui amansando minha voz enquanto o safado enfiava a cara entre minhas pernas e sugava minha buceta. 

Tentei fechar as pernas, mas parei ao ser atingida pela sua língua quente e molhada em meu grelinho, meu nervosismo foi passando e deu lugar a um tesão inesperado e deixei ele saborear minha buceta. 

Eu pensava o tempo inteiro no meu namorado enquanto sentia minha pepeca piscar na língua do amigo dele. Vi ele preparando o pau colocando uma camisinha e resolvi interromper a palhaçada, ele com certeza não poderia fazer aquilo antes do meu namoradinho, mas fez. 

Ítalo me levantou de um jeito bem afobado e me ajeitou na cama, logo em seguida meteu o pau bem lá no fundo da minha buceta. Confesso que gostei da penetração, mas queria o tempo inteiro esconder que queria aquilo. Ele socou a pica em mim por um tempo sem dizer uma palavra, tava fazendo o que queria comigo me virou e pôs minhas mãos presas em seus braços como se eu fosse sua cadela. 

Ele estava descontrolado e me forçou a abrir meu rabo e mostrar meu cuzinho pra ele. Minha buceta ainda piscava por causa do seu pau quando ele começou a brincar com meu cuzinho. Eu o negava o tempo inteiro e justificava dizendo que não era puta, mas ele me conhecia bem. 

Com muito autoritarismo ele me fez ser sua submissa e me colocou pra empinar a bunda na sua frente, morri de vergonha nesse momento porque ele conseguia ver minha pepeca ainda piscando por causa dele e toda meladinha. Ele deslizava o dedo no meu cu e na minha bucetinha deixando tudo bem melado antes de meter o pau em mim. 

Senti ele me penetrando na buceta mais uma vez naquela posição enquanto dedava meu rabo. Meus dois buracos estavam sendo preenchidos naquele momento e o homem que estava fazendo aquilo era o errado. Ele me colocava pra rebolar a buceta no seu pau e me estapeava como se eu fosse uma cadela adestrada. 

Minha buceta molhava seu pau e eu tinha certeza que o safado tinha arrancado a camisinha da pica. Ele metia no pelo em mim me deixando toda babada. As estocadas eram rápidas e fortes, eu sentia suas bolas batendo na minha bunda e meu melzinho escorrendo pela minha buceta. 

Até que numa pegada forte atrás de mim ele meteu e ficou lá dentro por um tempo, imaginei logo que tinha gozado e eu finalmente poderia sair dali. Era um engano, quando estava pra desatracar do seu pau ele trocou de buraco e meteu sem o menor pudor no meu cuzinho. A minha promiscuidade estava explicita pra ele naquele momento. 

Eu dava carta branca nos meus gemidos abafados para o amigo de meu namorado me enrabar. Entreguei meu corpo sem me importar com o futuro e tava quase pedindo para ele socar mais forte, queria sentir mais a dor de uma piroca no meu cuzinho porque sabia que depois daquele dia iria demorar pra ter de novo. 

Eu contraia meu cuzinho no seu pau apertava cada pedacinho daquela jeba com força. Ficamos atracados como dois animais no cio por um tempo até que finalmente gozei. Gozei e desfaleci na cama com o amigo do meu namorado metendo forte no meu cuzinho. 

Me vendo daquele jeito ele se ouriçou e logo em seguida esporrou seu leite todinho dentro de mim, meu rabo ficou todo lambuzado e escorria de dentro do cuzinho aos montes. Eu tava me recuperando do orgasmo quando foi me batendo um arrependimento. 

Não havia mais volta, eu tinha acabado de ser  enrabada pelo amigo do meu namorado. Corri para o banheiro mais próximo daquela casa e liguei o chuveirinho na tentativa desesperada de tirar a porra dele de dentro de mim. Não saiu tudo e eu não queria ficar ali esperando mais, corri pro quarto pra procurar minha calcinha e meter o pé dali. 

A cara do Ítalo de satisfação pelo ocorrido me matava de ódio, mas eu não podia negar que tinha gostado. Por um tempo morri de culpa e tentei agradar meu namoradinho de tudo que é forma, porém minha buceta sedenta se acostumou muito mal e piscava sempre que encontrava o Ítalo. 

Nunca tive coragem de me abrir daquele jeito pra ele de novo, mas toda vez que meu namorado me tocava eu imaginava que era o outro prestes a me comer.

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