Meu tio me comeu escondido

Meu tio me comeu escondido contos

meu tio me comeu escondido
Meu tio me comeu escondido

Ainda era bem novinha quando minha pepeca começou a ser alimentada. O irmão caçula da minha mãe era novinho também, porém bem mais experiente que eu. Ficávamos sozinhos em casa quando todo mundo saía para trabalhar, era trabalho dele preparar nossas coisas pro almoço e café, e nesse intervalo entre os serviços ele dava de mamar dentro da minha bucetinha

Não lembro ao certo como começou, mas sempre me vem na mente as cenas da gente debaixo das cobertas sem nenhuma peça de roupa com o titio mamando meus peitinhos. Tio Alexandre me acordava cedo quando era dia de me alimentar por baixo, ele chegava no meu quarto quando todos já tinham saído e já entrava nas minhas cobertas sem roupa. Ali eu sentia seu pau roçando na minha perna e a mão dele tentando entrar na minha calcinha. 

Ele não era muito mais velho que eu, mas era o suficiente para já entender das malícias. Me lembro bem dele por cima de mim enquanto me mantinha de pernas bem abertas, ele me fodia com gosto como se eu fosse adulta. Eu sentia muito prazer; minha bucetinha ficava molhada e ele passava a língua no meu melzinho para sentir meu gosto. 

Com um tempo meu tio se tornou muito carinhoso comigo, na frente da família a gente se abraçava e ele me levava pros lugares escondidos só pra gente brincar um pouquinho. As vezes nos finais de semana a gente saía de carro para passear, meu pai emprestava porque era pro tio Alexandre ir treinando, mas ele não sabia o que realmente acontecia nesses passeios. 

Nunca fomos em um passeio de verdade, a gente sempre parava numa estrada deserta, então ele deitava os bancos do carro e começava tirar minhas roupas aos poucos. Eu gostava das suas carícias, mas ainda era muito tímida então ele ia me soltando; ele começava beijando meu corpo; chupava meus peitos; sugava e mordia os biquinhos. 

Minha barriga sempre vivia recheada de chupões que ele dava em mim dentro do carro. Depois de chupar bastante meus peitos ele  ia descendo sua língua até chegar na minha pepeca, meu grelinho era sugado todo para dentro da sua boca, eu ficava vendo ele me mamar com tanta fome que parecia querer me engolir. Eu sempre sentia minha pepeca piscar dentro da sua boca, eu ficava tentando controlar sem saber que era meu gozo se aproximando. 

Depois de sentir bastante meu gosto ele dizia que eu tinha que retribuir aquele carinho, então ele se levantava e me ajeitava numa posição confortável para segurar no seu pau duro. Sua pica sempre estava muito dura, ele pulsava na minha mão enquanto liberava um melzinho, ele mandava eu colocar na boca porque era o tesão dele por mim. 

Meio desajeitada eu punhetava seu pau e via aquelas veias saltadas quase explodindo no meu rosto, eu passava a língua na cabecinha, mas logo ficava com vergonha e parava. Era o meu picolé. Depois de retribuir o carinho eu me virava de costas para ele porque era o momento que ele pincelava a cabeça do seu pau no meu cuzinho. Não tinha penetração, mas era sempre uma roçadinha bem gostosa. 

Ele fazia isso até quase gozar, então ele parava e descansava um pouco para não liberar seu leite. Quando era o momento de meter na pepeca ele me fazia sentar toda arreganhada no banco do carro, titio Alexandre não gostava muito de usar camisinha, a gente usava em casa, mas no carro ele achava mais gostoso fazer sem.  

De pernas abertas ali dentro do carro ele subia em cima de mim e mirava sua piroca na entradinha da minha pepeca, eu sentia aquela coisa grossa e quente entrando em mim e me atracava segurando em suas costas. Minha buceta apertava seu pau engolindo ele, e meu tio se aproveitava disso para me convencer que minha bucetinha estava com fome. 

Depois ele me fazia ir por cima dele e me colocava para cavalgar, segurando na minha cintura ele ia me guiando me fazendo rebolar em cima dele. Titio não aguentava segurar por muito tempo quando eu estava por cima e logo avisava que o leitinho tava saindo, minha pepeca engolia cada gota dele e eu tinha que segurar sua porra até voltar pra casa. Teve uma noite que ele me comeu violentamente, eu nunca esqueci esse dia. 

Meu tio era o dono da minha pepeca e usava ela sempre que tinha vontade

Meu tio me comeu escondido dentro do meu quarto e eu senti minhas lágrimas escorrendo pelo meu rosto enquanto via a cara dele ouriçado me fudendo. Eu mandava ele parar de fazer daquele jeito, mas ele falava que não tava conseguindo e pedia pra aguentar só mais um pouquinho. 

Ele precisava dar leitinho na minha pepeca e falava que era culpa da minha bucetinha faminta. Durante a madrugada, quando todos estavam dormindo, ele aparecia no meu quarto quando estava muito tarado. 

Era sempre pra me lamber e punhetar sua pica bem pertinho da minha buceta, nesses momentos não tinha penetração, mas ainda assim eu ficava melada com seu leite. Eu acordava com ele me lambendo; chupando meu grelinho e só parávamos quando minha bucetinha via leite. Certa vez quase fomos pegos fazendo aquilo, por pouco meu pai não me flagrou de pernas abertas deixando meu tio safado chupar minha xana

Nessa noite a gente escapou, mas no dia seguinte ele tinha que terminar o que havia começado, então me acordou cedinho pra gente fazer as coisas. Enquanto eu fazia os serviços de casa ele ficava atrás de mim grudado e passando os dedos na rachinha da minha buceta. Essas coisas durou por bastante tempo, e só parou porque ele foi trabalhar em outro estado. 

Não sei ao certo se fiquei com saudade dele, mas me pegava as vezes de madrugada tocando uma siririca enquanto pensava no seu pau. Com o tempo eu não esqueci completamente dele, ainda me lembrava dessas baixarias nas raríssimas vezes que ele vinha passear na minha casa, mas não acontecia nada demais entre a gente. 

Quando ele apareceu aqui quase casado e com um filho para nascer eu tive certeza que nunca mais teríamos nossas brincadeirinhas. Mas aí a gente teve uma oportunidade rara de ficarmos a sós dentro de casa, e meu titio safado não perdeu a oportunidade de relembrar os velhos tempos. Ele falava do nosso passado, fiquei muito nervosa, com receio de ser pega ou alguém chegar de repente. 

Fui deixando as coisas acontecerem e quando me dei conta ele já estava de pau duro, era nítido o volume na calça dele. Ao mesmo tempo que eu sentia medo, eu sentia desejo de ter a última rapidinha com ele. Eu não queria parecer tão dada assim, queria que ele me enrolasse como fazia antes, então fui dando uma de cu doce, enquanto ele tentava me dobrar. Sentado no sofá bem pertinho de mim ele veio segurando na minha mão e guiando até seu pau. 

Eu apertei aquele mastro matando a saudade de todo aquele tempo sem ver ele. Não podia perder tempo então fui deixando ele tirar minha roupa.  Ele parecia um cachorro no cio metendo em mim, minha pepeca engolia seu pau da mesma forma que fazia antigamente e ele se deliciava matando a saudade. Eu não era apaixonada pelo meu tio, mas gostava do seu pau e das sensações que ele me proporcionava. Meu tio me comeu escondido mais uma vez, ele me fazia de sua putinha inocente.

Segurando nas minhas tetas e cravando seu pau forte dentro da minha buceta ele gozou dentro de mim, senti seu leite escorrendo da minha buceta depois de ter me alimentado gostoso. Eu jurei que seria a última vez que faria aquilo, mas toda vez que o titio vem na minha casa e me traz um presentinho caro eu deixo ele dar de mamar dentro da minha pepeca. 

By - Sheillaxv

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