Rebolando no colinho até gozar

Rebolando no colinho dele até gozar dentro de mim

contos rebolando no colinho

Meu pai era treinador amador de um time de futebol pras crianças aqui no bairro, era um projeto social que ele adorava e sempre me levava como assistente dele. Ele quase nunca me deixava jogar, mas eu ficava correndo o tempo inteiro pra cima e pra baixo buscando as bolas ou a água pra gurizada. 

Meu pai não era treinador sozinho tinha outro colega dele, o Luciano,  que também fazia parte da equipe. A gente sempre se encontrava lá e ele me dava muita atenção, nos dias de jogos fora do bairro era ele quem convencia meu pai a deixar que eu fosse junto. 

O carro que levava a galera era apertado e não cabia todo mundo, então pra me fazer desistir meu pai sempre me botava no colo de alguém e na maioria das vezes eu ia com o Luciano. Eu gostava de ir com ele, era o melhor colinho de sentar, ele me botava no meio de suas pernas e íamos o caminho inteiro fazendo carinho um no outro. 

Eu percebia o rosto dele extremamente desconfortável quando eu me mexia, certa vez senti um suspiro forte no meu cangote quando passamos por um buraco e eu quiquei deslizando no seu colo.  Não fiz isso na maldade, aconteceu por acaso, mas quando voltei a sentar em seu colo depois da quicada fiquei acomodada bem em cima do seu pau. 

Meu vestido fino e sem short por baixo me fez ficar pele a pele com o Luciano, eu queria levantar dali, mas não queria que ele pensasse mal de mim então eu fiquei e continuei fingindo que nada acontecia. Sua piroca logo deu sinal de vida e eu senti o caralho duro se encaixando bem gostoso na minha bunda

Seu caralho estava quase explodindo dentro da cueca, latejava tanto que eu sentia ele pulsar em baixo de mim. Tentei me ajeitar pra sair dali sem que ficasse estranho, mas quanto mais eu me mexia em cima dele mais duro sentia seu mastro. 

O carro tava lotado de gente, mas tava todo mundo tão apertadinho e tão ansioso pro jogo que não tinham tempo para dar atenção para dois promíscuos se esfregando no meio deles. 

Então, se aproveitando dessa situação, logo senti o Luciano acariciando minha coxa, ele passeava seus dedos na minha pele me fazendo arrepiar com aquilo e ameaçava entrar entre minhas pernas pra chegar na minha calcinha. Eu sempre me assustava nessas horas e recuava tentando negar, mas lá no fundo queria ter a sensação de seus dedos em mim. 

Por várias vezes ele ameaçou me tocar e eu sempre negava, então na última tentativa ele chegou bem pertinho do meu ouvido e pediu pra afastar minha calcinha pro lado. Minha calcinha era a única coisa que separava seus dedos safados da minha pepeca. Eu não queria afastar minha calcinha pro ladinho, mas eu fiz, não sei porque. 

Quando Luciano percebeu que eu tinha atendido seu pedido ele se ouriçou e se aproveitou o quanto pôde da minha bucetinha. Meu grelinho foi acariciado, senti seus dedos passeando pela minha entrada e espalhando o melzinho que saía de dentro de mim por toda minha pepeca. 

Luciano dava leves cutucadas com seu pau no meu rabo, ele fazia movimentos bem devagar fingindo meter só pra que eu sentisse seu pau na minha bunda. 

Deslizei no pau dentro do carro escondido contos eróticos

O balanço do carro me fazia sair da posição gostosa, então eu tinha que me acomodar o tempo inteiro, era nesses momentos que eu esfregava mais ainda no seu pau. Aquela altura já não era mais devagarinho e discretamente, já éramos cúmplices e eu me esfregava sem vergonha e com vontade. Quando a gente passava por algum trecho com túnel e ficava escuro eu sentia os lábios dele procurando meu pescoço e me dando leves chupões. 

Eu me arrepiava com aquilo e morria de medo de alguém nos flagrar fazendo aquilo. Em um desses trechos escuro percebi que o Luciano movimentava uma mochila enorme pra ficar ao nosso lado servindo de barreira, ele me fez levantar um pouquinho e ajeitou sua piroca, eu não quis olhar pra baixo pra ver como ficaria por vergonha e sentei de vez. 

Pele a pele senti seu pau roçando na minha buceta diretamente, sua piroca toda babada melava toda minha bucetinha e forçava sua entrada em mim. Ele não podia entrar, era errado, tinha muita gente mas Luciano não se importava muito aquela altura. Então num momento em que passamos por um trecho cheio de buracos ele se aproveitou pra forçar sua pica bem no fundo da minha buceta. 

Uma estocada forte e firme que me fez deixar escapar lágrimas, faltou pouco pra que eu gritasse, mas controlei.  Aquilo era gostoso, e depois de um tempo eu mesma comecei a me movimentar em cima dele só pra sentir seu pau entrando e saindo de dentro de mim. As vezes dava pra ouvir o barulhinho da pica na minha buceta melada, mas a gente disfarçava com alguma outra coisa. 

Enquanto sua piroca ainda estava em mim ele acariciava meu grelinho com os dedos, as vezes ele tirava e chupava o melzinho me fazendo olhar essa cena. Minha bucetinha latejava com tudo aquilo e apertava seu pau com tanta força que eu acabei gozando. Por uns instantes meu corpo inteiro se arrepiou e eu fiquei paralisada em cima do seu pau. 

Logo em seguida senti as mãos do Luciano em volta da minha cintura me apertando forte contra ele, e logo em seguida senti  um calor dentro de mim, era seu leite me invadindo. Ele gozou bem lá no fundo e manteve seu pau lá dentro até amolecer. 

Minha calcinha não aguentou tanta porra que escorreu de dentro de mim e melecou todo o colo dele. Fomos os últimos a sair do carro pra que ninguém percebesse a meleira que tínhamos feito dentro do carro.

By - Sheillaxv 

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