Chupando meus peitinhos

Mamaram nas minhas tetas no mato contos eróticos

chupando teta no mato
Chupando meus peitinhos no mato contos

Uma vez por ano minha família sempre se reunia para passar um final de semana na praia, era uma casa modesta que meu avô construiu na época que tava para casar e a família manteve por ser um lugar tranquilo. Não tinha luxo algum naquele lugar, tudo ali era muito humilde e os moradores locais todo mundo se conhecia. 

O lugar era bem simples mesmo, o banheiro ainda era do lado de fora e era o maior sufoco se alguém sentisse vontade de ir na madrugada. Eu cresci indo para aquele lugar todo ano praticamente, era quase nossa segunda casa, já tínhamos até grupinhos fixos e cada um procurava seu rumo quando pisávamos o pé lá. 

Naquela prainha eu tive muitas experiências, inclusive algumas chupadinhas de uns namoradinhos, era bastante mato e bastante lugar pra se esconder o que facilitava a vida dos mais danadinhos. Um namoradinho que arranjei lá sempre me levava atrás de umas pedras pra dar umas lambidinhas no meu grelinho, a gente era novinho e apesar do medo sobrava muito tesão. 

Enquanto ele me chupava eu vigiava e depois a gente trocava, eu sempre acabava engolindo leitinho porque ele nunca avisava quando tava pra gozar. Era tudo muito escondido, mas de vez em quando tinha uns homens que subiam no pé de coco, e lá do alto muito provavelmente poderiam ver a gente, então sempre marcávamos nuns horários que raramente eles saíam pra coletar. 

Nosso esquema deu certo por bastante tempo, e acho que por isso fomos relaxando; eu já não prestava muita atenção ao nosso redor enquanto estávamos lá, era mais gostosinho aproveitar as chupadinhas de olhos fechados. Fomos pegos daquele jeito, atrás de umas pedras enormes eu tava de pernas abertas e com a calcinha no chão, meu namoradinho estava de joelhos com a cara enfiada entre minhas pernas e sua boca sugava meu grelinho todo. 

Eu aproveitava cada sensação que sua boca sugando minha pepeca me proporcionava, as vezes eu não aguentava e fechava os olhos, mas logo tinha que abrir pra vigiar. Fui pega quando tava prestes a gozar, senti meu gozo na porta da minha bucetinha; meu corpo estava estremecendo e quando estava no ápice eu vi aquele homem parado na minha frente flagrando a gente. 

Meu coração parou na hora, fiquei tão nervosa que mal tive forças pra tirar a cara do meu namoradinho do meio das minhas pernas. Aquele homem olhava meu desespero e ria, quando finalmente consegui me livrar daquilo saí correndo que até esqueci minha calcinha. 

Flagrada dando de mamar na bucetinha

Não sei o que rolou lá entre os dois depois que fugi, mas voltei pra casa com uma cara de assustada que todo mundo ficou perguntando o que era. Naquele lugar pequeno todo mundo era conhecido, e o rapaz que havia me flagrada fazendo aquilo era amigo da família e sempre estava nos arredores. Não demorou muito pra ele aparecer pelas bandas e ficar me encarando como se estivesse guardando meu segredo. 

Eu o evitava sempre que podia, mas as vezes nos encontrávamos, principalmente quando precisava buscar algumas coisas na feirinha. E foi em uma dessas vezes que por causa do peso ele acabou voltando comigo. Leozinho carregando as sacolas mais pesadas fazia questão de escolher o caminho que demorava mais, e por causa do peso a gente ia parando em cada pedacinho de sombra. 

Ele me olhava daquele mesmo jeito que tinha olhado quando me flagrou deixando um pivete chupar minha pepeca, no cantinho da boca dele dava pra ver um sorriso sacana. Por causa do calor intenso e para quebrar um pouco daquele clima horrível que o Leozinho tava deixando eu resolvi falar que desejava chupar um geladinho pra passar o calor. 

Maldosamente ele respondeu que também sentia vontade de dar uma chupadinha, mas não disse em que, percebi a malícia no seu olhar quando foi descendo pro meu corpo. Ele apertava o pau duro por cima daquela bermuda velha e cheia de buracos que usava, pelo jeito que a pica estava armada eu tinha quase certeza que não usava cueca. 

Bem maldoso ele foi se aproximando de mim ali mesmo e foi falando que tinha um picolé gourmet para eu experimentar; e quando estava bem pertinho de mim afastou um pouco a bermuda deixando bem evidente a cabecinha da piroca bem dura. Dei um tapa em sua barriga tentando afastá-lo de mim, mas ele apenas riu. 

Eu tinha medo dele usar o flagra que tinha dado em mim para me fazer coisas naquele mato, mas por dentro eu tava louca de vontade para saber até onde ele iria. Já estávamos ali a um certo tempo, até que ele sentou num pedaço de tronco velho e me fez sentar ao lado dele pra gente conversar. 

Seu pau ficava querendo pular pra fora da roupa e ele botava pra dentro de novo avisando que só ficaríamos ali até ele ficar mais tranquilo. O tronco que a gente tava sentado era apertadinho e eu sentia ele usando o cotovelo para tocar em meus peitinhos. Ficamos daquele jeito por um certo tempo, até que enquanto eu tagarelava sobre algo que ele tinha me perguntado senti sua mão abaixar de vez a frente da minha blusa. 

Minhas tetas pularam pra fora na mesma hora e apesar de assustada não tive como sair dali. Leozinho olhou fixamente o biquinho dos meus peitos até abocanhar de vez. Chupando meus peitinhos ele mordia o biquinho e puxava em sua direção, ele me apalpava e me fazia vigiar o caminho pra ninguém passar na hora e nos flagrar. 

Meus braços paralisaram e eu só tentava me segurar pra não cair. Logo senti ele segurando minha mão e guiando até seu pau, e enquanto estava ali chupando meus peitinhos ele guiava minha mão para punhetar sua piroca. Não demorou muito pra eu sentir seu leite lambuzando minhas mãos, sujou toda a sua barriga e ele fez questão de usar minha blusa para limpar ele. 

Depois de gozar ele tava mais tranquilo, mas ainda queria ver minha bucetinha e não arredou o pé dali antes de eu me mostrar pra ele. Leozinho ajoelhado no chão cheirou minha pepeca e passou a língua no meu grelinho antes da gente ir embora, voltei pra casa com as tetas toda vermelhinha depois daquilo. Aquele ogro acabou chupando meus peitinhos em diversas outras oportunidades principalmente na madrugada quando eu senti vontade de ir ao banheiro. 

By - Sheillaxv

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