Trepando escondido

Trepando escondido contos eróticos

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Contos eróticos: trepando escondido gostoso

Eu era bem novinha quando iniciaram uma invasão nuns terrenos perto da minha casa. Era muita obra acontecendo praticamente ao mesmo tempo. O lugar vivia cheio de pedreiro e um barulhão absurdo de gente conversando alto durante o dia. As casas levantaram parede bem rápido, e logo algumas pessoas passaram a morar, mesmo assim aquela parte ainda era bem pouco movimentada quando a noite caía. 

A regra na minha casa era não passar por lá quando fosse muito tarde ou quando estivéssemos sozinhos, e eu cumpria isso a risca, pelo menos no início. Minha mãe morria de medo que passássemos por lá e eu visse alguém trepando escondido por lá já que era costumeiro. Ela vivia contando pro meu pai as barbaridades que flagrava os novos moradores fazendo, e eu sempre muito curiosa ficava doida pra ver também. 

Sempre fui de fazer amizade fácil principalmente com pessoas mais velhas e logo arrumei alguém para papear durante meus passeios pelo bairro. Ele era um pouco mais velho que eu e tava pra morar na invasão; por isso ele ia sempre com o pai ajudar na obra, mas quando eu chegava ele logo largava os materiais pra sair andando comigo. 

Do jeito que eu era atrevidinha fiquei apaixonada pelo meu amigo novo rapidinho e já saía por aí falando com minhas amigas que era meu namoradinho. Vivia inventando coisas que a gente tinha feito, só pra me aparecer pras meninas. Rafinha parecia ser bem experiente nessa época, quando a gente saía junto sempre acabávamos falando sobre as coisas que ele fazia com as meninas que beijava e eu sempre sentia vontade dele fazer o mesmo comigo. 

Quando nos beijamos pela primeira vez fiquei com um sorriso no rosto pelo resto da semana; no dia ele tinha me chamado para mostrar o cachorro que tinha ganhado e tava preso no fundo da casa, eu fui e passei um bom tempo acariciando seu bichinho, e quando tava pra sair dali ele perguntou se poderia me beijar. 

Me grudando na parede e roçando seu corpo no meu ele me beijou, me senti tão mulher naquele momento que até deixei que passasse a mão no meu corpo, mas depois de ouvir um barulho estranho a gente parou. No final do beijo vi seu short bem volumoso na altura da pica, e então ele se encostou no cantinho da parede dizendo pra mim que iria se aliviar. 

Achei que fosse xixi, mas quando saiu era branquinho e melecou toda a parede. Logo em seguida ele veio em minha direção ainda com o pau na mão. Fiquei envergonhada com aquilo e virei meu rosto dando uma risadinha, mas Rafa me aliviou dizendo que eu poderia olhar se eu quisesse. Foi bem na hora que seu pai apareceu e ele guardou rápido sua pica. 

Fui correndo pra casa como se tivesse feito a coisa mais errada do mundo, eu tava feliz, mas ainda assim parecia errado. Nos dias seguintes eu o encontrava de novo, mas não acontecia nada demais; até que um dia a gente tava sentado na escada da laje da casa dele e ele perguntou se eu queria beijar de novo. 

Me escondendo pra trepar gostosinho

Logo estava com a língua do Rafa na minha boca, mas dessa vez sua mão insistia em ficar entre minhas pernas, eu tentava tirar sem brigar, mas sempre acabava tocando na minha bucetinha por baixo da saia. Quando desisti de revidar suas carícias ele finalmente encontrou minha pepeca, brincou com meu grelinho por um tempo antes de me pedir pra ver melhor minha xota. 

Eu mostrei, gostava tanto dele que me abri toda para liberar minha pepeca. Com muita insistência dele eu permiti que passasse a língua na minha menina, ele colocou sua cabeça no meio das minhas pernas e começou a me chupar enquanto eu vigiava os arredores. Fiquei com a bucetinha bem molhadinha nesse dia, e tive que fazer o mesmo com ele por questões de justiça. 

Passei a língua na cabecinha do seu pau até sentir seu líquido branco jorrando. Nesse dia ele me pediu em namoro pra gente brincar de chupar todo dia, e eu aceitei; foi tão gostosinho. Nos encontros seguintes a gente já não usava mais a escada da casa dele; era perigoso alguém aparecer e flagrar a gente, então começamos a ir numa das casas que ainda não tinha gente morando. 

Fingíamos que era nossa casa e que éramos marido e mulher, um papelão eu tinha sido jogado no lixo virou nossa cama de brincadeirinha e a gente deitava ali pra dizer que dormíamos juntinhos. Ali ele tirava minha roupa nas brincadeiras de sexo e me convencia a deixar ele roçar seu pau na minha pepeca. 

Era gostoso, mas eu tinha medo então nem sempre deixava. As vezes ele soltava seu líquido em cima da minha pepeca e eu tinha que voltar pra casa toda meladinha de porra. Ali escondido naquela casa a gente trepou pela primeira vez, era só pra brincar de roçar na entradinha, mas ele se descontrolou e forçou seu corpo contra o meu. 

Eu estava deitada no chão com as pernas abertas deixando ele roçar sua pica na minha buceta, e acabou acontecendo, seu pau tava bem duro e ele não aguentou brincar só na portinha. Seu membro entrou de vez dentro de mim e ele ficou lá dentro parado enquanto eu aguentava a dorzinha. 

A dor foi passando aos poucos e rapidinho foi dando lugar a uma coceirinha, eu disse ao Rafa que tava coçando lá dentro e logo ele começou a movimentar seu pau dentro de mim pra me ajudar a coçar. Ele sabia que não poderia gozar dentro de mim, então sempre subia pros meus peitos ou na minha boca. 

O gostinho da sua porra era bom então eu sempre acabava passando a língua na cabecinha do pau pra limpar. Essa foi nossa rotina por bastante tempo até sermos flagrados, trepando escondido naquelas casas eu acabei ficando viciada nessas putarias, e senti falta quando meu namoradinho teve que se mudar dali. 

Não demorou muito pra que outro o substituísse; um mais velho, mais experiente e bem mais malicioso. Aquela invasão virou meu ponto pra trepar escondido; meu novo namorado depois do Rafa era morador de lá também, mas era casado e só me chamava quando estava sozinho.  

By - Sheillaxv

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