Contos eróticos aprendendo a dirigir

Aprendendo a dirigir contos eróticos

contos trepando no caminhão
Aprendendo a dirigir trepando: contos eróticos

Sempre fui apaixonada por caminhões, lembro de quando ainda era bem novinha e vivia correndo no campo perto da minha casa só pra poder puxar papo com os caminhoneiros que estacionavam ali. O campo sempre era muito movimentado, tinha gente vendendo coisas e um tráfego de pessoas muito intenso, por isso ninguém ligava pela quantidade de guris correndo por ali. 

Quando escutava o barulho de um caminhão ligando eu parava tudo o que estava fazendo só pra ir ver ele saindo, já tinha até sido apelidada de maria diesel. Nessa época eu recebia alguns convites pra subir na boleia e dar um passeio, alguns eram inocentes e outros eu percebia o jeito malicioso de convidar. 

Eu já tinha entendido cedo que tudo na vida tem um preço, e via nesses momentos que as vezes era caro demais. Nesse período não me atrevi a aceitar nenhum convite de boleia, mas admirava de longe os pedidos recheados de baixaria. Seu Domingos chegava sempre no mesmo dia e logo na parte da manhã, quando o sol esfriava eu ia lá bem pra perto dele, mas nunca me aproximava muito. 

Ele tinha uma mania de colocar seu pau pra fora quando eu chegava sozinha, e isso sempre me intimidava, então eu ficava de longe, mas perto o suficiente pra ver ele acariciando seu pau. De onde eu ficava eu podia ver a cabeçona da pica brilhando, ele puxava sua pele pra frente e pra trás até seu líquido farto jorrar no chão. 

Escondidos ali naquele cantinho passei muitas tardes vendo a gala do seu Domingos jorrar, apesar de sentir minha bucetinha piscar nesses momentos eu sempre sentia muito medo de ser pega então ficava quietinha vendo ele e sentindo minha pepeca molhar minha calcinha

Mas ao longo do tempo fui parando de ir lá, fui enjoando desse hobbie por caminhões e quando me dei conta nem aparecia mais no campo como de costume. Quando reencontrei com seu Domingos foi depois de muito tempo, ele quase não me reconheceu, e só se lembrou de mim quando recordaram da piveta que ficava curiando os motoristas no campo. 

Foi aí que ele se lembrou de mim e do que vivia me mostrando. Quando nos reencontramos ele não tinha mudado muita coisa, ele ainda usava sua aliança surrada de casamento e ainda tinha um bigode que eu achava horrível. Nesse dia eu o abracei pela primeira vez na vida, o jeito que ele me agarrou parecíamos melhores amigos matando a saudade. 

Seu bigode no meu pescoço me fazia cócegas, eu podia jurar que seu pau estava endurecendo na minha barriga, mas logo ele me soltou e cada um foi pro seu canto. Eu dormi aquela noite encucada com o que tinha acontecido e até senti um pouquinho de vergonha. Uns dias depois, quando estava indo pro cursinho, acabei passando pelo campo e o encontrei lá sozinho estacionado aonde costumávamos fazer aquelas coisinhas. 

Fui até ele pra cumprimentar, e tentei ao máximo não estender muito a conversa pois estava mega atrasada, mas ele era tão insistente que isso nem adiantou. Quando me dei conta eu já tava tão atrasada que nem valia mais a pena ir pra minha aula, então eu fiquei conversando com ele sobre o que andava fazendo. 

Ele sempre tentava introduzir alguma lembrança que eu tinha dele ali naquele cantinho, e não importava o quanto eu desviasse ele sempre fazia questão de mencionar aquilo. Quando eu afirmei a ele que lembrava do seu pau jorrando leite na minha frente ele abriu um sorriso de orelha a orelha; nem mesmo seu bigode enorme conseguiu esconder. 

Enquanto a gente conversava eu via seu pau crescendo na bermuda, até tentei desviar o olhar, mas forçava seu pau mexer ali dentro e isso me hipnotizada. O sol estava quente naquele dia, e ele perguntava o tempo inteiro se eu não queria entrar na sua boleia pra me esconder da quentura e eu sempre negava, mas aí ele se recordou da época que eu vivia pedindo pra dirigir e usou isso pra me convencer. 

Sentei na pica na boleia do caminhão

gozando dentro no caminhão
Gozando dentro na boleia: contos eróticos

Eu ainda era uma maria diesel e seu Domingos não precisou oferecer seu volante duas vezes. Me sentei no banco pronta pra dirigir aquele caminhão, mas antes ele me ensinaria a fazer aquilo direito. Seu Domingos fazia questão de me explicar cada detalhe dali, ele me ajudou até a regular meu banco; apesar de ter usado isso só pra me tocar. 

Apalpando minha coxa ele me explicava sobre os pedais, quando chegou na marcha ele deu um jeito de dar uma acariciada nos meus peitos e eu não pude evitar. Na hora de colocar o cinto de segurança ele emperrou bem em cima das minhas tetas e só consertou depois de brincar um pouquinho ali em cima. 

O pau dele dentro da bermuda só fazia crescer e ele nem se importava mais em esconder, sua barraca armada ficou pra cima bem duro durante todo o nosso trajeto, eu dei apenas uma voltinha no campo aproveitando que estávamos a sós. 

Estacionei numa sombra bem desajeitado, mas ele não tava ligando muito pra isso, só queria se certificar que ali era escondido o suficiente. Antes de colocar seu pau pra fora pra me mostrar como eu o deixava ele passou um tempinho olhando pros 4 cantos daquele lugar. 

Depois de todo aquele tempo sua pica ainda era hipnotizante, fiquei olhando seu pau balançar com o mesmo olhar de curiosidade que fazia uns anos atrás, mas dessa vez eu tinha que pagar o passeio que tinha feito, então senti ele pegar minha mão e conduzir até sua piroca. Seu Domingos, um homem maduro, apertava meu pescoço enquanto eu punhetava seu pau. 

Enquanto eu segurava sua pica senti ele forçando meu rosto pra beijar sua boca, ele chupava meus lábios e enfiava sua língua dentro da minha boca com bastante desejo. Não demorou muito pra ele tentar acariciar meu corpo, ele tocava meus peitos e minha pepeca, e logo estava afastando minha blusa pra chupar minhas tetas. 

Ele me sugava e mordia meus biquinhos, seu bigode roçando em mim me causava arrepios e medo, ele era muito mais velho que eu e estava me usando daquele jeito. Quando eu negava seu toque em alguma parte do meu corpo ele jogava na minha cara que estava me ensinando a dirigir e logo eu cedia. 

Acabei arreganhada no banco do motorista sentindo a língua daquele homem na minha buceta, meu grelinho foi deflorado por ele, e logo senti seus dedo me penetrando enquanto ele chupava meu grelo. Sua cara estava toda enfiada entre minhas pernas enquanto eu vigiava a rua pela janela do caminhão. 

Eu neguei até o último momento sentar em seu colinho, mas fui sendo convencida aos poucos e quando me dei conta já estava em cima dele deixando seu pau roçar na minha entrada. Ele pincelava seu pau na minha portinha bem gostoso, parecia querer aproveitar cada pedacinho da minha pepeca. Ele gostava de sentir minha xota rebolando em cima do seu pau então me fazia o tempo inteiro rebolar pra ele. 

As veias da sua pica já estavam extremamente saltadas quando ele revolveu me penetrar, enfiando de vez e sem camisinha ele me comeu gostoso dentro da sua boleia me fazendo pagar por todos aqueles anos de punheta. Eu senti minha bucetinha super sensível com tudo aquilo, eu mal aguentava tocar no meu grelinho de tão durinho e dolorido que estava. 

Minha buceta apertando seu pau logo fez ele gozar dentro de mim, me lavou inteira por dentro mesmo depois de eu ter pedido pra gozar fora. Enquanto eu cavalgava em cima dele eu via seu bigode sujo com meu melzinho de buceta e ele passando a língua na minha frente com uma cara de obcecado. 

Depois de gozar eu me arrumei correndo pra sair dali pela vergonha e mal olhei na sua cara. Mas aquela não tinha sido a última vez que tomei umas aulas de direção de caminhão, mas é claro que no final eu sempre pagava pelas aulas. 

By - Sheillaxv

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