Sou a putinha do papai

Papai me massageou e aproveitou pra me hidratar com sua porra contos eróticos

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Meu pai sempre tentava me proteger de tudo. Ele era extremamente severo quando se tratava de mim; principalmente quando o assunto era com quem eu estava ou não tendo relações. Acho que ele preferia nem saber o que acontecia na minha vida sexual, e quando por acidente ficava sabendo, ele virava outra pessoa. 

Meus pais sempre brigaram muito, e por alguma razão eu sempre acabava do lado do meu pai mesmo quando ele estava errado. Por causa disso quando eles se separaram eu acabei indo morar com ele num apartamento de 1 quarto que cabia apenas 1 pessoa e ainda assim era apertado. 

O lugar era pequeno, mas era nosso; eu sabia das necessidades sexuais dele e sempre que podia eu dormia fora de casa só pra que meu pai pudesse ficar sozinho em casa. Ele não gostava de falar muito sobre isso, pelo menos não comigo, mas eu sabia que ele vivia sempre muito excitado. 

De vez em quando eu o pegava punhetando de madrugada, eu fingia não ver, mas escutava o barulho dele se masturbando, logo em seguida nosso quarto ficava cheirando a porra. Por algum motivo nessa época eu já ficava excitada em ouvir aquilo e sempre no dia seguinte eu tocava uma siririca pensando no que tinha escutado na noite anterior. 

Eu ficava imaginando como seria ser a putinha do papai enquanto me masturbava e depois de gozar me sentia mal por ser tão vagabunda assim. Cheguei a marcar alguns encontros pro meu pai com as mães de umas amigas minha só pra que ele pudesse se aliviar um pouco e parar de provocar esses pensamentos em mim na madrugada, mas nunca dava certo, ele sempre parava de encontrar com as mulheres antes mesmo de chegar na cama. 

No nosso novo apartamento nem todo mundo sabia que éramos parentes, alguns acreditavam que éramos um casal e por algum motivo quando eu soube disso preferi ficar calada e deixar que continuassem botando fé que eu era a ninfeta do papai. A gente tinha que dormir junto e revezar nos cômodos pra não trombar um no outro, mas eu adorava. 

Nessa época eu estava no início da minha faculdade, e eu tinha aulas o dia inteiro e acabava quase sempre levando essa rotina doida pra casa. Meu pai não é um homem de muito estudo e vivia dizendo que eu estudava demais. As vezes ele era gentil comigo e fazia massagem até eu pegar no sono, era a melhor parte do meu dia principalmente quando minha manhã tinha sido uma merda. 

Certa vez, depois de um longo dia de estudos me peguei cochilando em cima da mesa, meu pai vendo aquilo logo me obrigou a parar um pouco e deitar. Ele me levou até a cama com a promessa de que faria uma massagem gostosa até eu dormir de vez.  Ele buscou um vidro de óleo e quando eu já estava deitada de barriga pra cima começou a pingar algumas gotas de óleo nas minhas pernas e me apertar bem gostosinho. 

Suas mãos percorriam toda minha perna, mas seu lugar preferido era minhas coxas, ele passava um certo tempo massageando ali, e as vezes encostava o dedinho na minha pepeca por cima do short. Eu fingia não ver, mas estava adorando aquele dedo me tocando. Depois eu me virei de costas e deixei que ele me massageasse por trás. 

Nessa posição ele já subia em cima de mim e ficava praticamente sentado na minha bunda. Ali em cima de mim senti uma coisas a mais que aquela massagem principalmente na região da minha bunda. Eu fiquei completamente sem nada na parte de cima pra facilitar a massagem e senti ele passeando seus dedos indo de encontro as minhas tetas pelo ladinho. 

Ele me tratava como sua ninfetinha de sexo

Comecei a ficar excitada com aquilo porque tenho tetas bem sensíveis, quando alguém me toca nessa parte eu fico tão molhada que só me contento depois de gozar. Ainda em cima de mim ele não parava de se mexer pra roçar seu pau o máximo que conseguia na minha bunda. Suas mãos finalmente chegaram a minha cintura e ele perguntou se podia puxar um pouco meu short. 

Antes de eu responder senti papai abaixando meu short até a metade da minha bunda e continuou a passar óleo e a deslizar suas mãos agora onde começava a minha bundinha. Fechei os olhos pra aproveitar aquela situação e involuntariamente minha pepeca começou a piscar por causa do tesão, eu jurava que ao fazer aquilo ele não conseguiria ver pela posição que estávamos, mas senti uma mão tentando penetrar meu cuzinho logo em seguida. 

Não tinha muito o que fazer aquela altura, eu estava excitada de mais pra voltar atrás e desistir, eu não iria conseguir ficar em paz sem gozar pelo menos um pouquinho. 1 milhão de coisas passavam pela minha cabeça quando senti que meu short estava sendo tirado de vez depois ele puxou minha calcinha até sair pelos meus pés e senti suas mãos afoitas me alisando como se eu fosse uma putinha. 

Minha pepeca começou a babar com aquilo tudo, era a primeira vez que meu pai estava me tratando como uma vadia daquele jeito. Eu via o volume enorme que estava em seu short e não aguentei; acabei pegando naquele mastro. Logo sua pica saltou pra fora da cueca, balançando aquilo na minha frente ele me instigava a punhetar ele e a colocar na minha boca. 

Não demorou muito pra eu estar sentindo seu gosto, sua piroca tinha um gosto delicioso, ele pulsava na minha boca e babava de tanto tesão. Logo trocamos de posição, papai me colocou deitada na cama toda arreganhada e veio em direção a minha bucetinha.  Ele me dedava, me chupava, mordia meu grelinho duro até sentir eu tremer na sua boca. 

Quando eu já estava bem molhadinha ele ameaçou meter em mim, mas desistiu. Por um tempo ele ficou pensativo pincelando a cabeça da sua pica na entradinha da minha buceta, eu ficava no seu ouvido o provocando até ele enfiar em mim. Quando finalmente aconteceu senti ele quase me rasgando, era grosso e firme; minha bucetinha logo se acostumou com o tamanho do papai e aquela dorzinha foi dando lugar a uma sensação deliciosa. 

Enquanto ele metia eu sentia meu melzinho escorrendo pelo meu cu e melando todo nosso lençol, suas bolas batiam com força na minha bunda e fazia tanto barulho que eu até ficava apreensiva dos vizinhos estarem escutando, era um lugar pequeno. Eu estava tão fora de mim que arranhava as costas dele, cravei minhas pernas em volta da sua cintura e gozei como se fosse minha última gozada. 

Não demorou muito pro meu pai atolado dentro de mim também gozar, quando seu jato de porra estava prestes a sair ele saiu da minha pepeca e veio em direção ao meu rosto. Ele me fez abrir minha boca e esperar seu leitinho de pica me lambuzar inteira. 

Senti sua porra escorrer pela minha cara, ele passou uns segundinhos vendo aquilo, parecia satisfeito com o que tinha acabado de fazer. Parecia muito errado ter feito aquilo e prometemos que aquela seria a primeira e última vez. 

Mas a gente dormia na mesma cama, e ainda naquela noite quebramos a promessa que havíamos feito horas atrás. Mais uma vez me peguei arreganhada com meu pai atolado na minha buceta, acabou não sendo a última vez também e eu me tornei a putinha do papai e continuo sendo até hoje. 

By - Contos Eróticos I Sheillaxv

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