Sou putinha desde novinha

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Eu sempre gostei muito de provocar; lembro-me que a primeira vez que senti o olhar de um homem fissurado pelo meu corpo eu era tão novinha que mal tinha saído das fraldas. Mas aquela sensação foi inesquecível, por uns segundos percebi seu olhar vidrado na minha pepeca praticamente de fora e ele só parou de encarar quando outra pessoa apareceu. 

Eu estava na sala assistindo tv, era um final de semana e eu estava bem a vontade. Meu pai estava em casa se arrumando pra sair com esse amigo dele e por um tempo ele ficou na sala sentado no sofá assistindo comigo. Era um dia muito quente então eu estava deitada no chão, tava todo mundo tão acostumado com minhas estripulias que nem se importaram de eu estar de saia e com as pernas toda arreganhada. 

Quando meu pai subiu com minha mãe pra ajeitar a roupa dele eu fiquei sozinha com esse amigo dele. Foi ali naquele momento que eu percebi o estrago que minha pepeca estava fazendo. Minha calcinha folgada mal dava pra cobrir meu grelinho, eu sentia um ventinho na minha xoxota e adorava aquilo. 

Quando eu percebi seus olhos pra dentro das minhas pernas me virei bem arreganhada pra ele, e a partir daquele momento ele encarou minha menina como se fosse a última pepeca que ele veria na sua vida. Eu contraía minha xota e ele assistia com entusiasmo; meu pai depois de um tempinho saiu do quarto e veio em nossa direção, mas aí eu já estava bem comportadinha. 

Depois que eles foram embora me escondi no banheiro pra tocar uma siririca bem gostosa. Depois desse dia eu só piorei, esse amigo de papai acabou não voltando mais em casa, mas na minha rua tinha outros homens que eu queria testar pra ver se fariam comigo a mesma coisa. 

Seu Artur foi a presa mais fácil que consegui encontrar, ele já era velho, morava sozinho e vivia na porta de casa procurando alguém pra conversar por horas. Não demorou muito pra eu querer ser essa pessoa que seu Artur iria procurar pra tagarelar. Meu pai vivia tirando sarro dele pois depois da morte da sua mulher ele nunca mais tinha tido outra pra esquentar ele nas madrugadas. 

Fazia bastante tempo que a mulher dele tinha morrido, eu ficava imaginando se ele tinha todo esse tempo sem trepar com ninguém, na minha cabeça toda sua porra ainda estava guardada no seu saco quase explodindo. Eu me excitava com esses pensamentos impuros, eu era tão novinha e putinha que até me assustava. 

Quando eu parava na porta da sua casa pra conversar eu sempre sentia ele arregalando os olhos, ele me olhava da ponta dos pés e ia subindo até minha boquinha, o safado nunca teve coragem de me olhar nos olhos enquanto falava comigo. 

Enquanto ele explorava meu corpo com os olhos eu olhava fixamente na altura de seu pau esperando algum movimento, de vez em quando eu deixava minhas chaves cair no chão só pra me abaixar pra pegar e ele ver melhor meu rabo. Quando eu fazia isso meu short sempre entrava inteiro no meu rego e eu percebia seu Artur engolindo seco enquanto assistia aquilo. Seu pau logo dava sinal de vida e então ele começava a perder a cabeça. 

Ele perguntava se eu já tava namorando algum pivetinho da rua, mas ele só estava jogando verde pra tentar descobrir quem já andava passando a mão em mim. Eu estava em pé por um tempão e já dava sinais de cansaço, mas ainda assim eu não ia embora. A rua naquele momento já não estava mais tão movimentada, na verdade pelo horário já não tinha mais ninguém além de nós dois. 

Os carros parados na frente da sua casa faziam uma barricada digna de ser um motel. Seu Artur logo se ofereceu pra eu sentar no seu colo, ele foi bem claro quando me convidou pra sentar no seu colinho, aquela altura ele nem fazia mais cerimônia pra tentar me enrolar. Me sentei em seu colo de modo que seu pau ficasse bem no meu reguinho que já estava implorando pelo colinho dele. 

Ele mal conseguia falar direito e eu me mexia tanto em cima dele que sentia todo o desenho do seu pau na minha bunda. Com um ar de inocência falei pra ele que sentia uma coisa em baixo de mim, seu Artur perguntou se eu tava gostando de sentir e eu respondi que sim. Então senti ele me abraçando por trás e me forçando mais ainda em cima dele. 

Coloquei minha mão por baixo da minha bunda pra sentir e ele se assustou, grudado na minha bunda ele foi me arrastando pra dentro da sua casa. O banquinho ficou lá fora enquanto ele me guiava até o sofá da casa. Lá ele me colocou sentada e veio pra cima de mim tentando tirar meu short, ele me deixou nua da cintura pra baixo e arreganhou minhas pernas. 

Minha pepeca molhada ficou bem na cara dele e eu senti sua língua passeando pela minha xota. Ele me chupava com tanta fome que parecia que eu seria sugada pra dentro da sua boca. Seu Artur desesperado sentia meu gosto e falava o tempo todo o quão errado era aquilo que a gente tava fazendo. 

Tremendo ele botou seu pau pra fora todo babado e encostou na minha bucetinha, ele guiou sua cabeça até meu buraquinho e forçou a entrada. Senti dor mas aguentei como uma putinha, quando a cabeça do seu pau rompeu meu lacre minha xoxota sugou sua pica como uma safada esfomeada. 

Atolado dentro de mim metendo e tirando bem rápido e forte ele falava no meu ouvido que não podia fazer aquilo. Senti seu Artur completamente exausto se jogando em cima de mim, seu jato de leite me invadiu e escorreu pelo meu cuzinho. Por uns minutos ele ficou naquela posição com seu pau ainda atolado dentro de mim. 

Depois de tirar seu pau ele tremia tentando tirar seu leite do fundo da minha pepeca, eu assistia seu desespero com um misto de prazer e ainda morrendo de tesão. Ele todo nervoso tentando me limpar e tentando me convencer que aquilo não aconteceria de novo; eu achava até engraçado. 

Faltou papel higiênico pra ele terminar de me limpar e eu voltei pra casa ainda um pouco meladinha com o leite dele. Por umas semanas seu Artur não teve coragem de falar comigo, mas não demorou muito pra repetimos aquela sacanagem. 

Mais uma vez ele me pegou da porta de sua casa até seu sofá; eu gostava que ele acreditasse que me seduzia a fazer aquilo, mas eu sempre planejava muito tempo antes de deixar ele me comer. 

As vezes ele não me comia na buceta, mas me colocava pra mamar no seu pau até despejar seu leitinho na minha boca, era meu café da manhã antes de ir pra aula. Na volta pra casa eu passava lá e deixava ele me despir pra me comer. Sempre muito desesperado pra comer sua putinha novinha seu Artur morria de culpa e tesão ao mesmo tempo. 

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