Ele encheu minha calcinha de porra na feira

O safado despejou seu leite na minha calcinha contos eróticos

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Eu trabalhava vendendo frutas na feira todo final de semana ajudando meu avô. Éramos apenas nós 2 cuidando da barraca e tentando passar na frente dos outros vendedores. Minha avó não concordava muito com minha ida pra essas feiras, ela dizia que era um lugar com muito macho pra uma mocinha como eu ficar por tanto tempo. 

Ela vivia dizendo que meu avô deveria levar um dos meus primos, mas eu era a mais esperta para ajudar ele a contar o dinheiro e por isso ele não abria mão. Eu não passava o dia inteiro trabalhando, na parte da manhã era o momento de maior pico então eu ficava em alerta o tempo inteiro. 

Mas depois de um tempo, quando o movimento ficava mais fraco, meu avô me deixava andar pela feira procurando um rapaz que vendia pastel. Era a melhor parte do meu final de semana, por um longo tempo eu ficava na barraca desse moço comendo pastel e conversando com ele. 

O lugar era fechadinho, tinha umas cadeiras para uns poucos clientes comerem mais confortavelmente e um espaço no fundo que ele usava pra fritar os pastéis. A gente chamava ele de Cacau, e eu nunca descobri seu nome real. Ele já sabia meu sabor preferido de pastel e assim que me via apontar na esquina já separava o meu. 

Ele era casado, tinha filhos, eu costumava conversar com eles algumas vezes, mas apesar disso sentia seus olhares maliciosos quando não tinha ninguém por perto. Nas nossas conversas ele tentava me sondar, tentava descobrir coisas sobre mim pra saber até aonde poderia avançar. Eu gostava daquele jogo de sedução, e apesar de ser contra traições me sentia bem por ser desejada daquele jeito. 

Pra ficar mais próximo de mim ele me oferecia coisas de graça; isso fazia com que eu ficasse mais tempo na sua barraca e ele usava isso sempre que podia. Com um tempo ele começou a me chamar pra ajudar ele a fritar os pastéis, o lugar era escondido e propício pra ele tentar algo. Foi durante essas ''ajudas'' que eu dava a ele que senti uma encoxada na minha bunda pela primeira vez. 

Eu segurava uma panela quente de óleo quando ele veio atrás de mim e me abraçou. Senti sua mão segurando na minha cintura e seu pau duro colando na minha bunda com força, ele roçava atrás de mim e pedia pra eu ficar quietinha pra não derramar o óleo. Não tinha muito o que fazer, eu não poderia me mexer ou me queimaria toda e nem poderia deixar em cima da mesa pois estava muito longe. 

Por uns minutos aceitei sua encoxada até quando ele se desatracou de mim. Logo em seguida ele pediu desculpa dizendo que ficava com o pau muito duro e dolorido quando eu estava por perto, eu deveria ter saído dali na mesma hora, mas eu fiquei e aceitei o pedido. Acho que ele entendeu aquilo como um sinal de que poderia avançar mais e mais em mim. 

Ainda nesse dia, antes de ir embora, ganhei um beijo dele e acabei deixando ele se aproveitar de mim. No corredor, pra sair daquele lugar, ele me encostou na parede e perguntou se poderia me beijar, antes que eu respondesse ele se inclinou arrancando um beijo. Senti sua língua dentro da minha boca e suas mãos passeando pelo meu corpo. 

Ele procurava incansavelmente minha buceta, meus peitos rapidinho foram parar na sua boca, ele chupava e mordia minhas tetas deixando umas marquinhas. Ele me despia olhando pros 4 cantos pra se certificar de que não tinha alguém nos vigiando, eu também ficava de vigia, mas perdi o controle quando senti sua boca chupando meu grelinho. 

Faltou forças nas pernas, ele sugava meu grelinho e isso me fazia quase desfalecer de tão gostosinho que era, quando ele se levantou achei que seria apenas aquilo ali, mas ele foi tirando seu pau de dentro da calça e foi apontando pra minha pepeca. Gelei na hora pois ainda não tinham rompido meu lacre, ele me virou de costas e me fez empinar minha bunda pra ele. 

Senti minha calcinha sendo colocada de lado e seu pau roçando na entradinha da minha buceta, antes que eu pudesse dizer algo ele forçou pra dentro de mim. Não deu tempo de sentir dor nem nada, ele já foi fazendo movimento de vai e vem dentro de mim. Suas estocada eram fortes, ele me fazia encostar tanto na parede que parecia que eu iria atravessar a qualquer momento. 

Por uns instantes senti aquele safado metendo mais rápido e com mais força logo em seguida ouvi ele trêmulo no meu ouvido avisando que iria gozar. Ele tirou seu pau de dentro da minha pepeca e esporrou seu leitinho na minha calcinha, era a única que eu tinha ali e tava toda gozada. 

Depois de me esporrar ele me ajudou a vestir meu short e foi me guiando até a saída, eu ainda estava atordoada com aquilo tudo que nem me toquei de despejar um pouco daquele leite no chão. Fui ao encontro do meu avô com a calcinha cheia de porra, passei o resto do dia tentando não me mexer muito pra não escorrer entre minhas pernas.  

By - Contos Eróticos I Sheillaxv

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