Deposito de porra conto

Deposito de porra do cliente safado

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Eu sempre chegava bem cedinho no meu trabalho, ganhava comissão por cada calçado que vendia então tinha que fazer tudo e mais um pouco para conquistar uns clientes. Sempre atendi bastante homem, não sei porque, mas eles sempre vinham em minha direção pra tirar alguma dúvida ou pra pedir ajuda na escolha do calçado. 

Alguns mais atrevidos tentavam entrar na minha semana tentando descobrir se eu namorava, outros nem se davam o trabalho de descobrir se eu tinha alguém ou não e já tentavam tirar uma lasquinha de mim. Naquela loja com corredores apertadinhos eu sentia sempre uma passada de mão na minha bunda ou então uma roçadinha atrás de mim. 

Eu fingia sempre não ver essas coisas e isso sempre acabava numa boa gorjeta no final ou uma compra de sapato bem caro. Depois de um tempo atiçando meus clientes assim eu nem esperava mais que eles viessem até mim, eu já ia atrás deles e sempre sem querer esbarrava meu rabo na pica alheia. 

Não demorou muito pro primeiro macho tentar passar a mão entre minhas pernas, a loja estava vazia e apenas eu estava disponível quando ele entrou, pela segunda vez ele estava comprando comigo e dessa eu tinha que fazer algo a mais pra que ele levasse o produto pra casa. Sentados na cadeira eu mostrava um sapato pra ele quando senti sua mão deslizando até minha pepeca, quando ele chegou na minha xana fez um carinho de leve e eu me levantei assustada. 

Mas logo em seguida voltei e seus dedos novamente procuraram minha pepeca. Eu tinha prometido que isso jamais passaria dessas passadinhas de mão, mas acabei cedendo. Esse homem voltava sempre que podia na loja e me procurava; vivia me convidando para dar uma volta pela rua por uns minutos até que eu cedi. 

Aceitei ir com ele no meu horário de almoço contanto que ele comprasse pelos menos 1 calçado na volta e ele concordou. Achei que fosse uma voltinha sem destino apenas para conversar, mas ele foi me levando até seu carro. Ele tinha estacionado num local bem vazio da rua e bem distante, poucas pessoas passavam por ali. 

Aquele carro de vidro escuro numa rua deserta como aquela parecia um motel ambulante. Entrei no carro e ele me beijou, enquanto se aproveitava dos meus lábios ele procurava minhas tetas enfiando sua mão por dentro da minha blusa. Ele me apalpava, mas eu não queria avançar tão rápido e sempre recuava, cansado de me ver negando ele daquele jeito ele pegou minha mão e guiou até seu pau pra que eu pudesse sentir como eu deixava ele. 

Apertando sua piroca rapidinho ele botou aquilo pra fora e segurou forte meu pescoço pra ir de encontro a sua jeba. Meio sem querer tive que abrir a boca e aceitar ele dentro de mim, grosso e latejando dentro da minha boca eu sentia sua babinha tocando minha língua. Eu sabia que uma hora ou outra um cliente tentaria me comer, mas eu não sabia que seria daquele jeito. 

Dentro daquele carro eu suguei suas bolas e mamei sua pica até minha boca doer. Senti seu gozo preenchendo minha boca, mas seu pau ainda não estava satisfeito, ainda com a pica dura ele me fez tirar minha roupa da cintura pra baixo. Meio sem jeito ele me fez sentar no seu colo no banco do motorista e enfiou seu pau dentro de mim. 

Minha pepeca molhada facilitou sua entrada e entregou que eu estava gostando daquilo. Ele me fazia rebolar e sentir cada pedacinho dele dentro de mim. Dava pra ouvir o barulho de sexo de fora daquele carro, mas por sorte a rua não estava cheia. Em cima dele ele me tratava como se eu fosse sua boneca de sexo, ele me virava e me arreganhava inteira me fazendo pagar por tudo aquilo que ele pagou nas compras. 

Ele me avisou que estava prestes a gozar e eu me preparei pra sair de cima dele, mas fui impedida. Ele queria depositar dentro de mim e eu não podia fazer nada pra impedir. Tentei tirar sua piroca de dentro de mim, mas ele me segurava forte pela cintura e me fazia descer de novo enfiando mais ainda. 

Seu jato de porra veio me invadindo e me lavando por dentro, quando saí de cima dele seu líquido farto escorreu aos montes pela minha perna. Sem ter aonde me lavar tive que voltar pra loja com a pepeca cheia do seu leite. 

Aquele homem me fez de deposito de porra por todo o tempo que trabalhei na loja, ele aparecia sempre no mesmo horário algumas vezes na semana e me levava pra um lugar escondido pra me comer. Meus colegas de trabalho achavam que era um relacionamento sério, mas ele apenas me fazia de deposito de porra dele toda semana.

By - Contos Eróticos 

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