Chupei meu irmão

Chupei a pica do meu irmão escondido

mamei a pica do maninho
Chupei meu irmão contos

Eu chupei meu irmão escondido no banheiro, mas a culpa nem foi minha, era uma piroca grossa balançando na minha frente e eu queria sentir o gostinho. Não morávamos juntos, ele vivia com minha vó lá no interior da Bahia. A gente só se encontrava em épocas de férias, passávamos quase 1 mês na casa da minha vó. 

Minha mãe não teve condições de cuidar dele quando ele nasceu e deixou com minha vó para ela trabalhar em São Paulo, meu maninho acabou se acostumando com a vida na roça e decidiu não morar com a gente depois de um tempo. Ele sempre foi muito gentil comigo, me ensinava diversas coisas. 

Final de semana ele sempre me levava para pescar num açude perto da casa da minha avó. A maioria das vezes a gente nem pescava só ficava conversando besteira na beirada. Naquela época eu já não era mais tão quietinha, já tinham me iniciado e eu já tinha uns interesses que eu escondia da minha família, menos do maninho. 

Logo depois de tomar banho no açude ele saía da água, usando um short velho de jogar bola ele vinha em minha direção e eu só conseguia reparar abaixo da sua cintura. Seu short molhado deixava bem evidente seu pau, era grosso e enorme pros meu parâmetros daquela época. Isso me hipnotizava e ele percebia, as vezes até mexia fingindo consertar na minha frente; na certa ele também me imaginava chupando sua pica

Na casa da minha avó , a gente sempre tomava banho junto; ninguém via maldade naquilo apesar de existir um pouquinho. No banho seu pau sempre estava duro, ele dizia que era por causa do sabão e eu sempre fiquei encucada em saber o motivo. Eu não tirava toda a minha roupa, sempre ficava de calcinha e sutiã por ordens da minha mãe. 

Certo dia, quando resolvi que entraria completamente nua, meu irmão aproveitou para passar a mão em mim e me dar banho. Com a mão toda cheia de sabão ele começou a passar em mim falando que eu não tomava banho direito, meus peitinhos foram massageados e beliscados pelas mãos dele. 

Aos poucos ele ia me virando e se aproveitando para avançar cada vez mais, eu estava de costas virada pra ele quando senti sua mão escorregando pela minha bucetinha. Ele fingia me lavar enquanto me dedava, minha pepeca piscava em seus dedos e eu sentia sua piroca roçando minha bunda por trás. 

Ele deixava a cabeça do pau encostada no meu cuzinho pressionando esperando uma brecha pra enfiar no meu rabo, mas eu me assustava sempre que a cabecinha tentava me enrabar. Meu grelinho duro de tesão me deixava com as pernas bambas, de vez em quando sentia meu corpo perder a força quase me derrubando no chão. 

Meu maninho de joelho na minha frente disse que aquela posição era melhor pra ele ver se estava limpo, abri minhas pernas e arreganhei minha pepeca ao máximo que podia pra ele se certificar que eu estava limpa. Mas só ver não era suficiente, logo vi seu rosto se aproximando da minha pepeca e seu nariz encostando na minha bucetinha. 

Uma cheirada e uma passada de língua foi o suficiente pra ele me deixar com vergonha, eu quis sair do banheiro na mesma hora. Fazia tempo que a gente estava lá e ninguém tinha ido ver o que tava acontecendo, a porta não estava trancada e eu sentia lá no fundo que aquilo que estávamos fazendo era extremamente errado. 

Meu maninho empenhado pra liberar sua porra do saco propôs que eu poderia fazer o mesmo com ele e aquele seria nosso segredo. Achei justo e levei minha mão até seu pau para limpá-lo assim como ele me limpou. Comecei massageando seu peitos como ele tinha feito em mim, ele ficava rindo e mandando eu descer mais, passei pela sua barriga, mas não fiquei muito tempo porque o maninho sentia cócegas. 

Meu irmão encheu meu rosto de leite no banheiro

Quando minha mão finalmente tocou no seu pau a feição no seu rosto mudou completamente, ele parecia forçar pra se controlar; ele mordia os lábios e olhava pra mim como um animal. Por um tempo passei a mão no seu pau de um jeito bem desajeitado, mas lá no finalzinho ele me guiou; me ensinou a segurar forte e fazer um vai e vem bem rápido. 

Nesse momento ele fechou os olhos e me posicionou bem com a cara na sua pica, por uns instantes fiz aquilo bem rápido e forte; eu tava prestes a falar que minha mão já tinha cansado quando senti seu jato de leite na minha cara. Seu gozo veio farto e então ele tinha finalmente acabado, bem rapidinho ele se enxaguou e saiu do banheiro. 

Eu continuei ali com a cara melada de leite tentando me limpar. No dia seguinte, como era de costume a gente foi pescar, mais uma vez estávamos sozinhos e ele tocou no assunto do que a gente tinha feito no banheiro. Eu o fiz prometer que não contaria aquilo pra alguém e ele aceitou contanto que eu respondesse se eu tinha gostado de ter feito aquilo nele. 

Eu tinha adorado, mas apenas concordei como quem não quisesse nada. O maninho queria fazer aquilo mais uma vez e eu relutei um pouco em aceitar. Quando concordei, ele botou pra fora seu pau, e botou pertinho do meu rosto. Ele me mandava colocar a cabecinha na boca e chupar só um pouquinho, eu olhava pros 4 cantos daquele mato pra me certificar que não seria pega por alguém, mas ele me tranquilizava dizendo que estava vigiando. 

Eu brincava com seu pau duro fingindo que era um delicioso picolé, mamava como se estivesse ordenhando pra receber seu leite. Chupei meu irmão no meio do mato só pra matar minha curiosidade. Quando eu sentia o gostinho da sua baba na minha língua ele me fazia engolir porque era o tesão dele por mim. 

Não demorou muito pra ele sentir vontade de gozar, antes do seu líquido chegar ele me fez prometer que iria engolir tudinho e eu aceitei. Fiquei com a boca bem aberta esperando a sua porra. Mais uma vez ele veio bem farto e eu engoli; o maninho ficou na minha frente esperando eu engolir tudinho e só depois guardou seu pau. 

Depois de tomar seu leitinho ele se sentou ao meu lado e a gente descansou. Quando voltamos pra casa já era bem tarde e a noite logo chegou. Na hora de dormir inventei de ir assistir filme no seu quarto; ele já estava deitado quando cheguei, todo embrulhado nas cobertas até se assustou quando me viu entrando do nada. 

Entrei no quarto dele pra ser bolinada

Minha avó já estava cochilando no quarto dela e nem tinha forças mais pra vigiar alguma coisa. Deitei de ladinho na frente dele e por um longo tempo esperei uma bolinada na minha bucetinha ou na bunda, mas nada de novo aconteceu, já estava quase dormindo quando algo quente tocou na minha bunda. 

Pele com pele sentia seu pau roçando na minha bunda, mas não demorou muito daquele jeito e ele logo procurei a boquinha de novo. Parado mais uma com a pica na minha cara ele me fez abrir e chupar sua piroca como uma putinha. Dessa vez ele estava mais violento; enfiava seu pau até o máximo da minha garganta quase me fazendo vomitar. 

Na certa ele queria me punir por eu ser uma putinha. Suas bolas dessa vez batiam com mais força no meu queixo, mas eu não me importava muito. Seu leite me lambuzou pela segunda vez naquele dia, engoli cada gota e limpei um restinho do seu pau. Satisfeito ele se deitou e me botou pra correr dali antes que alguém resolvesse entrar no quarto dele. 

Eu chupei meu irmão durante todas as minhas férias depois desse dia, as vezes ele revezava entre minha boca e minha pepeca, mas eu nunca passava um dia sem ver seu leitinho me lambuzando. 

By - Contos Eróticos

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