Ele gozava na minha pepeca inchada

Ele depositava seu leite na minha buceta inchada contos eróticos

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Minha avó trabalhava numa casa para complementar a renda, eu sempre ia junto com ela quando estava passando as férias no interior. Os donos da casa eram bem próximos a minha vó e por isso não encrencavam com minha presença lá. Seu Valter trabalhava em casa, sua esposa dava plantão e só voltava tarde da noite. 

Quando eles estavam na casa; minha vó me fazia ficar pianinho; eu tinha que falar na hora certa, comer na hora certa e não fazer absolutamente nada que atrapalhasse o trabalho do seu Valter. Ele ria desse jeito rígido que minha vó me educava; ele vivia dizendo que ela tava criando um soldado. 

Depois de um tempo ele passou a ser mais aberto comigo e já não se importava tanto com as regras que minha vó tinha colocado. Ele me chamava pra ajudar em algumas tarefas e as vezes passávamos horas no escritório dele enquanto minha vó terminava os afazeres na casa. Eu sempre tive uma pepeca inchadinha que marca bastante minhas roupas, principalmente quando estão apertadinhas. 

Naquela época era moda usar umas calças bem apertadinhas e de pano; era confortável, mas para mulheres com uma bucetinha inchada aquilo era um pouco exposto demais. Depois de um tempo comecei a perceber que seu Valter sempre me chamava para ajudá-lo quando vestia essas roupas, esses eram os momentos em que a gente mais se aproximava e dependendo da tarefa eu ficava um tempinho em seu colo aprendendo a fazer. 

Usando a tentativa e erro eu só descia depois de muito tentar fazer do jeito certo, mas seu Valter sempre me repreendia dizendo que estava errado então eu recomeçava tudo de novo. Nesses momentos ele me segurava pela cintura e ia me guiando apenas com a voz, eu sentia ele tremer quando finalizávamos a tarefa e ele dizia que apenas estava feliz por mim. 

Depois de descer de seu colo seu Valter se reclinava na sua cadeira e ficava uns minutinhos de olhos fechados descansando; logo depois de se recuperar ele mandava eu voltar pra sala para ajudar minha vó. De vez em quando eu via uma marquinha molhada na sua bermuda logo depois de sair de cima dele. Em um dia, enquanto eu digitava alguma coisa boba no computador senti a mão dele fazendo carinho em cima da minha buceta

Aquilo era gostoso e me dava choques então eu deixava, em um momento senti algo roçando na minha buceta, mas não era sua mão. Seu pau estava pra fora e forçando na minha pepeca por cima da calça; eu conseguia ver a cabeça da sua piroca quando olhava pra baixo. Na mesma hora que vi aquilo fiquei hipnotizada pelo seu pau e nem percebi ele abaixando minha calça e minha calcinha. 

Quando me dei conta já estava com a roupa em cima da mesa, minha bucetinha molhada facilitava seu pau roçando na minha entradinha. Seu Valter me abraçava por trás; ele estava tremendo e bem ofegante, eu sentia sua respiração descontrolada bem pertinho do meu ouvido. Ele parecia tentar se controlar ao máximo pra não escorregar seu pau pra dentro de mim, mas não deu certo. 

Num movimento rápido e firme senti sua piroca inteira dentro de mim, ele segurou na minha cintura e começou a me movimentar pra deslizar no seu pau. Minha buceta engolia sua pica e apertava tanto que eu sentia ele latejar dentro de mim. Eu tentava segurar meus gemidos, mas cada penetrada que ele dava dentro de mim sentia vontade de gritar. 

Depois de um tempinho metendo bem no fundo senti seu jato quente me invadindo, sua porra me lavou por dentro. Quando me levantei do seu colo seu pau já estava mole, antes de eu sair da sua sala ganhei um beijinho no rosto como pagamento por ter sido uma boa menina. 

Depois desse dia ele passou a sempre querer depositar seu leite na minha pepeca inchada, ele fingia me chamar pra ajudar ele e não levantar suspeita e lá dentro escondido ele tirava minha roupa, abria minhas pernas e metia sua piroca dentro de mim. 

By - Contos Eróticos Sheillaxv

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