Chupando pica na casa abandonada

Mamando no pau escondido contos eróticos

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Botou a pica na minha frente e eu mamei contos eróticos

A gente se encontrava todo fim de tarde na frente da minha casa, aquele horário o sol já tinha esfriado o suficiente e já podíamos rodar de bicicleta pela rua. Por um longo tempo eu ficava pra cima e pra baixo apostando corrida com o Bruno, eu adorava fazer isso, mas não era exatamente minha parte preferida. 

Eu curtia mais quando já estávamos bem cansados e nos sentávamos na calçada de uma casa abandonada pra descansar. As histórias que ele me contava enquanto estávamos ali me deixavam excitada; eu ainda era bem inexperiente e o jeito que o Bruno detalhava as coisas me causava arrepios. 

Bruno morava com a madrasta e o seu pai, a casa deles era bem em frente a minha, além dele ser um amigo ele era meu narrador erótico. Sentados naquela calçada ele detalhava as posições que flagrava seu pai metendo na madrasta. Na madrugada, ele escutava os gemidos vindos do quarto do seu pai e ia espiar eles dois nas pontas dos pés. 

No dia seguinte ele me contava como tinha acontecido e eu sempre sentia minha pepeca ficar molhada. Seu pau ficava enrijecido nesses momentos e eu não conseguia desviar meu olhar pra outro lugar. Quanto mais eu encarava sua piroca mais ele facilitava quase colocando aquilo pra fora. 

Não demorou muito pra eu sentir o gostinho do seu pau, certo dia; depois de encarar bastante sua barraca armada ele perguntou se eu queria pegar pra sentir como era e eu não recusei. Eu estava com sua pica na mão apertando ele meio desajeitada quando senti sua mão pelo meu pescoço me forçando a abaixar minha cabeça. 

Ele queria colocar a cabecinha da sua piroca na minha boca, mas eu ainda estava relutante; queria apenas apertar seu pau. Não sustentei por muito tempo aquele ar de difícil e logo aceitei passar a língua na pontinha da pica, lambi sua cabecinha como se fosse um picolé até ser surpreendida com um jato de porra na minha cara

A gente estava na rua e apesar de ser bem calma e raramente passar gente ali eu fiquei envergonhada por receber leitada na cara e saí correndo. Montei na minha bicicleta e fui limpando sua porra no caminho de casa, passei um certo tempo sem sair pra andar com ele, mas decidi voltar quando ele pediu desculpa. 

Voltamos a andar de bike e parávamos no mesmo lugar pra conversar, levou pouco tempo pra ele insistir novamente em mais uma chupadinha. Eu tinha gostado de ter feito aquilo aquela outra vez, mas tive vergonha. Dessa vez ele não insistiu muito; ele colocou seu pau pra fora e eu logo fui passar a língua na cabecinha, ele pediu pra eu abrir a boca e chupar sua piroca

Como uma putinha eu atendia seus comandos e fazia no seu pau tudo o que era determinado. Sentir o gosto dele me deixava excitada então eu não aguentava ficar sem coçar minha bucetinha. Ficar ali era perigoso e a qualquer momento poderia aparecer alguém de surpresa e nos flagrar, por isso ele me levou até uma casinha abandonada dentro do condomínio. 

Quase desisti de ir com ele depois que me machuquei pulando a cerca mas ele me convenceu com sua barraca armada. Invadimos a casinha abandonada e eu acabei nua da cintura pra baixo, eu segurava minha blusa no alto deixando minhas tetas pra fora, o Bruno se esbaldava nos meus peitos e mamava feito um filhote faminto. 

Eu ficava parada esperando ele me usar como bem entendesse. Ele me colocou de joelhos no chão com o rabo empinado, senti ele enfiando sua cara no meu rabo e sugando meu grelinho. Ali naquele chão sujo fui penetrada como uma cadela no cio, senti seu pau todo dentro de mim latejando pra me encher de porra.  

Quando estava quase gozando ele saiu da minha buceta e veio esporrar na minha cara, tentei recusar, mas ele era bom em me convencer. Mais uma vez senti seu leitinho no meu rosto, deixei um pouquinho escorrer na minha boca e depois disso passei a gostar do seu leite direto da fonte e sempre abria a boca pra receber o jato lá dentro.

By - Contos Eróticos I Sheillaxv

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