Contos eróticos gozando dentro

Me comeu no fundo do ônibus e gozou dentro.

porra na boca
contos eróticos: gozando dentro

A gente se conheceu num terminal de ônibus, eu voltava da faculdade tarde da noite e ele ficava cuidando dos horários dos ônibus saírem. Eu sempre acho estranho quando um homem que está em seu local de trabalho puxa assunto comigo, já sei que tá querendo alguma baixaria e já me esquivo dessas conversas. 

Ele era todo simples, não havia nada nele tão chamativo assim de cara, usava o fardamento da empresa; uma camisa já bem surrada e um sapato bastante usado. Ele chegou de mansinho conversando comigo sobre o horário, agiu como quem não queria nada, me deu seu nome e já um apelido para poder chamá-lo - preferi chamar ele de Fábio mesmo pra não confundir as coisas. 

Não era tão ruim ter ele perto de mim assim, pelo menos tinha alguém pra conversar e tirar o tédio de ficar esperando um buzu, acabei contando toda minha vida pra ele durante essas conversas, falei dos meus relacionamentos, da minha casa e até dos meus pets. Por coincidência ele fechava o trabalho no mesmo horário que meu buzu partia, e depois que a gente começou a conversar ele passou a se apressar pra também pegar o mesmo ônibus que eu. 

Então durante um bom percurso do terminal até minha casa a gente ia junto. Foi nesse mesmo caminho que dei meu primeiro beijo nele, no buzu mesmo - o tanto de buraco que tinha na pista foi o tanto de vezes que mordi seus lábios sem querer. Por um bom tempo a gente usou o buzu pra ficar se pegando, não tinha muita gente ali perto então ficava tudo mais fácil, íamos pro fundinho e quando saíamos do terminal começávamos a nos beijar. 

Ele beijava muito bem, tinha uma pegada gostosa; sabia os lugares onde eu gostava de ser tocada, mas era muito safado. O tempo inteiro ficava procurando minha buceta e quando eu deixava sua mão um pouquinho em cima da minha menina ele já se ouriçava pra enfiar a mão dentro da minha calcinha. 

Neguei seu acesso a minha xota pelo tempo máximo que aguentei, já tinha muito tempo que não dava umazinha e quando teve uma festa na faculdade eu bebi demais e acabei voltando pra casa um pouco alegre. Nesse dia liberei que me tocasse, mas com algumas restrições... restrições essas que não aguentei por muito tempo. 

Quando ele estava ali dedilhando meu grelinho e enfiando seu dedo no meu buraquinho me entreguei e aceitei que seria a putinha do ônibus. Eu estava sóbria e tinha certeza que se eu deixasse ele me comeria ali mesmo; não sou de segurar minha tese por muito tempo e cedi a todas as suas investidas. 

Quando me dei conta estava ali com a calça no meio da minha bunda e virando de ladinho pra deixar ele encaixar sua piroca no meio das minhas pernas. O combinado era só pra roçar gostosinho e parar, mas eu tava molhadinha e seu pau acabou escorregando com o balanço do ônibus ou pelo menos foi isso que ele usou como desculpa pra atolar sua pica em mim.

Não sabia se o motorista tava espiando a foda querendo entrar no meio ou me prender 

Ele gozou dentro de mim no ônibus: conto erótico

O motorista lá na frente não tinha visão completa do que estávamos fazendo, mas dava pra ver ele tentando pegar alguma cena pelo retrovisor, pela posição que a gente tava dava pra imaginar o que estaríamos fazendo. O barulho ao redor abafava bastante meus gemidos, eu não conseguia controlar, cada enfiada que o Fábio dava atrás de mim sentia vontade de gritar de dor e prazer. 

Ele tinha uma pica grande, era grossa e tinha umas veias saltadas que quase me fez desistir de sentar no seu caralho. Senti ele gozando a primeira vez dentro de mim, suas enfiadas ficaram mais rápidas e fortes e logo em seguida senti um molhado dentro de mim, mas ele continuou metendo; ainda não parecia satisfeito. 

Dessa vez ele estava mais bruto, me segurava com mais força, me xingava sussurrando no meu ouvido e pedindo pra eu rebolar em cima dele. Eu já estava praticamente em cima dele naquele momento, não conseguia mais me segurar no apoio do ônibus porque ele me segurava de um jeito que me deixava parecendo uma boneca ali cavalgando no seu pau. 

Um homem sentado um pouco mais a frente do nosso banco com certeza sabia o que tava rolando, de vez em quando ele olhava pra trás rindo. Eu tentava parecer o mais natural possível sentada no colo dele, mas era impossível. Ouvi Fábio falar outra vez baixinho no meu ouvido que iria gozar, fiquei esperando seu jato de porra na minha buceta quando ele me tira do seu colo e me coloca sentada no banco ao lado. 

Antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo ele puxou minha cabeça em direção ao seu pau e forçou sua piroca na minha garganta; foi só o tempo de entrar o pau todo mesmo porque logo veio a jatada de leite bem no fundo da minha garganta. 

Dessa vez ele gozou e recostou sobre o banco descansando, eu fiquei com todo o seu leite dentro da minha boca sem ter lugar pra jogar fora, fiquei com vergonha de cuspir no chão do buzu e o motorista ver depois. A única solução que encontrei pra esse grave problema foi engolir todo seu leitinho pra não jogar fora. 

Engoli cada gota e me recompus pra logo em seguida descer no meu ponto, acabei ficando com o Fábio outras vezes e em outros lugares, mas estranhamente apenas no buzão me satisfez do jeito que eu queria.

By - Sheillaxv

Comentários

  1. Delicia de trepada. Ja ganhei encoxada no busao, ja descobri a calça esporrada ao sair do metrô, mas trepar eu nao tive coragem.

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