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Eu tenho uma certa queda por homens atrevidos, principalmente quando o contexto tem um ar proibido. Acho que isso é pelo fato de ter sido descabaçada por um primo ou por sempre ter esse tipo de relação com eles; ainda não sei ao certo o que é. Mas as vezes me pego em casa situação difícil de explicar ou até mesmo entender. 

As vezes nas festas eu fingia estar bêbada o suficiente pra não ligar para as passadas de mão na minha bunda. Alguns mais atrevidos chegavam até a tentar enfiar a mão dentro da minha calcinha, eu gostava daquilo, mas não gostava que soubessem que eu gostava então fingia que era culpa da bebida. 

Esse tipo de situação ainda não tinha acontecido perto da minha família, sempre que a gente se encontra tem muita cachaça e muita gente, mas sempre me controlei nesses momentos. Na verdade eu acho que só não aconteceu antes porque eu ainda não tinha sido provocada para tal. 

Mas naquele aniversário em especial reencontrei 3 primos que fazia tempo que não os via, eram irmãos e costumavam brincar comigo quando criança, o mais velho se escondia comigo no pique esconde e passava a mão na minha buceta

A gente se beijava, ele colocava a língua na minha bucetinha e até deixava um pouquinho do seu leite na minha boca, nunca fizemos mais que isso; ele se mudou antes de termos oportunidade de ir além dessas brincadeirinhas. Assim que dei de cara com ele lembrei desses momentos, minha buceta até deu sinal de vida naquela hora; acho que foi saudade da sua boca. 

Me mantive plena fingindo ser apenas uma boa prima, conversamos sobre as novidades e ficamos nós 4 juntos durante quase toda a festa. Alguém teve a ideia de irmos pra pista de dança os 4 de vez, parecia ser algo engraçado e todo mundo foi, tinha muita gente no lugar e tinha que ficar todo mundo muito grudadinho. 

Até que comecei a perceber que eles faziam uma rodinha em mim e a cada momento um deles dançava bem coladinho atrás de mim, engraçado que a cada rodada eu sentia um pau duro na minha bunda. Não liguei, tava gostando e tinha bebida pra culpar depois, mais uma vez fui sonsa o suficiente pra me aproveitar da situação. 

Acompanhei até os fundos porque sabia que seria fodida

Junior, o mais velho, aquele que brincava de sexo comigo começou a me chamar pra gente ir pra um lugar mais quieto porque ele queria me falar algo. Eu o acompanhei até os fundos da casa onde a gente estava, não tinha ninguém ali só umas coisas velhas amontoadas no chão. Pouco tempo depois que cheguei ali meus outros primos vieram ao nosso encontro, parecia o clube dos bolinhas e a Luluzinha. 

Esperei alguém falar alguma coisa, mas não teve conversa, logo senti uma mão por trás de mim me puxando de vez e me virando pra me beijar. Era o Junior, ele tinha dado o ponta é inicial como sempre. Os outros ficaram olhando aquilo bem coladinhos na gente, até que senti uma outra mão interrompendo meu beijo com o Junior e virando meu rosto, não deu tempo nem de negar ou aceitar aquilo, o outro se atracou nos meus lábios e enfiou sua língua na minha boca. 

Beijei cada um deles, o outros ficavam olhando esperando na filinha, aquilo não iria ficar apenas nos beijos e eu sabia disso, Junior foi o primeiro a colocar o pau pra fora, parecia prioridade dos mais velhos. Ele olhava pra mim como se quisesse perguntar se eu ainda lembrava do seu pau, me agachei na sua frente e fiz o que ele esperava que eu fizesse. 

Tinha um gosto muito melhor do que aquele que eu ainda guardava nas minhas lembranças, era mais docinho. Os outros vieram também e a cada tempo eu mamava alguém, chupei até sentir dor no meu maxilar, já bem cansada levantei e avisei que não chuparia mais ninguém. 

Estava prestes a sair dali quando me puxaram de volta e abaixaram minha calcinha, me colocaram escorada na parede com a bunda empinada e enfiaram na minha buceta. Tive que aguentar o rodízio de pica entrando em mim a cada momento, minha pepeca já estava vermelha de tanta rola que estava levando. 

Tentaram enfiar no meu cuzinho, mas não estava tão lubrificado assim, mas a minha buceta eles destruíram e gozaram dentro dela. Fiquei puta da vida com a quantidade de porra que estava saindo de dentro de mim, mas pelo menos foram cavalheiros ao me esperarem limpar minha pepeca antes de irmos embora dali.

By - Contos eróticos I Sheillaxv

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