Aprendi a pilotar moto sentando no pau

Aprendi a pilotar moto sentando na pica do pedreiro contos eróticos

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Pedreiro me ensinando a encoxar na pica

Minha casa passou um tempo em reforma, vivia cheio de pedreiro aqui, mas foi diminuindo a quantidade de gente trabalhando com o decorrer do tempo. Foi nesse período que meu pai resolveu me presentear com uma biz. Era uma motinha perfeita pra eu ir pro meu cursinho, era pequena e bem levinha, mas ainda assim eu precisava de ajudar para aprender a montar naquilo. 

Meu pai não tinha muito tempo pra me ensinar e nem ninguém da minha família, todos saíam bem cedinho e só voltavam mais tarde. Meu pai até brincou comigo dizendo que eu teria de aprender caindo e levantando; só não podia dar pt na moto. Por uns dias treinei aqui na rua da frente de casa mesmo, nesses dias que treinava percebi que um pedreiro sempre me observava e sempre me dava umas dicas. 

Em uma dia a obra estava paradona e não tinha muita gente, então ele resolveu ser mais gentil e me ajudar mais de perto, ele veio até mim e começou a me ensinar a ter mais controle na direção. Eu era um verdadeiro desastre e sempre que parava tinha dificuldade em manter o controle pra sair de novo. 

Foi aí que o pedreiro resolveu montar na garupa atrás de mim pra que eu tivesse que me preocupar apenas em guiar a moto. Eu gostei mais daquele jeito, ele grudava atrás de mim e quando parávamos era ele quem segurava a moto; mas eu sempre apertava no freio de vez e o quadril dele acabava indo pra frente de vez me fazendo sentir seu pau colando na minha bunda

Cada vez que isso ia acontecendo eu sentia seu pau ficando mais rígido quando encostava em mim, teve uma hora que ficou tão evidente que ele resolveu interromper a aula e voltar pro seu serviço. Antes dele voltar ao trabalho percebi que ele ficou um tempo considerável dentro do banheiro e quando saiu já não estava mais com tanto volume em sua calça. 

Achei que aquela tinha sido a última vez que ele me ajudaria a andar de moto, mas me enganei; pelo resto da semana a gente repetia aquilo e sempre terminava da mesma forma: ele de barraca armada correndo pro banheiro e saindo de lá sem volume. 

Um desses dias de aula quando finalizamos tudo ele novamente foi atrás do banheiro, mas ele estava ocupado, eu o vi indo até um quartinho que ainda tava em obra, mas sem ninguém por perto. Eu tinha certeza que ele não faria xixi ali então eu o segui pra pegar ele no flagra, espiei ele pela fechadura da porta até ver os primeiros jatos de porra saindo do seu pau; entrei de vez quando seu pau ainda tava vomitando leite.

Ele se aproveitou pra me usar como depósito de porra 

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Putinha de pedreiro

Ele se assustou quando me viu ali, mas não conseguiu evitar que seu esperma continuasse a ser despejado, ele segurava seu pau colocando a mão na frente da cabeça da pica pra esconder sua ejaculação. Eu não conseguia parar de olhar sua piroca quando ele se cansou de se esconder e perguntou se eu queria ver mais de perto, ele foi chegando mais perto de mim com o pau na mão. 

Mesmo tendo acabado de gozar ele não amoleceu, o pedreiro me fez abaixar e sentar num banquinho sujo na frente dele. Seu pau ficou na direção do meu rosto enquanto ele tentava me convencer a abrir a boca, ele sabia que eu queria chupar pica ou não teria seguido um macho de pau duro até um quartinho isolado. 

Pouco tempo depois eu parei de fazer charminho e peguei no seu pau duro, ele era grosso e grande, latejava e ainda estava sujo de porra. Coloquei na boca sua pica daquele jeito mesmo, o salgado do seu leitinho quase me fez desistir de chupar, mas ele não me deixou tirar a boca. 

Ele começou a forçar minha cabeça contra seu pau, o pedreiro fodia minha boca como se fosse uma bucetinha, quando tava prestes a gozar mais uma vez ele tirou seu pau de dentro e se controlou pra não esporrar. Ele ainda queria comer minha pepeca e não queria desperdiçar mais um jato de porra, então ele me colocou na frente da porta e me inclinou pra frente; me fez colocar minhas mãos nos meus joelhos e me fez empinar meu rabo pra trás. 

Me fez ficar de vigia olhando quem chegava perto de onde a gente tava enquanto ele me deixava nua da cintura pra baixo, ele abaixou minha calcinha e meu short; mirou seu pau na entrada da minha buceta e começou a forçar seu pau dentro de mim. 

Com muita dificuldade ele atolou sua jeba dentro da minha pepeca, quase me arrependi de ter entrado ali de tanta dor que estava sentindo, mas a dor foi passando e dando lugar a uma deliciosa sensação. Minha pepeca contraía no seu pau o tempo inteiro, acabei gozando na cabecinha da sua pica, quando me viu tremendo enquanto gozava no seu pau ele não se aguentou e gozou junto comigo. 

Pingou um pouco de porra no meu short mas eu não tinha visto, só percebi porque quando saímos do quartinho tinha outros 2 pedreiros do lado de fora que nos pegaram saindo juntinhos dali. 

Eles riram das marcas de leitinho na minha roupa e fizeram piadinhas perguntando se o pedreiro que me comeu estava se aliviando. Entrei em casa morrendo de vergonha, mas aquela não foi a última vez que ele me comeu, ainda tinha algumas semanas de obra e eu ainda não sabia pilotar a motinha direito. 

By - Contos Eróticos I Sheillaxv

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