Enchendo a pepeca de porra no quintal

Carinho escondido entre irmãos.

pepeca gostosa cheia de porra

Sempre convivi muito com a família do meu padrasto, desde pequena fui criada pra chamar os filhos do meu padrasto de irmão e eu me acostumei com isso e até gostava porque assim eu não era mais filha única. Cristiano é o mais velho de todos eles, ele já é casado e tudo, ele aparece aqui nas datas festivas para passar um tempo com a gente. 

Recentemente ele teve seu segundo filho, veio ele e a família passar um final de semana aqui em casa em plena quarentena. Não achei ruim afinal estava morrendo de saudades dele, mas agora sinto um pouco de culpa. Eu já sabia que a vida sexual deles andava bem ruim, eu escutei isso numa conversa do meu padrasto com minha mãe e que por causa disso eles estavam indo lá pra casa pra que a mulher dele tivesse mais tempo para se recuperar e a vida deles voltar a ser como antes. 

Cristiano aparentava andar sempre estressado, qualquer coisinha o irritava e ele andava sempre distante, eu achava engraçado as roupas coladas que ele usava sempre apertando tanto a pica que marcava na bermuda. Sem maldade nenhuma passou pela minha cabeça umas cenas de quando era mais nova e flagrei ele tomando banho. 

Eu estava sozinha em casa com ele e escutei o barulho do chuveiro ligado, decidi que daria um susto nele e botei minha cara na fechadura esperando até o momento que ele desligasse o chuveiro pra eu entrar de vez, mas quando comecei a espiar ele estava fazendo uma coisa que eu ainda não conhecia - ele mexia no pau, uma piroca enorme e bem grossa pra idade dele. 

A cabeça rosada daquela piroca sendo punhetada parecia até que machucava, depois de um longo tempo subindo e descendo sua mão na pica ele soltou seu leitinho no chão e voltou a tomar banho, depois dessa cena até desisti da minha brincadeirinha e fui pro meu quarto digerir tudo aquilo. A partir daí comecei a fazer o mesmo na minha buceta até que descobri o quão gostoso era se masturbar, indiretamente ele me ensinou a me dar prazer e até hoje gosto disso. 

Essas lembranças voltam assim do nada e me pega tão violentamente que fico doida pra enfiar os dedos na minha buceta, mas com a casa cheia de gente fica quase impossível, mas eu acabei percebendo que raramente alguém ficava no quintal de casa então era pra lá que eu ia quando tinha esses pensamentos libidinosos. 

Eu já ficava sem calcinha durante o dia pra facilitar a siririca, em uma dessas vezes eu estava ali com 3 dedos enfiados na minha xoxota e o dedão acariciando o meu grelinho quando escuto uma voz sussurrando perto de mim perguntando se tava gostoso. 

Flagrada tocando siririca escondido

Me assustei na hora, arregalei os olhos e encontrei Cristiano ali olhando pra mim e dando risada, quase morri de vergonha, tirei meus dedos da minha pepeca e tentei andar em direção a porta na tentativa de fingir que nada daquilo tinha acontecido. 

Mas ele me segurou pelo braço e me escorou na pia atrás de mim perguntando se eu já tinha gozado e se queria ajuda, eu não sabia o que responder...estava nervosa e com vontade de sumir dali, fiquei calada olhando pra cara dele quando comecei a sentir sua mão apalpando meu corpo indo em direção a minha buceta. 

Quando ele alcançou minha xana começou a dedilhar meu clitóris que aquela altura já estava bem durinho, seu dedo deslizava com facilidade em mim parecia que estava cheio de lubrificante, mas era somente meu melzinho. Pela segunda vez eu vi seu pau, continuava lindo como da primeira vez que vi, pulsava tanto que dava vontade de mamar, mas eu não podia fazer aquilo, ele era praticamente meu irmão então eu tinha que fingir um pouco mais pra me fazer de difícil. 

Ele me mandava pegar e eu negava, então ele começou a roçar na minha buceta, fechei os olhos só sentindo o vai e vem no meu grelinho, quase gozei na cabeça do seu pau, meu gozo foi interrompido por uma dor extrema como se estivesse me rasgando. 

Ajudei o maninho a esvaziar suas bolas.

Quando olhei pra baixo percebi que era ele forçando sua pica dentro de mim, eu mordia minha língua tentando desviar a dor da pepeca, cada pedacinho que entrava em mim parecia que me abria inteira. Todo atolado dentro de mim ele ficava metendo e tirando, enfiava até as bolas - parecia estar tão cheio de porra que ele até tremia enquanto me penetrava. 

Não poderia demorar muito, alguém poderia aparecer a qualquer momento... cada estocada ele olhava pros lado tentando vigiar ao redor, até os gemidos tinham que ser abafados. Fechei minhas pernas o máximo que podia tentando ficar mais apertadinha ainda pra ele, já não sentia mais tanta dor sobrou apenas prazer nas suas enfiadas em mim. 

Quando ele começou a meter mais rápido fiquei com medo dele esporrar lá no fundo e me engravidar, mas também não queria receber porra em outro lugar senão a pepeca, então fiquei caladinha esperando meu jato de porra. Até que finalmente comecei a sentir o fundo da minha buceta ficando quentinho e molhado, tinha tanto leite acumulado que demorou de sair tudo. 

Quando a última gota tinha sido despejada ele se desatracou de mim e guardou a pica. Nossa família já estava dando falta da gente e já estava nos chamando, voltamos pra casa sem levantar muitas suspeitas, mas fui correndo pro banheiro liberar seu líquido de dentro de mim, entrei no chuveiro e me agachei pra ver escorrer da minha pepeca. 

Agora quando ele tá aqui em casa eu vou dormir sem usar calcinha só pra se caso ele decida invadir meu quarto a noite pra me comer gostoso outra vez. 

By - Sheillaxv

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