No colo do padrinho safado

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Na minha família é bem normal todo mundo se reunir no final do ano pra passarmos a virada juntos. Apesar das brigas que sempre rola essa é a melhor época pra mim, são 5 dias incríveis, minha melhor atividade é a pescaria que meu padrinho me ensinou. 

Aprendi com ele como segurar uma vara com carinho pra não machucar, eu sempre gostei muito dele; era quem mais me presenteava e eu amava isso. Nossa relação sempre foi a mais normal possível, mas isso começou a mudar recentemente depois que ele se separou da sua esposa. 

Nossas últimas férias teve um gostinho diferente, no começo parecia que seria um porre porque tava todo mundo meio pra baixo sem querer se divertir por causa do meu padrinho, mas ele tentava mascarar sua tristeza o tempo inteiro pra não estragar o clima. Dessa última vez nem todo mundo conseguiu participar, alguns dos meus tios não conseguiram chegar a tempo então tivemos que nos virar com o que dava de transporte. 

O carro do meu pai estava bem socado de gente, era umas 4 pessoas atrás incluindo meu padrinho, meu pai acabou me mandando ir pro colo de alguém pra não deixar o pessoal apertado demais o caminho inteiro. Eu sempre gosto de sentar perto da janela então corri pro colo do meu padrinho porque julguei que seria o melhor lugar. 

Sempre enxerguei ele como meu segundo pai e acho que ele tinha esse mesmo sentimento comigo, ele me dava conselhos, me dizia o que fazer e o que não fazer e na maioria das vezes eu o obedecia. Mas tinha tanta coisa acontecendo que por uns instantes esquecemos de tudo isso... e lá estava eu sentada no seu colo, já estava preparada pra cair na piscina assim que chegasse lá. 

A estrada não tinha tanto buraco assim pra fazer o carro pular, porém as ondulações davam uma tremidinha nos passageiros, era pior pra mim porque eu não queria fazer peso no colinho do meu padrinho então tentava me segurar, não aguentei por muito tempo e quando resolvi descansar meu corpo por uns instantes percebi que era uma péssima ideia. 

Eu escutava histórias das minhas amigas na faculdade dizendo que tinham trepado com seus tios, primos e eu não conseguia entender o motivo do tesão que elas sentiam, parecia ilógico pra mim ficar molhada por alguém tão próximo. Quando estava ali sentada no seu colo comecei a sentir seu pau ficando duro, peguei cada detalhe, desde ele tentando esconder que estava excitado até o auge da dureza da sua pica. 

Estávamos no banco atrás do motorista, meu pai quem dirigia, se eu dissesse algo com certeza ele pararia o carro e expulsaria meu padrinho dali de dentro. Eu fiquei calada, continuei fingindo que nada acontecia mexendo no meu celular, meu padrinho também fingia demência, ele fechava os olhos pra dizer que tava dormindo. 

Minha bunda endureceu o pau dele

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Em alguns trechos a pista estava tão ruim que era impossível desviar de todos os buracos, então por alguns segundos eu cavalgava tanto no seu colo que cheguei a escutar meu padrinho gemer. Foi um gemido abafado e tímido; aquilo tinha sido o seu gozo que tinha acabado de sair, sua cueca deveria estar toda molhada do seu leite, quando saímos do carro vi que tinha uma manchinha molhada na sua bermuda e logo imaginei o que era. 

Ele tentava esconder colocando as sacolas na frente, mas só escondeu do resto do pessoal. Desse dia em diante a nossa relação mudou, ele não me tratava mais da mesma forma e passou a se esquivar de mim, ele me tratou com indiferença até um dia antes da gente voltar pra casa. No penúltimo dia resolvi ir pescar com ele, com muita relutância da sua parte consegui convencê-lo a me levar, estávamos indo apenas nós dois pro meio do mato. 

E foi ali, sentados numa sombra bem escondidinhos que ele me beijou, acariciou meu corpo e tirou uma lasquinha da bunda que ele havia gozado uns dias antes no carro. Dava pra sentir que ele queria o tempo inteiro lutar contra sua vontade de me comer, mas já era tarde demais, eu já estava sentada mais uma vez no seu colo e roçando minha pepeca no seu pau

Coloquei seu pau pra fora da bermuda e comecei a punhetar enquanto ele mamava meus peitos, seu pau tava tão duro e pulsando na minha mão...senti que ele estava prestes a gozar antes de me comer direito então eu parei com a punheta e deixei que ele se acalmasse. 

Enquanto isso fui tirando meu short e a parte de baixo do meu biquini, sentei novamente no seu colinho e guiei seu pau até a entrada da minha buceta, quando a cabecinha da piroca encostou no meu buraquinho deixei que meu padrinho fizesse o resto. Ele poderia negar e me tirar de cima dele, mas preferiu segurar minha cintura e me puxar pro seu pau entrar em mim. 

Cavalguei no seu colo como gostaria de ter feito aquele dia no carro, deixei que se aproveitasse de cada parte do meu corpo, quando ele me avisou que iria gozar saí de cima dele e me posicionei pra receber sua porra direto na minha língua. 

Vi suas bolas contraindo e seu jato de porra bem recheado lambuzando toda a minha cara, meu padrinho todo envergonhado depois de gozar se levantou e foi caminhando pra voltar pra casa. Chegamos lá sem nenhum peixe, mas com uma bela desculpa pra justificar a nossa ida. 

By - Contos eróticos I Sheillaxv

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