Tomando leite de pica escondida no beco

Putinha do beco.

boquete gostoso

A gente tinha acabado de se conhecer, fui com ele até um bequinho mais reservado pra gente conversar e acabei enfiando minha língua na boca dele em pouco tempo de papo. Um beijo quente e safado, gosto assim quando me pegam de jeito e me escoram na parede colando corpo com corpo pra me fazer sentir a pica dura roçando em mim. 

Eu ainda não sabia seu nome, mas já tinha certeza que tinha uma senhora pica gostosa. Enfiei minhas mãos por baixo da sua camisa pra sentir aquele peitoral quente, desci arranhando sua barriga doida pra tirar sua roupa toda e sentar em cima dele, mas apesar de não passar ninguém ali ainda estávamos na rua e eu não queria ser esse tipo de puta. 

Ele já estava muito duro e excitado; mesmo sem me penetrar ele gemia e só estávamos aos beijos. Minha pepeca aquela altura já estava encharcada, o som alto da festinha que a gente tava eu já nem escutava de tão concentrada que eu estava na nossa putaria. 

Sua piroca acabou escapulindo da cueca e fez um volume ainda maior na sua calça, sua barraca armada chamava tanta atenção que eu precisaria fazer alguma coisa pra não deixar o bichinho voltar daquele jeito. Deixei ele tocar minha pepeca molhadinha e deslizar seus dedos do meu grelinho até meu buraquinho apertado, abri minhas pernas pra facilitar a dedada e não aguentei me segurar por muito tempo acabei gozando em seus dedos. 

Quando ele tirou sua mão de dentro da minha calcinha ele levou direto pra sua boca e lambeu com vontade, me senti na obrigação de retribuir o prazer que tinha acabado de receber, logo levei minha mão até seu pau e apertei com vontade aquela cabeçona. Sentia ele pulsar ali, tava doida pra botar pra fora e cair de boca, mas ainda sentia vergonha de tudo aquilo precisei de uma forcinha pra ter coragem. 

Então ele botou pra fora aquele mastro e guiou minha mão pra pegar nele, apertei com vontade cada pedacinho daquela pica, senti suas bolas e sua pica doida pra encontrar minha xota quente. Punhetei com vontade como se fosse a última piroca que seguraria na mão, mas não era o suficiente, ele precisava e merecia mais coisas para gozar gostoso. 

Fui cedendo e aos poucos já estava de joelhos naquele beco sujo, o gostinho de pica me deixava doida - tive que enfiar minha mão dentro da minha calcinha pra aguentar o tesão na pepeca. Engoli seu pau até sentir ele bem lá no fundo da minha garganta, estava com o máximo da minha boca aberta pra aguentar a grossura dele. 

Me tratou feito prostituta e eu gostei.

Ele enfiava na minha boca como se estivesse metendo numa buceta esfolada, metia com vontade bem rápido e com força, engasguei várias vezes com sua pica atolada na minha garganta, ele pedia minha pepeca o tempo inteiro, mas eu não podia liberar, eu mal o conhecia e não tinha nenhuma proteção. Me segurei pra não me abrir inteira pra ele, tive que me contentar com uma siririca pra não fazer merda. 

Quando ele percebeu que não iria conseguir me comer começou a bombar cada vez mais rápido na minha boca como se fosse uma punição, já estava sentindo dor de tanto tempo que estava daquele jeito e ele não parava. Ele me xingava, me dava tapas na cara e eu apenas torcia pra que não tivesse alguém escondido espiando a gente. 

Já estava tremendo de dor quando ele meteu com mais força ainda, senti a cabeça do seu pau tocar com força no fundo da minha garganta e logo em seguida seu jato de porra preenchendo toda minha boca, saiu tanto leitinho que vazou pelo meu pescoço e me sujou inteira. 

Depois de um tempinho ele tirou seu pau e guardou de volta, eu me levantei ainda bem atordoada, não sabia o que fazer nem pra onde ir, fiquei encostada na parede tentando raciocinar enquanto assistia meu machinho acender um cigarro e começar a fumar. O gosto da sua porra não saía da minha boca, aquela brutalidade toda me deixou toda machucada, mas se ele quisesse outra rodada eu até aceitaria. 

Me recompus e limpei ao máximo sua porra do meu corpo, quando estávamos prestes a sair dali caí na besteira de olhar pros lados e vi um homem parado na janela de uma das casas daquele beco, ele estava com o pau na mão punhetando com vontade, na certa assistiu tudo e estava todo ouriçado se matando na punheta. 

Fingi que não tinha visto nada e segui com meu machinho de volta pra festa, o cheiro de porra ficou em mim durante a festa inteira, mas tive que aguentar até o final. Mais tarde quando cheguei em casa tomei um banho e fui direto pra cama, mas antes de dormir me acabei na siririca fantasiando uma foda com o meu machinho e com o homem tarado da janela. 

By - Sheillaxv

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