Empregada de sexo na empresa

Fui empregada sexual do meu tutor no trabalho contos eróticos

contos eróticos sexo na empresa
Meu colega de trabalho casado me fudeu

Ele deveria ter sido meu tutor durante meu período de treinamento na empresa, mas ele se aproveitou do meu estado de necessidade pra me enganar e me convencer a trepar com ele. Marcinho era casado, tinha filhos e uma ótima reputação na empresa; eu tinha acabado de chegar e mal conhecia as pessoas. 

Me prendi ao meu tutor durante semanas para aprender ao máximo no menor tempo possível, mas a única coisa que ele me ensinou nesse período foi a ser sua empregada de sexo. Marcinho tinha uma lábia impecável, ele me tratava como uma princesa pra me convencer de que seu casamento estava acabado, ele usava uma aliança que jurava que era apenas por ser costume, mas que não amava mais a mulher. 

Me deixei levar por aquele homem safado até não ter mais pra onde correr. Sua mulher viajava uma vez na semana e só voltava no dia seguinte; ele se aproveitava disso pra me levar pra sua casa e me comer, mas eu não podia tocar em nada pra não ficar meu cheiro. 

Ele me levava pros fundos da casa onde tinha um quartinho e ali dentro ele me despia, me deixava peladinha na sua frente e me comia até perder o folego. Eu tinha que deitar no chão e ficar com as pernas arreganhadas pra ele enfiar seu pau dentro de mim; não podia deitar um pouquinho na cama pra não ficar meu cheirinho de puta nos lençóis, eu acreditava de verdade que teríamos um romance depois do divórcio deles. 

Por meses essa foi a minha vida e eu até que gostava daquilo, no trabalho eu sentava ao lado dele na mesa porque era a sua auxiliar, ficávamos numa sala praticamente sozinhos; raramente alguém aparecia e ainda assim ficava pouco tempo. Ele falava que eu tinha que ir de saia ou de vestidinho, mas sem short pra não atrapalhar ele. 

Durante o expediente, quando estávamos a sós, ele enfiava sua mão por baixo da mesa e deixava seus dedos atolados dentro da minha buceta. As vezes ele passava bastante tempo com os dedos ali que chegavam até a me incomodar, mas eu estava disposta a provar pra ele que eu era sua melhor escolha. 

Certa vez ele tentou me convencer a tirar minha saia e ficar nua da cintura pra baixo, eu tava quase tirando quando alguém entrou na sala de vez e me assustou; naquele momento perdi a coragem de tirar e ele ficou muito estressado por isso. Quando teve a oportunidade de descontar meu mau comportamento ele maltratou meu cuzinho pra que eu pudesse aprender.

Então da segunda vez que ele pediu isso eu acabei aceitando, fiquei na parte mais escondida da mesa completamente sem roupa da cintura pra baixo, ele queria que eu ficasse daquele jeito pra acariciar minha pepeca enquanto ele trabalhava. De vez em quando alguém entrava lá e eu me espremia na mesa pra pessoa não perceber meu estado. 

Ao meu lado, vendo que eu ficava com vergonha, ele só fazia rir. Em um momento alguém apareceu pra pedir algo e ele não tirou seus dedos de dentro de mim pra atender a pessoa, um bom observador com certeza perceberia que algo de estranho estava acontecendo por baixo daquela mesa, mas a pessoa saiu sem falar nada e sem esboçar nenhuma reação de espanto. 

A gente trepava pelo meio do caminho pra ninguém ver

contos eróticos gozando dentro da buceta
Ele gozava em mim e depois ia embora

Marcinho sempre me dava carona até boa parte do meu caminho de volta, quando parávamos em algum posto para eu descer ele me chamava pra gente fazer um pouquinho antes de eu ir. Ali dentro do carro mesmo ele colocava seu pau pra fora da calça e eu logo abaixava minha cabeça pra chupar seu pau. 

Ele gostava de meter até o talo dentro da minha boca e isso sempre me fazia quase vomitar ali dentro, mas ele me segurava e me fazia engolir tudinho. Ele segurava minha cabeça contra sua pica com tanta força que eu sentia meu queixo apertando suas bolas. Marcinho se recusava a gozar na minha boca, ele sempre queria leitar na minha pepeca e eu sempre cedia mesmo tendo muito medo de engravidar. 

Então depois de chupar bastante sua pica e deixar bastante babado ele me convencia a me despir inteira pra sentar no seu colo. As vezes ficava um funcionário na janela do andar de cima do posto olhando pra dentro do carro, eu tinha a sensação que ele já ficava esperando a gente chegar pra ficar nos olhando. 

Marcinho não ligava muito pro funcionário, mas eu ficava morta de vergonha por estar ali pelada na frente dele. Marcinho chupava meus peitos enquanto eu cavalgava no seu pau, eu montava em cima dele e ficava ali rebolando até sentir ele gozando. Sempre muito cheio de porra ele despejava tudo dentro de mim, e eu tinha que guardar todo aquele leite na minha buceta pra não sujar o carro. 

Depois da carona eu ainda tinha que andar por uns 5 minutos antes de chegar em casa, eu ia andando com a buceta soltando porra e melando minha calcinha inteira. Por sorte nunca engravidei, mas também nunca tive o Marcinho como namorado como ele me prometeu.

By - Contos Eróticos I Sheillaxv

Comentários