Carinho na pepeca atrás do poste

Putinha de beco desde sempre.

putinha de beco

Minha rua era sempre muito escura e sempre muito cheia de menino, era um pesadelo para os pais de meninas ter todo aquele arsenal de picas todas ouriçadas para entrar na primeira pepeca fácil que encontrassem. Por causa disso raramente eu tava junto na bagunça, meu pai muito rígido trancava logo as portas quando escutava o movimento lá fora. 

Só que para minha felicidade uma vez na semana meu pai trabalhava até mais tarde, então eu insistia tanto pra sair que minha mãe acabava deixando, nessas fugidinhas eu tirava meu atraso. Já tinha meu namoradinho fixo da rua, todo mundo dizia que ele comia as meninas quando eu não estava, mas eu não ligava muito. 

Assim que eu saía já chegava perto do grupinho, dava pra ver o sorriso de orelha a orelha na cara do Davi doido pra me comer. A gente logo inventava de bater um pique esconde pra sair dos olhares mais atentos dos vizinhos, logo todo mundo se espalhava e cada um ia pra um canto chupar alguém. 

Eu ia junto com o Davi atrás de um poste no final da rua, era bom o esconderijo, ninguém conseguia nos ver e nós poderíamos ver todos que passavam, mas tinha que ser tudo no sussurro pra não despertar a curiosidade de quem passava pela rua. Assim que chegávamos ele olhava pros 4 cantos da rua e já me prensava contra o poste enquanto procurava meus lábios, sentia aquele corpo sem camisa e todo suado se encostando no meu doido pra me roçar todinha. 

A inexperiência fazia ele ser todo afoito, mas aquilo era o mais gostoso. Ele procurava minha buceta enquanto segurava minha cintura e apertava contra ele. Certa  vez apareceu um amigo nosso bem no lugar onde estávamos, ele ficou ali parado ao lado da gente enquanto a gente se pegava, eu reclamei da sua presença ali, mas ele queria ver a gente fazendo. 

Na mesma hora notei que ele segurava no pau, ele era um pouco mais velho que eu e o Davi e bem mais forte, então quando ele nos ameaçou contar pra todo mundo não tivemos outra escolha além de aceitar. Irritado ele mandou o Davi me beijar logo e começou a guiar ele mandando me apalpar na bunda e nos peitos, teve um momento que ele mandou abaixar minha blusa e colocar meus peitos de fora...relutei um pouco, mas fui repreendida com outra ameaça então tive que deixar. 

Deixando mamar nas minhas tetas.

Logo senti a boca do Davi sugando meus peitos como um bezerro, a cara de satisfação dele chegava até a assustar. Enquanto estava ali dando de mamar pro Davi senti uma mão tentando entrar na minha calcinha procurando meu cuzinho, era aquele menino safado tentando dar uma dedada em mim, tanto lutou até que conseguiu, quando senti seu dedo forçando na minha bunda tentei me afastar e sair dali, mas eles me seguraram. 

O outro garoto disse que só queria sentir um pouquinho meu rabo e que já ia parar, então eu deixei...percebi ele se aproximando mais ainda atrás de mim e abaixando mais a minha roupa. Fiquei com o rabo livre pra ele que se deliciava ali, ele era bem alto então tinha que se abaixar um pouco pra roçar sua pica na minha bunda, senti ele afastando minhas bandas e mirando a cabeça da pica bem no buraquinho do meu rego. 

Troquei o namoradinho por causa do tamanho da pica.

Dava pra sentir que sua piroca era bem maior que a do Davi, tive medo dele tentar enfiar e me machucar, mas ele só roçava até que senti uma coisa quente na minha bunda, ele me segurou forte na cintura e deu uma respirada no meu pescoço que me arrepiou, logo senti uma coisa molhada e quente me lambuzando inteira. 

Reclamei na mesma hora achando que tivesse feito xixi em mim, mas ele riu e disse que só tinha leitado, não entendi na hora e só me afastei deles dois. Nesse dia o Davi deu sua última roçadinha em mim, das outras vezes que tive oportunidade de sair de casa fui direto ao encontro do meu novo namoradinho. Esse outro me levava pra outros lugares e se aproveitava pra me comer e acariciar minha xana, sempre terminava as brincadeiras cheia de porra e com o rabo todo dolorido. 

By - Sheillaxv

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