Boquete escondido na pracinha

Banco de praça é lugar de pagar boquete.

tomando leite de pica

A gente costumava andar de bicicleta numa praça aqui perto de casa. Era sempre no finalzinho da tarde quando o sol já estava mais agradável. Eu morava num povoado, então raramente aquele lugar tinha movimento, era tão tranquilo que as pessoas deixavam as portas abertas enquanto dormiam. 

Aquele lugar deserto era bom pra umas coisas e ruins pra outras, era bom por causa da privacidade, por causa da calmaria...mas o ruim era que poderia acontecer qualquer desastre que as pessoas só se dariam conta muito tempo depois. As vezes, em alguma época festiva, os parentes das famílias aqui vinha visitar seus pais, avós e tudo mais, era a maior novidade que tinha aqui. 

Tinha um em especial que eu gostava muito, era o filho da dona Maria, ele era bem mais velho, aparecia aqui num carro bonito todo preto, ele era bem vestido, meio barrigudinho e já quase ficando calvo. Eu ouvia o pessoal na minha casa dizer que ele só gostava de novinhas, minha mãe dizia sempre quando ele estava lá que provavelmente estava procurando uma ninfetinha pra passar as férias. 

A casa onde a mãe dele morava era em frente a praça, quando eu ia pedalar ele sempre estava lá me observando, ele sorria pra mim quando eu passava. Eu o achava bastante atraente, amava quando ele estava lá só pra receber aqueles olhares, uma vez ele me ajudou com a corrente da bicicleta que se soltou no meio da pedalada. 

Estávamos sozinhos, ele se agachou ao meu lado colocou uma mão apoiada na minha coxa e com a outra mão consertou minha corrente, eu sabia fazer aquilo, mas com certeza não iria recusar uma ajudinha dele. Desde então passamos a ter conversas mais longas, eu chegava mais cedo na praça e voltava pra casa mais tarde, ele entrava na minha vida sem o menor pudor, perguntava coisas extremamente íntimas e que me deixavam envergonhadas, mas eu sempre respondia. 

Com um tempo a conversa foi ficando cada vez mais picante, ele perguntava sobre meus namorados e se eu já tinha mais intimidade com eles. Ele percebia minha vergonha por isso continuava...faltava pouco mais de 1 dia pra ele voltar pra casa dele quando finalmente teve coragem de me beijar, a gente estava sentado em um banquinho atrás de uns arbustos quando ele me perguntou se podia me dar um beijo. 

Eu não respondi nada, fiquei calada rindo olhando pra ele até que recebi seu beijo. Eu correspondi, tentei parecer mais experiente do que era e comecei a passar a mão no seu corpo, cheguei ao ponto de descansar minha mão em cima do seu pau por cima da calça. Ele se aproveitou daquilo pra colocar sua mão na minha bucetinha também e ficou alisando enquanto me beijava. 

Me ensinou a chupar pica e a engolir porra.

Depois de um tempo ele chegou pertinho do meu ouvido e mandou eu apertar minha mão na sua piroca, mas eu fiquei quieta então ele colocou sua mão por cima da minha e guiou os movimentos que ele queria que eu fizesse nele. Mesmo por cima da roupa dava pra sentir ele pulsando, era estranho, gostoso e quentinho. 

Voltamos a nos beijar, mas dessa vez ele me acariciava e eu fazia o mesmo com ele, ouvir seus gemidos era tão gostoso quanto receber carinho na pepeca e eu acabei gozando daquele jeito. Quando percebeu que eu tinha gozado ele parou de me tocar e colocou pra fora sua piroca, logo em seguida senti sua mão em volta do meu pescoço fazendo pressão pra eu me abaixar, ele sussurrava pedindo pra eu chupar um pouquinho. 

Faltava pouco mais de um palmo pra minha boca chegar na cabeça da sua piroca, eu tinha ido longe demais pra desistir daquele jeito, eu não podia simplesmente sair correndo e deixar ele ali de pau duro na pracinha. Em um momento fiquei tão perto da sua pica que sentia seu cheiro, então abri a boca e deixei seu pau entrar. 

Senti ele colocando um casaco em cima da minha cabeça pra esconder o boquete, minha bicicleta estava na nossa frente servindo de barreira, mas acho que nem precisava, não tinha ninguém ali pra nos flagrar. As vezes eu cansava de chupar e ele batia seu pau na minha cara como se eu fosse uma putinha, enquanto eu mamava ele tentava enfiar seu dedo no meu cuzinho; eu até tentava negar, mas aí ele afundava ainda mais sua piroca na minha garganta. 

Ele ficava apertando meu botãozinho até eu dar um pulinho de dor no banco aí então ele parava e voltava a forçar seu pau na minha boca, deve ter durado uns 15 minutos a chupadinha que eu estava dando antes dele gozar na minha boca. Ele nem me avisou que estava prestes a gozar apenas esporrou seu leite, quando me dei conta já estava com aquilo na minha boca vazando pelos cantos. 

Engoli uma boa parte porque ele me segurou pra não jogar fora. Ficamos ainda ali conversando por uns minutos antes de irmos embora tentando certificar que ninguém nos viu fazendo aquilo. Ele voltou outras vezes por aqui e eu continuei sendo sua putinha, só que em lugares mais reservados do que uma pracinha. 

By - Sheillaxv

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