Liberei o anelzinho pro caseiro

Fui flagrada na siririca e tive que liberar meu anelzinho pro caseiro.

novinha greluda

Sempre gostei de tocar uma siririca, acho que antes de começar a falar eu já me masturbava. O ruim era que na minha casa tudo era tão pequeno que eu não conseguia ficar sozinha pra me tocar. Eu não aguentava esperar até de noite, quando o tesão vinha eu me contorcia toda até finalmente me dedar. 

Por isso eu sempre adorei quando meu pai decidia passar o final de semana na roça, lá era muito espaçoso; dava pra ficar horas fora da vista das pessoas que ninguém sentiria falta. Nesses momentos eu me acabava, me masturbava até desfalecer de sono, qualquer lugar vazio era bom pra fazer isso, mas eu gostava em especial da casinha de madeira onde guardavam as palhas. 

Ali era quentinho e dava pra deitar em cima das palhas com a mão na pepeca, eu gostava de abaixar minha calcinha até os pés e ficava bem arreganhada. Quando eu terminava ficava toda molhadinha, então eu esperava um pouco de pernas abertas até secar aí eu me vestia e voltava pra casa pra tomar banho. Nessa roça que a gente ia tinha um caseiro que cuidava das coisas, ele era estranho, nunca me deixavam ficar muito perto dele e eu também não gostava. 

Ele tinha um cheiro estranho, andava com umas roupas rasgadas e por incrível que pareça nessa época eu já reparava na piroca dos homens, já sabia quando estava ou não usando cueca e esse caseiro raramente tinha algo segurando o pau. Algumas vezes flagrei ele mijando pelos cantos da roça e achei aquilo tão diferente, me toquei pensando no seu corpo apenas da cintura pra baixo porque da cintura pra cima era tudo muito esquisito. 

Quando meu pai ia separar os bois eu ia junto, o caseiro também estava lá pra ajudar e por vezes, quando meu pai estava atolado de ocupações, o caseiro ia pro cantinho da cerca dar uma mijada. Eu tentava disfarçar pra ele não perceber que eu estava vendo, mas certeza que ele sabia que eu o espiava, por isso passava tanto tempo com o pau na mão e balançando. 

Quando ele guardava a piroca dava pra ver que tava duro, ele tentava esconder colocando uma bolsa velha na frente, mas quando meu pai não estava por perto ele tirava ela da frente e deixava eu ficar espiando. Um dia, quando eu estava descansando em cima das palhas depois de gozar, ele apareceu do nada na minha frente, eu estava toda arreganhada com a pepeca de fora, minha calcinha nesse dia estava jogada no chão bem longe de mim. 

Ele pegou ela e se aproximou de onde eu estava deitada, achei que fosse jogar em cima de mim e me mandar sair dali como uma pessoa normal, mas ele cheirou. Deu uma cafungada forte no fundo da minha calcinha, olhou pra minha cara com um ar malicioso e perguntou se eu já tinha gozado gostoso. 

Eu não tinha o que responder, sentia vergonha e estava trêmula - ele se abaixou perto de mim entre minhas pernas e chupou minha buceta. Quando senti sua língua me tocando quase tive um ataque do coração, meu coração batia tão forte que se fizesse um pouquinho de silêncio daria pra ouvir. Pensei em sair dali, mas eu tava sem calcinha e toda babada, não tinha coragem de chegar em casa daquele jeito, então eu fiquei. 

Sugou todo meu melzinho como um bezerro.

Ele me sugava, parecia querer beber cada gota que saía de mim, decidi que ficaria quieta até que ele desistisse daquilo. Deitei nas palhas enquanto ele mamava minha buceta, até que ele começou a tocar minha buceta com aqueles dedos sujos e ásperos, eu falava que não queria, mas cada ''não'' que saía da minha boca ele enfiava mais um pouquinho. 

Seu pau começou a crescer dentro da calça, fez uma barraca tão grande que escapuliu por um buraco que tinha na roupa, quando ele viu aquilo abaixou sua calça até altura dos seus joelhos e veio em direção ao meu rosto. Tinha um cheiro forte, eu não queria colocar na boca, mas ele me fez abrir e receber aquela pica suada. 

Seu pau babava na minha língua e eu cuspia de nojo toda vez e ele batia na minha cara toda vez que eu desperdiçava assim. Senti seu jato de porra na minha boca, um gosto horrível de leite de pica, quase vomitei... achei que tivesse acabado, mas sua piroca não abaixou, ficou ali apontada pra cima e ele voltou pra ficar entre minhas pernas. 

Tava prestes a negar dar minha xoxota quando ele me fez virar de costas e empinar minha bunda pra ele, estava claro o que ele queria e eu teria que aguentar. Ele usou o melzinho que saía da minha buceta pra lubrificar o meu cuzinho, eu não entendia o porque de eu estar tão molhada se eu tava morrendo de medo. 

Eu não queria ser penetrada, mas também não queria ir embora.

A cabeçona da pica passou com dificuldade, parecia que tava rasgando minha bunda, pedi pra parar porque tava doendo muito e ele até que atendeu ao pedido, mas não demorou muito pra ele se cansar e decidir meter o resto. O restante da piroca entrou rasgando até minha alma, quando estava todo atolado dentro de mim ele parou um pouco e passou o dedo no meu cuzinho e me mostrou o sangue que tinha saído. 

Morri de medo, mandava ele sair dali, mas ele apenas ria de mim e mandava eu ter calma. Ele começou a meter forte, suas estocadas me faziam levantar o rabo um pouquinho e ele descia de vez. Enquanto comia minha bunda ele levou seus dedos na minha buceta procurando meu grelinho, quando ele passou o dedo em cima sentiu que estava bem durinho e sensível. 

Quando sentiu aquilo ele me chamou de vagabunda e que era rola que eu tava precisando mesmo, então ele começou a meter cada vez mais forte até gozar pela segunda vez dentro de mim. Senti minha bunda sendo preenchida pelo seu líquido quente e espesso, ele se jogou em cima de mim exausto, seu pau ainda estava atolado na minha bunda...quando ele tirou já estava mole. 

Não aguentei me mover, acabei pegando no sono, quando acordei ele já não estava mais lá, minha calcinha também não. Vesti meu short e fui direto pra casa, eu andava mancando, como se tivesse caído de bunda no chão... meu pai quando me viu daquele jeito brigou comigo achando que eu tava pegando picula pelos matos. 

O caseiro estava ao lado dele me olhando de cima abaixo completamente orgulhoso do que tinha feito em mim. Fui correndo tomar um banho, me agachei no chuveiro e vi o restante da sua porra escorrendo do meu cu junto com um pouquinho de sangue. 

Nesse dia dormi cedinho e feito pedra, nessa mesma época ele também comeu minha pepeca, ele invadiu meu quarto durante a noite e me pegou mais uma vez na siririca. Dessa vez ele resolveu o problema, meteu a pica tão gostoso na minha buceta que me saciou por dias. 

By - Sheillaxv

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