Bebendo leite escondida no aniversário

Aproveitando a festa de pernas abertas.

abrindo as pernas

Não gosto muito dessas interações entre família, fico sempre num canto sozinha mexendo no celular ou conversando com alguma visita tão entediada quanto eu. Eu não o conhecia, não sabia de que buraco ele tinha saído ou se era um penetra. Ele se apresentou como Isaías e começou a conversar comigo puxando assuntos tolos sobre a galera que estava lá. 

O aniversário mais entediante que tinha ido começou a ficar interessante quando surgiu em mim um certo desejo de conhecer ele melhor. Eu estava no interior, eu quase não via ninguém além da minha família e não beijava uma boquinha fazia séculos, então quando percebi que ele também tinha interesse em mim fiquei mais ouriçada do que já estava. 

O jeito que ele me tocava quando falava comigo era tão diferente, aquele estilo de macho do interior que não aguenta ver uma pepeca nova na área que já cai matando em cima. A festa deixava o pessoal entretido de um lado e me liberava de outro. Recebi uns 2 convites pra ir no fundo da casa com ele, não tinha ninguém ali e eu sabia o que aconteceria se eu fosse, mas eu não queria ser fácil assim de primeira. 

Enrolei ele por um tempo até aceitar um breve selinho na boca, virei o rosto logo em seguida depois de sentir seus lábios no meu. Era arriscado fazer aquilo ali afinal ele aparentava ser bem mais velho e todos ali eram meus parentes jamais me deixariam com um homem casado e com tanta diferença de idade assim. As outras tentativas de beijos eu neguei e o chamei pra ir comigo até os fundos pois lá eu daria um único beijo e depois disso não era para ele me encher o saco. 

Fui primeiro e chegando lá fiquei escondida numa parte bem escurinha, quando ele chegou meu coração gelou tanto que quase desisti. Ele veio todo bruto e me beijou, ele era tão alto que durante o beijo me suspendia um pouco. Ele era quente, forte, exalava brutalidade....usava uma bermuda que mal continha sua pica, eu sentia ela roçando na minha barriga enquanto me beijava. 

Ele me marcava como se eu fosse sua puta.

Ele insistia em beijar meu pescoço deixando marcas de chupões mesmo eu pedindo pra não me marcar, mas ele não ligava; queria chupar algo e eu tive que colocar meus peitos pra fora porque era o local mais escondidinho que ele poderia chupar. Empolgado nas minhas tetas ele começou a descer suas mãos e tentava insistentemente tocar em minha buceta, as roupas que eu estava vestindo atrapalhava suas investidas. 

Eu não tinha a menor pretensão de deixar ele fazer aquilo, porém comecei a ficar molhada e com a pepeca piscando. Minha buceta encharcou com seu dedo tocando meu grelinho e eu acabei deixando ele tirar meu short e abrir minha pepeca pra me chupar. A língua dele passeando pela minha buceta me deixava tão doida que eu fechava os olhos e logo vinha a vontade de gozar na sua boca, morria de medo de estar ali com ele, mas cada sugadinha que ele dava me deixava louca. 

Isaías parecia sedento por xana, lambeu cada pedacinho de mim até me deixar de pernas bambas, eu ainda estava me recuperando da mamada quando ele se levantou com a piroca apontada pra cima tentando enfiar aquilo em mim. Seu pau era enorme, grosso, cheio de veias que pareciam que iria estourar, quando ele me fez segurar em seu pau senti latejar na minha mão de um jeito que parecia um presidiário que não trepou por anos. 

Pepeca molhada a pica entra fácil.

Sua respiração era ofegante, parecia que ele se controlava para não gemer alto, era a coisa mais errada e gostosa do mundo, ele tremia tentando se aproveitar ao máximo de mim. Sem camisinha, em pé, numa casa cheio de gente quase sendo flagrada ali. Eu tinha medo, porém o tesão me dominou, eu senti aquela lapada de rola latejando pra entrar em mim e não aguentei, ficava dizendo que não queria aquilo só por um charminho. 

Na primeira enfiada eu me calei e deixei ele conduzir a penetração. Quase me pegando no colo ele me fazia de bonequinha sexual, mal me deixava tocar os pés no chão, se a casa estivesse em silêncio com certeza iria escutar a penetração. Quando escutei meu pai gritando por mim me dei conta da merda que estava fazendo, então lutei pra sair de cima do seu pau, mas ele ainda não tinha gozado e não me deixou sair. 

Bati tanto nele, mas sem sucesso, quando ele me soltou já era hora de receber seu jato de porra na boquinha então eu só me agachei. Depois da mamadeira eu voltei correndo com a buceta ardendo de tanto levar pirocada. Eu não encontrei mais meu namoradinho depois da foda, mas até hoje sinto aquele cheiro de macho safado e me masturbo muito pensando numa segunda rodada.

By - Sheillaxv

Comentários

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