Trepei com o chefe e ganhei gorjeta

Preenchi a vaga de emprego dele e ele preencheu minha pepeca.


No auge da busca pelo meu primeiro emprego ainda no ensino médio eu me deparei com muitas pessoas me aconselhando sobre como me portar na frente do meu suposto primeiro chefe. Principalmente meu pai vivia dizendo que eu deveria aparentar estar disposta a fazer de tudo pela vaga. 

Acho que quando ele dizia isso não considerava os testes que eu seria submetida. Sempre tentava sair o mais bem arrumada possível sempre muito bem comportada. Não havia nada muito sexy em mim naqueles trajes...era somente eu ali plantada na frente de um desconhecido quase implorando para trabalhar pra ele. 

O primeiro que me aceitou como funcionária já veio todo cheio de gracinha, mas eu queria a vaga, né..então não me importei com as brincadeiras cheias de segundas intenções. Era uma padaria e eu tinha que ir para trabalhar meio período todos os dias, ia direto do colégio então por muitas vezes chegava lá fardada. Seu Pedro me fazia trocar de roupa no banheiro dentro da sua sala ele dizia que o banheiro comum poderia atrapalhar algum cliente com pressa. 

Não fazia muito sentido essa justificativa dele, mas meu pai sempre dizia que ''manda quem pode obedece quem tem juízo''. Nunca comentei com ninguém desse detalhe bobo do meu emprego. Não tinha muitas mulheres por ali e as que tinham trabalhavam no balcão, eu ficava subindo e descendo deixando meu chefinho ciente de tudo o que acontecia no estabelecimento dele. 

As vezes eu ficava cansada de tanto andar e ele me deixava sentar numa cadeira dentro da sua sala, ali tinha ar condicionado então eu adorava. Eu sabia que ele me olhava com desejo dava pra perceber por causa do jeito que me perguntava sobre a minha vida ou sobre meus namorados. Eu tenho família no nordeste principalmente na Bahia então ele sempre vinha com um papo de que as meninas de lá gostavam tanto de namorar por causa do calor. 

Ele usava isso pra puxar papo sobre namoro comigo, logo em seguida ele vinha perguntando se eu tinha um ou se pretendia namorar. Sempre respondia que não e que só faria isso depois da escola. Sentia um olhar faminto vindo dele sempre que estávamos nessas conversas, parecia que a qualquer momento ele iria me devorar. 

Um dia ele tocou no assunto sobre sexo, na época eu não era tão experiente assim e fiquei até vermelha por tocar nisso. Quanto mais envergonhada eu ficava mais ele insistia em saber se algum namoradinho já tinha me deflorado. A mesa que separava nós dois não era tão grande assim, alguns movimentos que ele fazia no seu colo dava pra perceber principalmente as carícias no pau. 

Nesse dia alguém nos interrompeu e eu saí bem rápido da sua sala que até esqueci de pegar meu pagamento. Só voltei ao trabalho na segunda depois da aula e fui falar com ele pra avisar que tinha esquecido; ele me pediu pra voltar no final do expediente e assim eu fiz. No finalzinho do dia apareci lá com a cara mais descarada do mundo pedindo meu pagamento e ele já estava lá prontinho pra me dar. 

Fui até a mesa com a mão esticada e encontrei um bolinho muito bem enrolado de dinheiro no colo do seu Pedro. Ele me chamava de gatinha e insistia pra que eu fosse pegar. Todo ouriçado dava pra ver claramente sua piroca marcando sua calça, não sei como ele conseguia fazer aquilo de mexer o pau por dentro da roupa sem tocar. 

Deixei ele me fazer de marmitinha

Meio óbvio que eu peguei meu dinheiro e logo guardei na minha mochila - enquanto eu fazia isso ele veio atrás de mim e me encoxou por trás perguntando se eu tinha tido um bom dia. Ainda virada de costas pra ele eu respondi que sim, mas logo em seguida senti sua mão na minha cintura me forçando a virar de frente pra ele bem colada no seu corpo. 

Seu Pedro fazia perguntas e mais perguntas enquanto roçava sua piroca em mim, tava tão duro que encaixava certinho entre minhas pernas. Ele ainda não tinha colocado sua jeba pra fora, gostava só de me provocar segurando minha mão e colocando sobre sua pica. Quando menos esperei ele me beijou, um beijo quente e bem demorado. 

Sua mão em volta do meu pescoço fazendo o possível pra me deixar toda descabelada e sua outra mão apalpando minha bunda com força. Por uns instantes ele colocou minha mão sobre seu pau e eu mantive ali por um tempo, acariciei todo tentando sentir o quão duro ele estava. Fui sentindo ele tirando minha roupa e me empurrando até umas caixas que ficavam num cantinho escondido no fundo da sala. 

Ali ninguém poderia nos encontrar e ele comeria a pepeca da ninfeta safada que ele tinha contratado. Já estava completamente nua quando o safado segurou uma de minhas pernas no ar e se preparou pra meter. Sem camisinha ele foi enfiando devagarinho aproveitando o melado que saía da minha buceta. 

Já estava completamente atolada no seu pau quando um funcionário da padaria bateu na porta e meu chefinho o mandou esperar, o rapaz ficou ali plantado na porta provavelmente escutando meus gemidos enquanto ele me comia. Meu pescoço todo marcado de chupão e mordidas e minha bunda toda cheia de marcas de tapas, eu parecia mais a potranca de estimação dele. 

Não demorou muito pro seu Pedro gozar dentro de mim - depois de despejar seu litro de porra em mim ele saiu de perto e guardou a pica e foi correndo abrir a porta pro funcionário dele; eu ainda tava ali escondida terminando de tirar seu líquido de dentro de mim. Fui pra casa com uma certa gorjeta que meu patrão tinha me dado, meu pai todo orgulhoso nem desconfiou do motivo daquilo e só ficou todo feliz por causa do meu empenho no trampo.  

By - Sheillaxv

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