Escondida flagrando a punheta do primo

Espiando a punheta do primo.

No final da rua, na casa verde de 2 andares, eu me escondia para me tocar. Era uma época diferente, era bem comum pros meninos ainda jovens quererem ter seu próprio espaço então fazia um andar em cima da casa dos pais pra dizer que moravam sozinhos. Não tinha nem porta direito, aquilo parecia mais um amontoado de madeiras escorado na abertura da porta, qualquer um podia entrar. 

Davi morava ali, é meu primo mais velho, sempre achei bonito, eu costumava fingir que ele era meu namorado antes de dormir. Quando comecei a invadir seu espaço era somente para me esconder no pique esconde ou pra massagear a pepeca, em uma dessas vezes o flagrei fazendo umas coisas que me deixaram ouriçada. 

Se fosse hoje chamariam sua casa simples de barraco, pelos buracos da parede dava pra ver quase tudo; sua cama; cozinha, sala...quase tudo em um único cômodo. Entrei ali bem quietinha pra não ser pega no pique, fiquei entre umas tralhas encostadas na parede, ninguém conseguiria me achar, nem mesmo o Davi que estava lá dentro. Tava tudo tão escuro, mas eu conseguia ver perfeitamente o que acontecia ali dentro por causa dos buracos na parede. 

Comecei a vigiar ele por ali, Davi deitado na cama com a tv ligada e lendo uma revista, eu era dedo duro o suficiente pra sair dali e gritar que ele estava desperdiçando energia por deixar a tv ligada sem tá assistindo de verdade, mas eu queria ganhar o pique então fiquei quieta. Continuei observar meu namoradinho fictício até que ele começou a apalpar seu pau por cima da roupa. 

A pepeca ardia vendo aquilo tudo.

Achei engraçado e continuei ali, concentrada, vendo cada apertadinha que ele dava na pica. As vezes ele parava e olhava em direção a porta, acho que era pra se certificar que estava sozinho. Não era exatamente  com a porta que ele deveria se preocupar. Comecei a sentir umas coisas na minha buceta quando ele colocou aquilo pra fora, achei enorme, a cabeçona vermelha me atraía tanto. 

Ele apertava sua mão em volta daquele mastro e subia e descia no corpo do seu pau, eu tava gostando de ver aquilo, principalmente porque saía uma coisinha da ponta. Por um vacilo espirrei, dei sinal que estava ali e ele só precisou se levantar e acender a luz pra me encontrar. Ele me pegou agachada com um buraco enorme que dava certinho pro lugar onde ele estava, Davi não era bobo, ele sabia o porque eu estava olhando e me chamou pra entrar. 

Sentei no mesmo lugar onde ele tava punhetando poucos segundos atrás, ele me perguntou se eu tinha gostado do que vi e eu só balancei a cabeça que sim. Vi o sorriso no seu rosto como se tivesse tirado a sorte grande. Ele ficou sentado no sofá quase deitando e perguntou se eu queria mexer também, mas antes que eu pudesse responder ele colocou aquele mastro pra fora novamente e guiou minha mão até sua pica. 

Então eu o toquei, era grosso e quente, parecia pulsar, aquela cabeçona parecia que iria explodir, e a babinha que saía parecia ter um gosto delicioso. Experimentei colocar o dedo sujo daquilo na boca, mas ele me mandou colocar minha língua na cabeça da pica que o gosto ficaria melhor, então eu fiz. Chupei seu pau e suas bolas enquanto sentia os dedos dele entrarem na minha calcinha e me tocarem também. 

Me tratou como uma vagabunda e eu gostei.

Ele metia 2 dedos em mim até onde cabia e acariciava meu grelinho bem gostoso, eu gostava, dava vontade de gozar na mão dele, mas quando tava perto ele tirava e aí começava tudo de novo. Davi tinha gostando dos meus peitos, ele revezava em cada lado e aquilo me deixava arrepiada, ele mordia os biquinhos até ficarem bem vermelhinhos, tive medo de ficar a marca e alguém ver depois. 

Eu pedia pro Davi fazer mais devagar, mas ele não se importava muito, ele mandava eu ficar quieta e deixar ele mamar mais um pouquinho, ele usava seu pau como chantagem, mas na real todos os benefícios eram dele. Seus beijos eram quentes, ele falava  que namoro bom era daquele jeito, bem quente. 

Eu gostava de sentir o gemido dele bem pertinho de mim, quando ele roçava aquela barba mal feita no meu pescoço e enfiava seus dedos na minha xana era tão gostoso que parecia choques no meu corpo inteiro. Em um momento, quando seu dedo estava bem atolado na minha pepeca, senti meu corpo tremendo, fechei os olhos e me entreguei, torci pra que tivesse sido disfarçado, mas pela cara que ele me olhou quando me recuperei, com certeza, foi escandaloso. 

Eu já tinha gozado, então era a vez dele, voltei a acariciar sua piroca apertando o mais forte que conseguia. Ele ficava perguntando o tempo  inteiro se eu queria beber seu leitinho quente e me forçava a colocar bem fundo na minha garganta falando que tava saindo. Quando seu jato de porra veio eu estava com sua pica dentro da minha boca enquanto sua mão me impedia de sair daquela posição, levei um susto na hora, me lambuzei toda. 

Aquilo já estava na minha boca então eu engoli, quando já tinha engolido cada gota do seu leite Davi olhou pra mim rindo, me chamou de safada e deu um tapinha na minha coxa. Depois de guardar o pau ele perguntou se eu queria repetir aquilo no dia seguinte, então eu voltei lá por bastante tempo até ser flagrada pelo meu tio chupando a piroca do Davi enquanto ele jogava vídeo game.

By - Sheillaxv

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