Enchendo a pepeca com porra

A substituta do papai. 


Acordei na madrugada com um barulho forte vindo do quarto ao lado. Parecia gemidos e estocadas, o que era estranho porque minha mãe tinha viajado naquele mesmo dia. Ainda estava meio sonolenta quando os gemidos começaram, por isso não fui de cara ver o que era. Eu tava morando com meus pais e minha tia naquele tempo porque ela tinha perdido o emprego e precisava de um lugar pra passar um tempo e se estabilizar. 

Lembro que quando minha mãe trouxe a notícia que ela viria pra cá o meu pai não gostou muito da ideia. Ele ficava dizendo que tiraria a privacidade dele e que não era certo levar uma mulher pra morar assim na casa de uma família. Não lembro quando ele começou a aceitar a presença dela ali, mas quando me dei conta eles já estavam ficando até tarde da noite assistindo tv enquanto minha mãe já estava na cama no décimo sono. 

Minha tia não era tão mais bonita que minha mãe, mas era uma pepeca nova no pedaço, acho que isso ouriçou meu pai a fazer o que ele fez. Naquela madrugada, quando meu sono foi interrompido pela segunda vez, eu decidi ir ver o que era. Fui na ponta dos pés e respirando o mínimo possível, na certa já tinha ideia do que estava pra flagrar. A fechadura da porta era daquelas antigas e na parte de enfiar a chave tinha um buraco imenso que dava pra ver tudo lá dentro, eu usei isso pra fuxicar o que estava acontecendo ali. 

Um animal faminto trepando no chão.

A luz bem acesa facilitava tudo, dava pra ver um lençol no chão bem perto da cama onde minha mãe dormia. Meu pai completamente sem roupa tava roçando a cabeça do seu pau bem no meio da gruta da minha tia. Ela piscava a xota enquanto ele coçava seu meio. Dava pra ver a dureza da piroca dele, as veias saltadas e suas bolas tão inchadas que parecia que iriam explodir. 

Não sei porque ele ainda tentava sussurrar, na certa devia pensar que isso não me acordaria e assim ele iria manter sua traição em segredo, mas eu já estava lá vendo tudo e morrendo de raiva. Fiquei ali em pé observando cada detalhe pra contar tudo pra minha mãe quando ela voltasse, mas depois de um tempo a raiva foi passando, fui ficando mais calma e talvez até calma demais, no fundo eu sabia que era errado, mas puxa vida...ele tava fazendo com tanto gosto!. 

Eu já não estava tão brava assim, sentia minha buceta coçar e pedir um carinho, tentei sair dali, mas tinha algo me puxando. Enquanto assistia meu pai trepar com a sua cunhada eu me masturbei, enfiei meus dedos em minha calcinha procurando meu grelo que aquela altura estava tão inchadinho e me acariciei tanto que fiquei molhada. 

Meu pai atolado naquela mulher nem percebia  o que acontecia do outro lado da porta, ele fazia questão de tirar tudo e meter com toda força depois. O cheiro de sexo escapava pra fora do quarto, o barulho dele metendo dentro dela me fazia ficar cada vez mais excitada. Ele tentava tapar a boca dela pra não gemer tão alto, mas a safada parecia querer espalhar por toda a vizinhança que estava trepando. 

Meu pai, um animal castrado, não precisava se preocupar com gravidez, por isso se esbaldava naquela potranca. Sem usar camisinha eu vi ele gozando dentro dela pela primeira vez, eles gozaram juntos, minha tia exausta virou de lado e tentou se desgarrar dele, mas ainda não era a hora, o animal ainda não estava saciado. Sem parar de meter naquela vagabunda, ele continuou com seu pau duro, mesmo tendo acabado de gozar. 

Ele se aproveitava de cada buraco dela.

Levando pirocada na buceta e dedada no cu minha tia ficou morgada no cantinho deixando o macho se aproveitar dela. Deu pra ouvir quando começaram a discutir pelo cuzinho, ela não queria deixar, mas ele insistia, era um lado dele que eu não conhecia, violento e mandão. Eu ouvia ela dizendo ''não'' e ele já na porta do seu rabo tentando penetrar, acho que por cansaço ela não saiu da posição. 

Então ele se aproveitou disso e meteu forte, tava bem lubrificado então entrou de vez. Naquela primeira estocada ela gritou, só vi meu pai beijando a sua boca tentando abafar os gritos. Depois de um tempo foi anestesiando e ela conseguia se controlar. Fiquei com vontade outra vez de me tocar vendo aquilo, me excitava a visão daqueles dois e o barulho das bolas batendo com força nela. 

Parecia dois animais acasalando no chão, gozei mais uma vez nos meus dedos vendo aquilo. Logo em seguida vi que as bombadas tinham parado, meu pai deitado em cima dela e o seu leite escorrendo de dentro do rabo da minha tia. Vi meu pai se recuperando e indo deitar na cama ainda pelado. Minha tia, cheia de porra em todos os seus buracos, continuava no chão, não tinha forças nem mesmo para ir pra cama. 

Acho que ela dormiu ali naquela noite, quando minha mãe voltou, as trepadas dentro do quarto tiveram que parar, mas comecei a seguir os dois pela casa só pra flagrar as rapidinhas durante o dia. E a tv até tarde da noite? era boquete e muito dedo no cuzinho. 

By - Sheillaxv

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