Cavalgando escondido na pica

Dando a pepeca escondido.

safada gostosa

Meu pai sempre foi um homem muito rígido. Um homem de poucos amigos e sempre com a cara fechada. Quase todo mundo da rua em que morávamos tinha um certo medo dele. As poucas pessoas que iam em nossa casa para alguma confraternização era uns 2 amigos dele e o resto todos da família. 

Um desses 2 era o Valter, trabalhava junto com meu pai, vivia indo lá em casa, até fui acostumada a chamar ele de tio. Valter tinha um sítio que eu adorava ir, quase todos os finais de semana eu estava lá só pra tomar banho de piscina. Valter era tão próximo da família que meu pai liberava eu ir pro sítio mesmo quando ele não estava junto. Foi por causa disso que minha história com o melhor amigo do meu pai começou. 

Era um final de tarde do domingo, estávamos somente nós 2 e uma baita chuva, o tempo frio me fez ficar no único quarto com tv toda enrolada nas cobertas. Depois de um certo tempo o tio Valter também foi me fazer companhia, ele se deitou atrás de mim me abraçando na brincadeira perguntando se tinha lugar pra mais um. 

Liberei uma parte da coberta pra que ele pudesse se aconchegar melhor ali atrás, mas não parecia que ele estava com tanto frio assim. Valter estava sem camisa e de bermuda, quando ele veio e grudou atrás de mim senti um certo arrepio. Estávamos literalmente numa conchinha em cima da cama, se meu pai tivesse visto aquilo com certeza teria matado seu amigo. 

Eu sentia as mãos dele entrando por baixo da  minha blusa e acariciando minha barriga, ele ficava elogiando e cheirando meu cabelo o tempo inteiro. Tenho quase certeza que ele conseguia sentir o quão arrepiada eu estava. As vezes, para disfarçar, ele ficava perguntando sobre os acontecimentos do filmes, teve uma hora que eu tava tão estarrecida com aquela situação que nem conseguia mais prestar atenção no filme. 

Senti ele se afastando um pouco de mim e logo em seguida um barulho de zíper sendo aberto, dava pra sentir os movimentos em cima da cama como se ele tivesse abaixando sua bermuda, e de fato estava. Quando ele voltou pra sua posição colado em mim eu sentia que Valter estava só de cueca tentando me encoxar, seu pau já estava bem duro que até se posicionava certinho na entrada da minha bunda. 

Poucos minutos com o Valter roçando em mim o meu pai ligou pra perguntar como estava o passeio. Enquanto eu conversava no celular ele se aproveitava pra encaixar sua pica entre minhas pernas, ele ficava enfiando e tirando como se estivesse metendo. 

Obedecendo o amigo do meu pai na cama.

Eu podia ter contado tudo aquilo pro meu pai que ele iria correndo até lá e esganaria o tio Valter, mas tava tão gostosinho, queria saber até onde iria, ninguém ainda tinha tido coragem de fazer daquele jeito em mim, então eu deixei. Assim que desliguei o celular ele virou meu rosto e me beijou, enfiou sua língua dentro da minha boca e começou a me beijar e morder meus lábios com tanta selvageria que parecia que ele queria me comer. 

Naquele momento eu já estava de barriga virada pra cima com ele em cima de mim, eu perguntava o que a gente iria fazer se meu pai descobrisse aquilo, mas ele sussurrava dizendo que só tinha nós dois ali. Fui me atentar pro que estava de fato acontecendo quando já estava completamente nua ali. 

Estava com medo, mas mantive minhas pernas arreganhadas pra que ele pudesse ver melhor minha pepeca, até foto o safado tirou. Eu tinha vergonha de ficar exposta daquele jeito, e senti mais ainda quando ele começou a me chupar, ele sugava e mordia meu grelo e olhava pra minha cara me deixando mais envergonhada ainda. 

As vezes eu não conseguia controlar e apertava sua cabeça entre minhas coxas. Teve um momento que o Valter veio pra cima de mim e me fez colocar toda a sua pica na minha boca, quase não entrava tudo, dava vontade de vomitar quando ele forçava até minha garganta. Dava pra sentir suas bolas batendo no meu  queixo enquanto ele fazia movimentos de vai e vem com bastante brutalidade. 

Cavalgando como uma putinha.

Não demorou muito pra que ele me colocasse em cima do seu colo, fiquei ali de frente toda arreganhada sentindo ele roçar sua pica na entradinha da minha buceta. Seu pau tava bem envergado pra cima, cheio de veias e com a cabeça  soltando um liquidozinho. Como era grande aquele mastro, parecia que não iria entrar tão fácil assim em mim. 

Eu tava beijando sua boca quando ele começou a forçar na minha buceta, ardeu cada pedacinho dele que entrou em mim, parecia que estava me rasgando por dentro, quando já estava todo atolado ele começou a beijar meu pescoço e meus peitos. A dor foi aliviando aos poucos e rapidinho eu já estava mexendo meu quadril em cima dele só pra sentir aquela dorzinha gostosa. 

Ele segurava na minha cintura e ia me guiando me fazendo rebolar em cima do seu pau. Meu pai ligou pela segunda vez naquele dia, só pra ter certeza de que eu estava me comportando, dessa segunda vez quem atendeu foi o Valter. Na ligação, meu pai perguntava se eu estava sendo obediente e se não estava dando trabalho, eu cavalgava na sua piroca enquanto ele respondia pro meu pai que eu era bem obediente. 

Um pouco antes de desligar a chamada, o Valter avisou ao meu pai que logo me daria leite pra que eu não tivesse insônia quando fosse dormir. E de fato eu recebi o leite, mas não como meu pai gostaria que fosse. Depois de pular em cima dele ele me fez ir pro chão ficar de joelhos, ele me fez chupar sua pica novamente com a mesma brutalidade de antes. 

Quando seu jato de porra estava prestes a vir, comecei a sentir sua piroca pulsando na minha boca, suas bolas se contraíram e seu leite foi todo despejado dentro da minha boca, um gosto diferente, mas era bem gostoso. Engoli tudinho como uma boa garota, seus últimos respingos de leite caíram no chão e ele me fez limpar com a língua. 

Me senti uma verdadeira cadela quando ele me deu um tapa na bunda pra ir tomar banho, voltei pra assistir como se nada tivesse acontecido. Depois disso ele se tornou um namoradinho pra mim, mas, pra ele, eu era apenas um depósito de porra.

By - Sheillaxv

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