Brincando de fazer amor

Brincando de roçar gostoso.


Acontecia durante a tarde quando minha mãe saía para ir ao trabalho e meu pai ficava em casa dormindo porque trabalhava a noite toda. Era tedioso ficar a tarde inteira em silêncio para não acordar ele, na maioria das vezes ficava assistindo com a tv no modo silencioso, mas ainda assim faltava algo interessante para fazer. 

As vezes ele vinha pra cá, era o sobrinho preferido do meu pai, tinha carta branca e era tratado como filho. Não tínhamos a mesma idade, ele já era um pouco mais velho, mas até que eu gostava muito dele. Tinha também o período em que ele era obrigado a passar uns dias na minha casa porque seus pais faziam entrega viajando pelo Estado e demorava um tempo. 

Foi nesses momentos que começaram a surgir nossas brincadeiras. Meu pai dormindo a tarde toda como de costume nos deixava a mercê de ideias mirabolantes, eu só queria algo para me tirar do tédio, mas ele já estava bem avançado e já necessitava de outras coisas. Ainda assim ele era meu parceiro Eu o chamava insistentemente para passar mais tempo comigo, atolando-o em minhas brincadeiras que não faziam barulho. 

Tinha uma brincadeira em especial que acabou sendo totalmente modificada por ele, começou sendo uma lutinha de mudos até que depois de muito esfrega esfrega ele se sentou ao meu lado e disse que estava cansado de apanhar. Foi a partir daí que começamos a brincar de fazer amor, sugestão dele claro. Depois que ele me mostrou as marcas vermelhas no braço eu aceitei seu novo jogo pra não perder meu parceiro. 

Ele me ensinou como brincava daquilo, me beijava, passava a mão em mim, me fazia sentar em seu colo e esfregar minha raba em cima da sua pica, tudo isso em silêncio. Ele me deitava no chão de barriga pra cima, e depois dizia pra eu ficar olhando pro lado da porta pra vigiar caso meu pai acordasse, aquela não era uma brincadeira que ele poderia pegar a gente fazendo, como eu tava gostando muito; aceitei as condições. 

Deixando a pepeca livre pra roçar mais gostoso.

Era mais gostoso brincar daquilo de saia, então assim que minha mãe saía de casa eu inventava alguma desculpa pra tomar banho e trocar de roupa, depois eu esperava ele vir me roçar. Era tudo bem rapidinho, não tinha penetração, ele descia sua bermuda até metade da perna e vinha pra cima de mim ainda de cueca e sem colocar seu pau pra fora, ele roçava em mim até molhar um pouco sua cueca.

Depois ele saía e ia direto pro banheiro, eu continuava ali deitada esperando minha xoxota parar de piscar. O tempo foi passando e nossa brincadeira foi ficando mais gostosa, a gente começou a ficar sem nada pra se esfregar e eu já via sua piroca roçando em mim, a melhor parte era quando ele soltava seu leite em cima da minha pepeca e esfregava no meu grelinho. 

Um tempo depois a gente começou a brincar de fazer amor também durante a madrugada, quando meu pai já tinha saído pra trabalhar, era mais gostoso e dava pra ficar mais tempo e completamente sem roupa. Minha mãe tinha um sono bem pesado, então podíamos fazer sem se preocupar com o barulho. 

Um dia ele acabou metendo dentro da minha xana, ele disse que foi sem querer, mas hoje sei que foi de propósito, ele já tinha tentado outras vezes, mas como eu sentia muita dor nunca deixei. Na vez que entrou eu estava distraída tentando distinguir os barulhos da casa quando ele se aproveitou pra entrar em mim. 

Na mesma hora senti minhas lágrimas descendo, eu não podia gritar e nem brigar com ele, fiquei quietinha no seu colo com um pau cravado dentro de mim. Não me mexi e também não deixei que ele se movimentasse comigo ali enfiada, mas minha pepeca sentindo toda aquela dor se contraía tanto e apertava tanto sua piroca que ele acabou gozando dentro de mim. 

Depois disso a gente passou um tempinho sem brincar de fazer amor outra vez, mas eu não aguentei por muito tempo, a partir daí eu já deixava ele meter lá no fundo e até liberava um dedinho no cu. Já não tinha mais hora pra fazer aquilo, era só ter uma oportunidade, mas infelizmente ele teve que se mudar e acabei perdendo meu parceiro de brincadeira. 

By - Sheillaxv

Comentários

  1. Por um instante pensei que eu fosse seu primo.
    Contudo, isso me lembrou uma vez em que eu voltava de ônibus do Paraná (Londrina - SP). Era madrugada e tinha uma gata ao meu lado. Alguma coisa ali ligava a gente, eu acho que ela estava na fase fértil doida pra dar. Eu tinha bebido muita água e me levantei umas 4 vezes para ir ao banheiro. Eu também estava muito excitado, pois ela estava se tocando ao meu lado e seu braço roçava em mim. Eu não estava acreditando. O ônibus parou e desci no Graal, fui ao banheiro para tocar uma e aliviar a tensão, mas algo me dizia que eu não devia fazer aquilo porque tinha que comer aquela garota. Então, voltei pro ônibus. Já em movimento, ela virou a bundinha pra mim. Então, eu comecei a subir e descer a perna com o joelho encostado na bunda dela, de modo em que a parte da bunda dela subia e descia com os meus movimentos. Passou um tempo. Então ela se virou e encostou a testa no meu braço, eu estava meio que dormindo. Daí ela começou a me morder e eu comecei a acariciar a sua mão com a ponta de um dedo. Numa explosão, ela segurou a minha mão de súbito. Ali já sabíamos que não tinha mais volta. Eu estava muito excitado e coloquei a mão dela no meu pau. Enquanto ela tocava uma pra mim, coloquei a mão na bucetinha dela, a calça estava toda molhada. Enfiei a mão por dentro e massageei o grilo piscante dela. Ela subiu a blusa pedindo pra eu chupar seus seios, eles eram deliciosos. Ela começou a gemer dentro do ônibus e tive que mandar ela calar a boca. Ela gozou e depois de um tempo eu gozei. Eu não inventei essa história, isso aconteceu comigo. Eu me arrependo muito de não ter pegado o telefone dela pra marcarmos um sexo gostoso.
    Me escreve pra trocarmos histórias: zzuzozom@bol.com.br, ou zzuzozon@bol.com.br

    Bjs

    ResponderExcluir

Postar um comentário