Acordei sentindo carícias na pepeca

Acariciando a pica na calada da noite.

Sempre gostei muito do contato físico, principalmente com as pessoas que conviviam comigo. Quando minha vó trouxe outro homem pra dentro de casa muita coisa mudou. Éramos somente nós duas e com a chegada dele sempre ficava com a sensação de que alguém estava me vigiando. Com um tempo até que pegamos uma certa intimidade, eu voltava do trabalho cansada na calada da noite e me jogava no sofá com as pernas pra cima. 

Seu Geraldo sempre que dava se sentava na outra ponta do sofá e carregava meus pés pro seu colo pra fazer uma massagem. Eu relaxava tanto que até dormia, estava numa época de sonhar com coisas eróticas e de vez em quando acordava com uma sensação estranha na minha buceta, como se tivesse gozado horrores. 

Mas sempre jurei que fosse por causa dos meus sonhos, afinal eram sempre tão realistas. Certa vez acordei durante a massagem do seu Geraldo, meu pé ainda estava no seu colo e eu poderia jurar que ele estava forçando contra seu pau. Claro que de um jeito disfarçado, mas ainda assim achei estranho. Fingi estar prestes a acordar e fiz todo um ritual digno de uma atriz e fui pra cama. 

Dormi pensando naquilo que até sonhei depois que ele estava me comendo, acordei no outro dia morrendo de culpa. Tentei parar de dormir no sofá com ele massageando meus pés, porém ele insistia tanto que até minha vó me mandava deitar pra eu relaxar. Seu Geraldo era um velho charmoso, tava todo durinho ainda, mas era comprometido e aquilo era errado. 

Mais uma vez naquele dia acordei com meu pé alisando seu pau, dessa vez não fingi nada e continuei de olhos fechados vendo tudo. Ele era ousado e se aproveitava do meu ''suposto'' sono pesado, ele fazia meu pé apertar tanto sua piroca que conseguia sentir ele pulsar. As carícias que eu senti uns dias antes na minha buceta não eram frutos dos meus sonhos eróticos, era de fato o seu Geraldo que se aproveitava do meu cansaço. 

Quando ele julgava que eu estava no décimo sono ele suspendia meu vestido e bem devagarinho colocava minha calcinha de lado, assim ele poderia ter uma visão completa do meu grelinho. O safado começava tocando de leve e olhando pra minha cara pra ter certeza de que eu não acordaria, mas eu estava vendo tudo, usei a almofada pra cobrir uma boa parte do meu rosto e por isso ele não conseguia ver que eu estava o flagrando naquela situação. 

De pernas arreganhadas pro marido dos outros.

Eu sentia sua barba roçando na minha xota enquanto ele tentava cheirar minha pepeca, ele dava cada suspiro que me assustava. Já estava começando a ficar arrepiada quando senti algo molhado passando pelo meu grelo, era a língua dele tentando sentir meu gosto. Pela facilidade com que fazia aquilo tinha certeza de que não era a primeira vez. Com toda a putaria planejada de vez em quando me chamava pra ter certeza que eu não iria responder e estragar suas intenções. 

A primeira sugada que ele deu em minha buceta estremeceu meu corpo inteiro, contrai minha xana dentro de sua boca, por sorte ele não percebeu. Mamava feito um bezerro faminto, queria sugar até a ultima gota de gozo que saía de dentro de mim. Seu Geraldo enfiava seus dedos em mim, tirava e chupava outra vez, tudo isso tentando vigiar a porta e meu sono. 

Acabei gozando em sua boca e soltando um gemido de leve, acho que isso acabou assustando e ele saiu dali, fui pra cama logo depois com a buceta inchada e toda babada. No dia seguinte ele fez tudo isso outra vez, mas depois de me lambuzar fez questão de colocar aquela jeba pra fora e roçar em mim. Com dificuldade ele abriu minhas pernas e me deixou toda arreganhada, tentei ao máximo ficar quietinha, eu parecia mais uma boneca sexual. 

Minha xana escorria tanto que quando ele meteu, esquentou tudo por dentro, escorria tudo pelo caminho do meu cuzinho e o safado adorava ver aquilo. Morria de medo da minha vó acordar e flagrar a gente daquele jeito, mas estava tão gostoso que precisava ficar ali até o final. Tenho a impressão de que ele sabia que eu tava acordada, mas era mais confortável pra nós dois fingirmos demência. 

Comendo a piroca com a xana.

Minha xota apertava seu pau como se quisesse comer, ele metia em mim já sem se preocupar tanto se iria me acordar ou não. As estocadas eram firmes e dava pra sentir seu saco batendo na minha bunda, fazia um barulhão que se minha vó ainda tivesse a audição intacta com certeza iria escutar. Rapidinho seu gozo preencheu minha buceta, foi tanta porra que escorreu uma boa parte pra fora e sujou todo o sofá. 

Ele saiu de cima de mim e voltou a sentar na pontinha do sofá. Agindo como se não tivesse acontecido nada eu abri os olhos um tempo depois, minha pepeca toda cheia de porra deixava escapar um pouco do seu leite pela beirada da calcinha, mas eu fingia que não era nada. 

Fiquei sentada um tempo tentando esperar aquilo se ajeitar dentro de mim, mas não rolou, tive que levantar e andar com seu leite escorrendo pelas minhas pernas. Naquele dia eu coloquei a calcinha suja de porra dentro do balde de roupa suja do banheiro, quando acordei ela já não estava mais lá, seu Geraldo foi o primeiro a acordar, acho que ele não queria as provas da putaria dentro de casa. 

By - Sheillaxv

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