O psicólogo pervertido

Meu remédio foi leite de pica


novinha chupando pica

Faz um tempinho que me indicaram um psicólogo e esses dias resolvi ir atrás dele. Andava muito irritada por qualquer coisa e acabei me deixando levar por influência de alguns amigos que frequentavam aquele consultório. Parecia uma boa opção afinal que mal teria ir numa simples conversa de 1 hora sobre minha vida.

Antes de chegar lá foi inevitável criar na minha cabeça teorias sobre como seria ou sobre como o psicólogo era. Eu realmente estava esperando um velho barrigudo com fotos da família em cima da mesa, mas assim que cheguei me surpreendi com o que vi. Ele era bonito, alto, tinha uma mão enorme e firme; deu pra sentir quando apertou minha mão me cumprimentando.

Esperei que ele me oferecesse o sofá para deitar e falar durante uns minutos algumas besteiras da minha vida, mas fiquei sentada enquanto ele me perguntava uma porrada de coisa. Em cima da mesa tinha uma plaquinha escrito ‘’Dr. Luís Gustavo’’, mas não tinha nada de foto de família. Ele se sentou ao meu lado enquanto fazia as perguntas e quando eu respondia ele apoiava sua mão em cima da minha coxa.

Era minha primeira consulta, e eu nunca gostei de ser a que faz barraco, então eu deixei e fingi fazer parte do procedimento. Acho que na cabeça dele aquilo era um sinal para avançar cada vez mais, meu silêncio era o consentimento e ele não iria deixar passar uma carne tão fácil assim.

Num momento a conversa foi ficando cada vez mais picante, ele já queria saber de meus relacionamentos e sobre como era minha vida sexual. Algumas vezes eu ficava calada por vergonha, outras ele insistia bastante até não aguentar mais.

Comecei a  notar um volume em sua calça social - era escura, parecia de bom material bem caro, na verdade a roupa inteira dele parecia ser assim - as vezes eu desviava meu olhar tentando me certificar de que era aquilo mesmo e que eu não estava louca imaginando coisas.

Me atraiu pela barraca armada

Nitidamente ele estava excitado com aquela consulta, sua pica só faltava rasgar sua roupa e ele nem tentava esconder, dava pra perceber ele apertando a piroca enquanto eu falava, mas nesses momentos eu tentava não olhar muito para não dar corda.

Ao longo da consulta ele disse que já tinha informação suficiente para um primeiro diagnóstico e falou que o próximo passo seria um teste de confiança em que eu ficaria de olhos vendados. Como eu disse era meu primeiro dia e cai feito patinho, deixei ele colocar um paninho tapando meus olhos e senti ele segurando minhas mãos me fazendo segurar em algumas coisas até eu adivinhar o que era.

Em nenhum momento eu fui relutante sobre o que estava acontecendo, não fazia sentido aquilo, mas eu me deixei levar. Eu sentia cada objeto na minha mão perfeitamente, o ar condicionado deixava tudo gelado exceto a última coisa que ele me fez segurar.

Aquilo era bem quente, grosso e pulsava enquanto eu apertava, ele me perguntava se eu sabia o que era aquilo e o tempo inteiro eu pedia um momento tentando me concentrar. Até que em um momento ele me avisou que eu poderia cheirar se eu quisesse e eu fiz, cheguei meu rosto bem pertinho daquilo até sentir o cheiro daquela pica dura.

Deu para ouvir a respiração ofegante dele logo em seguida, ele sabia que eu tinha noção do que era, mas era mais agradável fingir que não. Ele me deixou passar a língua para sentir o gosto, passei bem na pontinha onde saía seu líquido de tesão, quanto mais eu limpava mais babado ele ficava.

Parecia que ele gostava de uma inocência por isso me tratava daquele jeito. Já com toda sua piroca invadindo minha garganta comecei a sentir suas bolas batendo no meu queixo...o gemido dele, aquela situação, tudo me deixava cada vez mais excitada.

Fiz sua piroca de consolo

Minhas tetas rapidinho foram pra fora da minha blusa, ele massageava o biquinho enquanto eu dava um trato na sua pica. As paredes de gesso... eu tenho certeza que alguém escutou alguma coisa. Minha calcinha aquela altura já estava toda molhada, eu me tocava por cima da roupa, mas a calça dificultava tudo.

Eu tentava abrir o zíper e enfiar minha mão dentro da minha pepeca quando senti aquele jato de porra bem quente entrando bem fundo na minha garganta. Não aguentei engolir tudo aquilo de vez, veio muito rápido e forte e uma parte acabou escapando pelos lados, morri de vergonha quando percebi o estado que eu me encontrava; com o rosto todo cheio de porra e com a mão enfiada dentro da calcinha tocando meu grelinho duro.

Ele tirou sua jeba de dentro da minha boca logo depois que gozou, sem dizer nenhuma palavra ele guardou seu pau e se recompôs. Eu fiquei ali sentada na cadeira tentando raciocinar o que tinha acabado de acontecer, ainda faltava uns minutos para a consulta acabar, mas não tinha muito o que dizer.

Sobre a foto de família eu realmente não encontrei nenhuma, mas enquanto mamava meu novo psicólogo deu para notar uma aliança de ouro no seu dedo, pena que não reparei assim que entrei.

By - Sheillaxv

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