Coçando a pepeca com a vara do vizinho

Aprendendo a ser puta na vara do vizinho

safada dando pra vizinho

Minha mãe costumava sair de casa bem cedo. Eu acordava às 7 para ir estudar e na volta ficava na casa da vizinha Damiana; era quase uma senhora já, ela tinha netos já adultos e morava sozinha em casa com seu namorado. Nunca entendi o motivo da relação deles, hoje sei que provavelmente o garotão estava de olho no dinheiro da velha, mas na época ainda não tinha essa malícia.

Tentei por diversas vezes lembrar o nome daquele cara, me recordo de poucas coisas sobre ele, entre elas aquela barriga de cerveja, lembro da sua barba mal feita e do seu cabelo já demonstrando os primeiros sinais de calvície. Mas acho que o que mais me marcou foi o olhar que ele lançava em mim; aquele ar de fome e desejo como se eu fosse sua presa.

Pra alegria da família da dona Damiana eles não eram casados só viviam juntos. Eu ficava na casa dela durante uma boa parte do meu dia, ela sempre tinha tanta roupa pra lavar que passava horas na frente de um tanquinho. No finalzinho do dia, quando o sol esfriava, eu dava uma saída pra relaxar ou ficava na varanda vendo o movimento.

Ele sempre estava lá nesses momentos ou me olhando na rua ou sendo minha companhia na varanda. Nem sempre tinha duas cadeiras na varanda então as vezes me sentava em seu colo, eu gostava, era quente e recebia carinho. Ali em cima conheci o que era aquela sensação de coceirinha na pepeca e como fazer parar de coçar. O volume no seu short quase explodindo, mas ele dizia que era pra eu ficar mais alta e eu adorava parecer mais alta.

A piroca babava e marcava seu short

Eu gostava mesmo era quando ficava bem no meio das minhas pernas; quanto mais aquilo crescia por baixo de mim mais eu sentia entrando no meio da minha bunda, então eu contraía meu bumbum e sentia sua respiração no meu pescoço muito mais ofegante. Ele me segurava mais forte pela cintura e seguia cada pressãozinha que eu fazia em seu colo.

Era escondidinho e ninguém percebia aquilo, dona Damiana entretida  lavando as roupas dele e ele entretido comigo. Não demorou muito pra começar a fazer aquilo sem nenhuma peça de roupa, só não podia ser no mesmo lugar pras pessoas da rua não nos flagrar. Ele me deixou curiosa pra saber como era coçar a pepeca usando sua pica e eu mesma o levei pro lugar onde eu costumava ficar quando mão queria ser importunada.

Era um quartinho nos fundos que a família de dona Damiana jogava as tralhas que não servia mais, era apertado para entrar e pior ainda lá dentro. Naquele cubículo eu só conseguia ouvir a respiração ofegante dele, nem o medo de perder a mordomia na casa da velha o impediu de tentar me comer.

Me puxando pela cintura ele me pressionou contra a parede e logo em seguida enfiou sua língua dentro da minha boca, eu retribui fazendo o mesmo apesar de não ter tanta experiência assim. Ele me apertava contra seu corpo enquanto passeava suas mãos por cada pedacinho de mim. Parecia que queria me dedilhar ao máximo naquele curto espaço de tempo.

Voltei a sentir seu pau pressionando minha barriga logo que começou a me beijar, ficava tão duro que mais parecia uma pedra. Ali dentro eu vi pela primeira vez o quão veiuda era sua pica, tinha uma cabeçona avermelhada dava impressão que iria explodir. Dava pra ver aquela jeba pulsando enquanto ele me perguntava morrendo de tesão se eu queria tocar nele.

Fiquei meio relutante no início, tava com vergonha até que ele pediu só pra dar um beijinho na cabeça que a gente iria voltar pra sala. Fui que nem uma boba fazendo biquinho pra beijar sua piroca, assim que dei ele pediu só pra passar a linguinha na pontinha e eu também fiz. Depois pediu pra fazer o mesmo comigo e eu também deixei, desci minha saia e minha calcinha até os pés e abri bem minhas pernas pra receber o beijinho.

O banho de língua na minha xana de puta

Quase desfaleci quando senti meu grelinho sendo sugado. Perdi o equilíbrio e aos poucos fui escorregando no chão, sem tirar sua cara de dentro das minhas pernas ele foi acompanhando até ficarmos os dois no chão. O tempo inteiro eu o ouvia me mandando calar a boca, mas era quase impossível. Meu grelinho estava bem sensível e dava pra sentir que estava bem duro também, escorria um líquido da minha pepeca de tanto tesão.

Quando percebeu que eu estava bem molhada ele ficou de joelhos na minha frente admirando o que tinha feito em mim. Mantendo minhas pernas no ar e bem arreganhadas ele mirou sua jeba bem no meio da minha xana e ficou roçando bem gostoso. Fechei os olhos pra sentir o quão bom era aquilo quando percebi que ele tentava me invadir; forçava sua pica no meu buraquinho e tirava.

De vez em quando metia só a cabecinha e brincava com meu grelinho usando seus dedos, eu não queria dar minha pepeca, mas num momento ele me pegou desatenta e meteu de vez. Senti meu buraquinho sendo preenchido e o peso dele em cima de mim me forçando ficar calada. Aguentei, deixei minhas pernas abertas, fiquei caladinha, beijei sua boca, deixei ele mamar minhas tetas enquanto fazia um vai e vem dentro de mim.

Um tempo depois senti aquela voz grave no meu ouvido falando baixinho que iria gozar, já conseguia sentir ele pulsando dentro de mim enquanto o ritmo das estocadas aumentavam. Em um momento ele começou  a gemer tão alto que eu precisei pedir pra fazer silêncio...então num gesto grosseiro quase animal ele saiu de dentro de mim e veio pra cima do meu rosto forçando a cabeça da sua pica dentro da minha boca.

Com muita relutância abri e quando ia pedir pra não ejacular no meu rosto eu senti o jato de porra entrando na minha garganta, forçadamente engoli todo seu leite e ainda tive que limpar o que tinha sobrado no pau. Depois da última gota lambida ele saiu de cima de mim e nos vestimos, um de cada vez saímos do quartinho; dona Damiana ainda lavava as roupas.

Tive que ficar fedendo a porra até a hora que minha mãe chegou do trabalho com a chave. Assim que entrei em casa fui correndo pro chuveiro lavar minha pepeca, parecia que um caminhão tinha me penetrado, enfiei dois dedos lá dentro aquele dia sem nenhuma dificuldade, tava tão satisfeita que dormi feito um bebê rapidinho. 

By - Sheillaxv


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