Me faziam de depósito de porra escondido

Eles deixavam minha bunda vermelha de tanto roçar em mim.

depósito de porra novinha


O quarto era bem escuro, não tinha janelas e a porta bem estreita. A parede ainda era no reboco, naquela época meus tios estavam ajeitando a casa ainda, mas já moravam nela. Era aquele quartinho dos fundos até separado do restante da casa, tinha uma cama de solteiro com um colchão velho. Toda tralha que existia dentro da casa principal ia pro quartinho quando perdia seu valor. 

O lugar era cheio de poeira, cheiro forte e bagunça, bem propício pra se esconder se aguentasse ficar ali. Era meu esconderijo favorito principalmente porque não existia luz ali dentro, a única claridade que entrava não era suficiente pra flagrar alguém escondido ali, por isso eu sempre ficava agachada entre caixas e a cama. 

Era novinha e inocente; alguns até se aproveitavam de mim por causa disso, passavam a mão tentando tirar uma lasquinha. Eu sabia que era errado, mas me fazia de desentendida enquanto faziam aquelas coisas em mim. Quando tinha pique esconde na rua os meninos já sabiam que o que se escondesse comigo iria se esbaldar na minha bunda. 

Na verdade ainda tenho dúvidas se realmente brincávamos de pique ou se apenas faziam uma fila pra me comer, quando tinha apenas eu de menina no grupo nem se davam o trabalho de ir procurar no quartinho da casa da minha tia porque já sabiam que eu estava lá agachada levando rola de alguém. Eram da minha idade e por isso não tentavam muita coisa, o mais atrevido ainda conseguia gozar na entrada do meu cuzinho. 

A filinha do sexo tinha regras.

Não tinha penetração, ele só roçava sua pica na minha bunda até seu jatinho de porra ainda não tão forte me lambuzar um pouco. De vez em quando tinha um mais velho que normalmente era parente de algum deles, esses sim acabavam comigo porque já circulava a fofoca que era só chegar e meter. 

Então quando iam pra cima de mim já era com a piroca bem dura e doido pra meter em mim, como a regra era só no cuzinho então as vezes eu voltava pra casa bem vermelha e cheia de porra. A rua inteira comentava o que eu fazia, apenas meus pais ainda não sabiam ou só desconfiavam e fingiam não ser verdade pra não virar escândalo. 

Meu primos que tiravam vantagem dessas coisas e principalmente o Leozinho que era o mais próximo a mim, era filho único e morava nessa casa do quartinho nos fundos, eu tava sempre lá brincando com as vizinhas deles que tinham a minha idade. Era o dia inteiro correndo e quando baixava o final do dia quando meus tios iam pro culto da tarde as coisas começavam no quartinho dos fundos. 

Leozinho me levava pra lá quando queria fazer aquilo, ele sempre arrumava um motivo e na maioria das vezes jogava um migué dizendo que era pra se esconder do ladrão. Eu ia com ele e ficava agachada na frente, já dava pra perceber o volume na sua bermuda antes mesmo de entrar ali, eu sabia pra que estava entrando e o que faria comigo, mas eu gostava. 

Eu não podia deixar a pica do meu priminho ficar com frio.

Ali dentro ele se ajeitava atrás de mim, procurava pela minha calcinha folgada e afastava pro ladinho. Ele passava os dedos na minha pepeca procurando meu grelinho e a entrada da minha buceta. Sempre dizia que era bom pra esquentar seu dedo que estava com frio, eu deixava, ele movimentava seu dedo lá dentro enquanto que a outra mão mexia no meu clitóris. 

Acabava que minha buceta encharcava com o carinho, e depois de esquentar seus dedos a sua pica sempre ficava babada. Ele pedia pra eu limpar a pontinha com a boca, mas eu achava nojento e me negava, mas se ele tinha feito carinho em mim e eu tinha gostado então eu tinha que retribuir, então na base da chantagem ele sempre me convencia a roçar seu pau na minha xoxota. 

As primeiras enfiadas dentro de mim doeram muito, minha xana ainda não estava acostumada com a grossura do seu pau, quando estava duro era tão grande e grosso. As veias da sua piroca saltavam de tal maneira que eu ficava vidrada sentindo aquilo pulsar na minha mão. Não era a punheta que o satisfazia então logo ele começou a tentar forçar dentro de mim. 

Acredito até hoje que seu pai sabia o que acontecia entre a gente por isso sempre arrumava um jeito de sair de casa quando minha tia ia pra igreja; mesmo que ele não fosse junto com ela ainda assim ele metia o pé. A noite quando tinha que dormir com eles na cama eu ficava sempre no meio, meu tio justificava que era pra não afundar o colchão dele com peso de um lado só, porém não fazia sentido. 

Na madrugada dessas noites eu sentia meu peito sendo mamado como se tivesse tentando me sugar pra dentro dele. Eu não podia dizer que era meu tio, mas sentia sua barba me furando, sentia ele voltando pra posição depois de soltar seu liquido em cima de mim, sentia seu cheiro quando tentava enfiar sua língua dentro da minha boca...eles me faziam de putinha particular dentro daquela casa. 

Eu sempre voltava porque gostava daquela coceirinha que sentia na pepeca, gostava das chupadas nas minhas tetas, gostava de ficar arreganhada sentindo o pau roçar na minha xana, gostava do beijo na boca e até facilitava a penetração quando tentavam. Passei pela mão de todos os machos que me olharam com desejo sendo da família ou não, o foda é que a culpa só bate depois da terceira siririca lembrando desses casos e as vezes ela nem bate. 

By - Sheillaxv

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