Ele me ensinava a tarefa roçando a caneta na minha pepeca

O sobrinho safado do meu pai cuidava de mim

metendo na buceta


Meu pai trouxe ele aqui pra casa porque ele iria fazer o ensino médio numa escola aqui perto. A família inteira apoiou por causa da quantidade de vezes que ele repetiu, parecia uma boa ideia afinal tinham meu pai como um homem que colocava respeito em qualquer um. 

Júlio já tinha bem seus 19 anos nessa época, já tinha o corpo de um homem e por viver no interior era bem musculoso pra idade, claro que não em excesso, mas tinha um corpinho sarado. Ele rapidinho teve de se adequar as regras impostas na casa, tinha que voltar antes das 21 horas e sempre avisar quando sair, o que claro não era um costume que veio junto com ele. 

Uma das exigências do meu pai era que ele deveria me ajudar com as tarefas de casa porque meu pai me tirou do reforço escolar pra alimentar mais uma boca, então como forma de minimizar as coisas ele pediu que Júlio me ajudasse com isso. Pela cara que ele fez na hora que recebeu a notícia já dava sinais de que a última coisa que ele queria fazer era isso, mas não teve muito pra onde correr. 

Durante a manhã ele me ajudava a fazer as tarefas da escola, meio dia eu tinha que sair e só voltava junto com meu pai, Júlio estudava a noite e quando chegávamos ele já estava pronto pra ir. Essa rotina perdurou até metade do ano em que ele ficou aqui, um tempinho depois essa sequencia de acontecimentos passou a mudar um pouquinho. 

Ele ainda me ajudava com as tarefas, mas também fazia umas coisas por baixo da mesa que meu pai não poderia saber, ele dizia que era nosso segredinho e que ficava muito feliz quando eu deixava, ele mostrava o quão feliz estava colocando seu pau pra fora. Júlio dizia que quanto mais eu sentisse duro mais alegre ele estava. 

Mas eu sabia que não era bem daquele jeito, já tinha estudado sobre essas coisas na escola e já sentia a piroca dos meninos enquanto eu os beijava escondido, mas eu não dizia nada porque tinha medo dele contar pro meu pai o que eu fazia. Sempre passei a manhã inteira com o pijama até a hora de ir pra aula, por causa disso minha pepeca ficava sempre bem livre pra ele, só um shortinho fino e uma calcinha folgada separava seus dedos do meu grelinho. 

Brincando com a caneta de um jeito gostoso

No começo ele passava apenas uma canetinha em volta da minha xoxota, ele acariciava enquanto eu respondia minhas atividades, ele beijava meus pescoço e dava mordidinhas me chamando de safada. Não demorou muito pra começar a colocar a piroca pra fora, ele ainda não me fazia pegar, mas me deixava ver... eu achava enorme e bem grossa, ficava babando ela cabecinha e eu doida pra perguntar o porque de estar daquele jeito. 

Sentia minha pepeca piscar quando ele começou a me tocar, meu grelinho ficava bem sensível e as vezes ficava com vontade de fazer xixi, claro que não ficamos muito tempo só desse jeito, logo meu irmão emprestado foi se ousando e pedindo pra eu mostrar minha bucetinha. Um dia ele propôs uma troca; se eu mostrasse minha xota ele me deixaria segurar o seu pau e colocar na boca. 

Claro que todas essas opções eram todas pra ele, mas eu ainda não sabia e achei justo, então eu me afastei um pouquinho da mesa e me virei de frente, tirei minha roupa da cintura pra baixo e arreganhei minhas pernas em cima da cadeira. 

Fiquei tão aberta que eu mesma conseguia ver o buraco da minha buceta ainda com lacre, nosso combinado não incluía passar a língua, mas ele me convenceu depois de falar que se eu iria passar a língua no seu pau então ele também poderia passar a língua na minha pepeca. 

Depois de convencida eu senti seus lábios tocando meu grelinho, tão gostoso aquilo que fechei os olhos e perdi o equilíbrio quase deixando minhas pernas caírem no chão, mas ele segurou e as manteve no ar só pra que eu continuasse naquela posição arreganhada. 

Depois de me deixar com a xana toda vermelhinha era minha vez de aproveitar a pica, dessa vez a gente foi pro quarto em que ele dormia e deitamos na cama. Júlio já tinha tirado toda a roupa dele e ficou segurando seu pau me chamando pra ir mamar, eu fiquei escorada em sua barriga apertando a cabeça da sua piroca. 

Se apertar com força sai leitinho mais rápido

Ele pedia o tempo inteiro pra apertar mais forte e fazer mais carinho, eu seguia seus pedidos, mas ainda com muita inexperiência, então quando não aguentava mais ele me guiou na punheta até me deixar fazer uma solo. Parecia que eu tava ordenhando ele, não sei porque raios senti vontade de colocar a boca pra sentir o gosto, mas eu senti e passei a língua na cabecinha. 

Na mesma hora ele abriu os olhos e ficou insistindo pra que eu fizesse aquilo de novo, fui meio relutante em fazer aquilo por causa do gosto salgado, porém ele me prometeu que sairia um chocolate branco bem gostoso e que deixaria eu beber sozinha. Sempre fui muito viciada em chocolate e não via malícia naquilo, na verdade a única coisa que me prendia em não fazer era a vergonha que rapidinho perdi com a promessa. 

A gente tava sozinho e ainda assim ele falava sussurrando, ele olhava pra porta o tempo inteiro pra se certificar e chegava bem pertinho do meu ouvido pra pedir : ‘’faz, rapidinho’’, então eu fiz. Abri minha boca e coloquei primeiro a cabeça do meu pau, fiquei mamando por uns segundos sentindo aquele gostinho salgado, na mesma hora bateu vontade de cuspir, mas não tinha lugar então eu engoli. 

Júlio sorria vendo aquilo, parecia que tinha ganhado na loteria, eu ainda não tinha terminado minha atividade e logo teria de ir pra escola, certo que ele não ligava muito pra isso naquele momento. Já tinha me acostumado a segurar sua pica e tava bem mais eficiente na punheta, gostava de sentir aquela jeba pulsando na minha mão até que em um momento sua piroca pulsou mais do que o normal. 

Logo em seguida ouvi ele pedindo rápido pra eu colocar a boca e mesmo sem entender o porque eu fiz. Abocanhei seu pau e senti seus jatos de porra na minha boca, Júlio me segurou pelo pescoço pra evitar que eu saísse dali, tava quase me engasgando com a quantidade de leite que tinha que engolir. 

Enquanto ejaculava na minha boca ele se contorcia tanto que parecia que teria um treco a qualquer minuto, no último jato de porra ele deu uma risadinha safada; balançou o pau na minha cara e me fez engolir o restinho que tinha sobrado depois ele perguntou se tava gostoso e se iria querer mais no dia seguinte. Eu quis!

By - Sheillaxv


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