Punhetinha no baterista da igreja

Brincando de bater punheta na igreja.

putinha de igreja


Sempre fui muito afoita em relação a sexo, meus pais não conversavam comigo sobre essas coisas por isso aprendia com o que faziam comigo. Éramos bem religiosos; sempre íamos a igreja nos finais de semana, eu não gostava muito preferia ficar em casa vendo besteira na tv ou na pracinha, porém meu pai fazia todo mundo ir. 

Não tinha muitas meninas em nossa igreja a maioria eram meninos e eles sempre ficavam reunidos nos fundos durante o culto aprendendo a tocar os instrumentos. De vez em quando minha turminha dava umas fugidas pra ir ver o ensaio, como tinha pouca menina a gente acabava não tendo uma tarefa fixa como eles, então o que sobrava era assistir um culto de quase 2 horas. 

Quando estávamos na igreja meu pai se desligava completamente, parecia o lugar mais seguro no mundo e ele literalmente esquecia de me prender igual fazia em casa. Nessa época a gente ficava anotando o nome do mais bonito em nossos cadernos, claro que tudo escondido do monitor. Eu gostava muito do Danilo, vivia dizendo pras minhas amigas que ele era sem dúvidas o mais bonito. 

Ele tocava bateria e acho que era o segundo mais velho; devia ter lá seus 16 anos. Uma vez quando a igreja estava em reforma o banheiro feminino e masculino foi dividido para todo mundo, então eu resolvi ir quando justamente ele estava lá, por ser escondido e meio escuro ele deixou a porta aberta; quando apareci na frente dei bem de cara com o Danilo segurando a pica e sacudindo depois de ter feito xixi. 

Parecia ser bem grande, saí correndo na hora, mas é claro que ele tinha me visto, voltei pro meu lugar e contei pra minha amiga que tinha visto a pica dele, passei o resto da noite pensando naquilo. Danilo sabia que eu gostava dele, mas nessa época ele queria mais as meninas de sua idade e pouco dava bola pra mim, eu adorava seu cabelo moicano estilo jogador de futebol que era moda na época, de vez em quando ele se arriscava na bateria durante o culto e eu não me cansava de olhar pra ele. 

Certa vez o pastor da igreja teve a brilhante ideia de organizar um acampamento entre os jovens, a ideia era unir mais o pessoal a Deus principalmente os mais novos, claro que o resultado disso não deu outro além das putarias dentro daqueles matos. Logo no ônibus os casais já foram sendo formados, eu acabei sentando ao lado do Danilo e depois de um tempo me ignorando percebi que um volume estava sendo formado na sua calça, não sei porque fiquei encarando tanto.

Deixei meu irmãozinho de pau duro. 

Descobri um tempo depois que minha blusa estava deixando minha teta escapar, mas eu não tinha percebido antes porque era um blusa bem folgada e meu biquíni estava apertado, por isso ele saía do lugar e eu nem me ligava. Na mesma hora que vi me virei pra ajeitar, mas ainda assim ele não tirava os olhos dos meus peitos, somente quando já estava tudo no lugar que ele se virou e ajeitou o pau por cima da calça sem nem se preocupar se eu estaria vendo. 

Já no lugar onde a gente iria dormir alguém teve a ideia de fazer algumas brincadeiras, nem todo mundo participou, alguns ficaram entretidos conversando e outros cochilaram. De novo eu estava sentada ao lado do Danilo e por algum motivo ele me fazia cócegas; não lembro ao certo como chegamos aquele ponto, mas me recordo bem de sem querer dar uma cotovelada no seu pau. 

Sentindo dor ele saiu de perto de mim saindo da tenda que tinham construído pra gente dormir. Ele ficou atrás dela onde não tinha ninguém e onde já tinham avisado que era perigoso por causa dos bichos, na hora bem inocente fui atrás dele para pedir desculpas, ficamos ali escondidinho com ele apertando o pau fingindo que estava morrendo de dor, quando ele tirou a mão da frente ele me mostrou o quão inchado estava e disse que tinha sido eu. 

Sua piroca estava dura, mas ele me fez pensar que tinha o machucado, quase chorei tentando me desculpar, ele fazia uma cara de desgosto meio bravo e falava que tava morrendo de vontade de mijar e que não iria conseguir fazer porque na minha brincadeira besta de bater eu também havia machucado sua mão de segurar o pau pra mijar. 

Eu não entendi nada do que ele tava falando na hora, mas de novo pedi desculpas e pedi que não contasse a ninguém o que tinha feito. Meio desconfiado ele olhou pros 4 cantos de onde a gente estava e depois de se certificar que não teria ninguém ali perto ele propôs que só não abriria a boca pra me dedurar se eu ajudasse ele. 

Ele me enganou pra me botar pra mamar.

Mas primeiro eu tinha que dar um beijo de desculpas, obviamente que dei, fiquei na ponta dos pés pra beijar sua boca; senti sua língua tentando entrar em mim e quase recuei, mas ele me segurou pela cintura e me beijou. Logo depois ele me encostou numa árvore que tava servindo como escora pra nossa tenda e disse que eu já podia começar a ajudar ele. 

Antes de tocá-lo perguntei porque sua mão não estava boa pra fazer aquilo e ele não me respondeu, só me mandou ir mais rápido, então eu abri seu zíper e comecei a botar pra fora aquela piroca dura. Seu pau babava parecia que ele já tinha feito xixi, eu perguntava pra onde tinha que apontar e até mirei pra baixo quando ele reclamou dizendo que daquele jeito doía, fiquei sem saber o que fazer só segurando sua pica esperando o comando. 

Danilo me convenceu de que por causa da cotovelada que eu tinha dado a pica dele estava muito machucada e que por isso antes de sair o mijo eu tinha que tirar o leitinho pra ele conseguir se aliviar. Eu vivia dizendo que ele era meu namoradinho pras minhas amigas, é óbvio que eu tinha que ajudá-lo, ele me ensinava como tinha que fazer, então meio sem jeito comecei os movimentos na sua pica. 

Ele gemia bem baixinho e pedia pra bater mais rápido e apertar mais forte, como ele era bem mais alto de vez em quando ele ficava tentando forçar minha cabeça na direção do seu pau, eu negava colocar na boca, mas teve um momento que fui pega de surpresa e quando menos esperei tava com sua pica toda dentro de mim. 

Não chupei ele por muito tempo e logo me levantei, bem rapidinho também ele avisou que seu leite estava vindo me pegando desprevenida com o jato de porra todo na minha cara, eu reclamei por aquilo e ele riu; passou o dedo no meu grelinho por cima do meu short e voltou pra tenda, fiquei lá tentando me limpar com minha própria roupa, mas ficou tudo marcado com sua gala. 

Não cheguei a dar minha pepeca pro Danilo comer; pelo menos não naquela viagem, isso ficou por conta do tio Mário que tinha visto toda a cena escondido e foi me procurar no dia seguinte pra ''orar'' por mim e me curar daquele espírito de puta no meio dos matos pra ninguém ver. 

By - Sheillaxv

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