Ele pagava pra chupar meus peitos

A putinha da escola.

pepeca apertada


Sempre estudei muito longe de casa  por causa disso na maioria das vezes a minha mãe tinha que ir me buscar de carro. Quase sempre ela demorava horrores pra chegar e eu tinha que ficar de molho por um tempão conversando com qualquer pessoa disposta a tirar meu tédio até ela chegar. 

Nessa época eu já tinha uma fama bem ruim na escola, diziam que eu me chupava com qualquer um no banheiro escondida, mas não era bem uma verdade, eu só fazia isso com quem me dava alguma coisa. Então pra evitar confusão eu normalmente esperava na diretoria do colégio, eu me sentava numa cadeira ao lado da mesa da dona da escola e ficava entretida com uns gibis. 

Algumas poucas vezes o marido da diretora também estava lá, seu Lúcio costumava ficar pouco acho que ele não gostava daquele clima de escola, mas as poucas vezes que ele esteve lá eu percebi o jeito que me olhava, era como se soubesse de alguma coisa que eu fiz, mas que tava guardando a 7 chaves. 

Apesar de eu sempre bancar a inocente eu era realmente responsável por tudo o que diziam de mim, porém pelo motivo errado, diziam que eu saía pra me chupar com os meninos e algumas meninas porque era uma putinha, mas na real é que eles me pagavam pra isso então eu ia. 

Não ganhava milhões, mas era o suficiente pra me manter naquela baixaria... tudo acontecia sempre no fundo do colégio onde quase ninguém ia, tinha um portão velho interrompendo a passagem, mas não tinha cadeado então geral entrava pra se comer, inclusive eu. Tinha uma câmera ali e todo mundo sabia da existência dela, mas o boato era que não funcionava e como sempre tinha alguém se comendo e nunca dava nada eu sentia confiança em ir ali sempre. 

Um dia a minha mãe demorou de ir me buscar e eu fui pra diretoria esperar por ela, quando cheguei lá a dona da porra toda não estava, encontrei somente seu Lúcio na frente de um computador vigiando as câmeras, ninguém nunca se preocupava em verificar elas a não ser que tivesse acontecido um acidente ou uma baixaria muito grave que precisasse de comprovação. Ninguém a não ser seu Lúcio, naquele dia eu descobri que ele sempre estava de olho principalmente naquela câmera que todo mundo jurava que não prestava. 

Pra comer tem que pagar.

Era um verdadeiro depravado, eu sentei na cadeira e logo ele veio me perguntando quanto eu cobrava pela pepeca, fingi não entender, mas o coração parou na hora, pensei que iria levar um esporro ou qualquer outra coisa pior. Continuei fingindo que não sabia de nada até olhar pro computador e ver minha calça arriada até a altura do meu joelho, minhas mãos segurando numa cadeira velha toda enferrujada e um menino da minha turma atrás de mim com a cabeça atolada no meio da minha bunda. 

Meu desespero deu voltas ao mundo naquele momento, acho que mudei de cor 1 milhão de vezes, eu estava tão bestalhada que nem percebi o safado tirando uma nota de 2 reais da carteira, muita petulância afinal eu não valho tão pouco assim não, né. Me mantive no personagem até que ele me fez levantar da cadeira e ficar de frente pra ele, eu olhava o tempo inteiro pra porta torcendo pra ninguém entrar ali, então o safado enfiou a mão no meu bolso e deixou aquela nota mixuruca de 2 reais ali dentro. 

Perguntei o porque dele ter deixado logo em seguida e apontando pros meus peitos ele mandou eu suspender minha blusa, demorei uns 2 segundos pra entender o que tava acontecendo e menos tempo ainda de que aquilo não era uma ameaça e sim um jeito estranho dele me dizer que queria minhas tetas. Morrendo de vergonha eu suspendi minha blusa da farda, minhas tetas saltaram pra fora logo em seguida, o frio do ar condicionado logo fizeram meus biquinhos ficarem duro. 

Ainda sentado na cadeira de rodinhas ele veio até mim, mas antes de colocar as mãos nos meus peitos ele foi em direção a porta e trancou. Logo depois senti ele me mamando...ele me apertava, apalpava minha bunda, me abraçava tão forte que eu até sentia seu pau duro da minha perna, ele me colocou em cima do seu colo ainda sem tirar sua boca dos meus seios e mamou mais ainda feito um bezerrinho. 

O velho safado me chupou todinha.

Seu Lúcio não era nem um pouquinho bonito, ele era grisalho e tinha cara de velho, mas aquela situação fez meu grelinho piscar horrores, mas não durou muito porque minha mãe apareceu pouco tempo depois. Fui pra  casa com aqueles 2 reais no bolso e com as tetas toda vermelhinhas de tanto que ele mamou, e isso continuou pelas semanas seguintes, quando eu estava na diretoria esperando minha carona eu sempre ganhava aqueles 2 reais pelo aluguel dos meus peitinhos.  

Seu Lúcio começou a ir muito mais vezes pro colégio e eu tenho certeza que era só pra passar a língua em mim, é claro que não demorou muito pra ele ir mais fundo na sacanagem, cada vez que ele avançava um pouquinho mais no meu corpo ele me dava mais dinheiro. 

Ele ficava me chamando de ''minha putinha'' o tempo inteiro, as vezes ele sussurra aquilo no meu ouvido enquanto me abraçava tão forte que eu conseguia sentir seu pau por cima da calça jeans. A essa altura eu já liberava seus dedos dentro da minha roupa dedando minha pepeca, quase sempre eu saía dali com a calcinha toda torta de tanto ter sido dedada. 

As paredes eram de gesso e por isso tinha que fazer tudo com muito cuidado e silêncio pra ninguém desconfiar. Não demorou muito pra eu ter de ordenhar sua piroca, eu esperava tanto por esse dia que já fazia carinho na sua pica por cima da roupa, mas acho que ele tinha receio de colocar pra fora aquela jeba cheio de veias, quando ele colocou pra fora tava todo babadinho que até a cabeça brilhava um pouco. 

Passei o dedo ao redor e antes dele pedir coloquei na boca, logo em seguida ouvi aquele gemidinho de surpresa pelo o que eu tinha feito, seu pau ficava pulsando na minha boca enquanto eu tentava engolir tudo até  o talo. Escorado na cadeira ele me deixou chupando até quando avisou que seu jato de porra tava saindo, então ele se levantou rápido e me colocou sentada no seu lugar, sentadinha na cadeira da diretora do meu colégio eu coloquei minhas tetas pra fora pra receber a esporrada de leitinho do seu marido. 

Saiu tanta porra que não deu tempo de limpar antes de ficar a marca, tive que trocar e usar a farda reserva pra ninguém perceber. Esse foi o único dia que tivemos tempo de fazer aquela sacanagem sem alguém tentando entrar na sala, mas sempre que dava eu colocava meus peitos pra fora pra levar uma mamadinha gostosa e claro pra ganhar meus 2 reais que naquela época era uma coxinha e um copo de suco muito bem gasto. 

By - Sheillaxv

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