Punheta pro papai pervertido

Eu tocava siririca enquanto assistia meu padrasto penetrando a pepeca da minha mãe.

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Fui acostumada desde muito pequena a chamar ele de papai, ele era namorado da minha mãe e o homem da casa. Durante a madrugada eu escutava ele fudendo a buceta da minha mãe, eu escutava os gemidos e o pedido dela de calma. 

Meu padrasto não parecia ligar muito e só respondia dizendo pra ela aguentar mais um pouco. Não tinha porta separando o quarto deles do resto da casa, uma cortina fininha de flores separava minha curiosidade daquela foda, no começo eu não ligava muito, mas na medida que fui crescendo passei a sentir vontade de tocar na minha buceta sempre que escutava os dois. 

Um dia a curiosidade aumentou muito e eu não aguentei, fiquei espiando pela gretinha, mal sabia eu que meu padrasto me observava pelo lado de dentro. No dia seguinte ele foi perguntar o porque eu estava ali, fiquei gelada na hora e não sabia o que responder, permaneci parada enquanto ele olhava pra mim com uma cara brava. 

Fiquei com medo dele desconfiar do meu vício em escutar o sexo, sempre ia na pontinha dos pés e quase sem respirar pra que pudesse pegar cada detalhe. Eu conseguia ver as bolas dele batendo na bunda da minha mãe, sua pica toda atolada dentro dela fazia minha pepeca piscar na mesma hora. Eu tinha vergonha do que eu fazia por isso tive medo quando ele veio conversar comigo.

Meu padrasto ficou calado por uns instantes e antes que eu pudesse responder alguma coisa ele disse que aquilo era errado e que eu era muito novinha pra aquele tipo de coisa. De fato eu era, mas ele não estava preocupado com isso, era só uma desculpa pra tirar uma lasquinha de mim. 

Logo depois de falar que eu era novinha ele inventou uma desculpa de que queria saber se eu estava me mantendo fiel ao que a igreja dizia sobre a pureza das meninas. Ele perguntava incansavelmente se eu tocava na minha bucetinha e eu falava apenas que não, aquela conversa me deixava muito envergonhada e ele sabia disso, quando não tinha mais maneiras de responder que ''não'' ele pediu pra eu provar e perguntou se poderia ver ele mesmo. 

Ele se aproveitou da minha inocência pra comer minha pepeca durante o dia e a da minha mãe durante a noite. 

Era meu padrasto, minha mãe confiava nele, ele era quase meu papai, então eu pensei que não teria problema em mostrar minha pepeca lisinha. Então eu suspendi minha saia até a altura dos meus peitos, fiquei apenas de calcinha na sua frente, ele me olhava como se estivesse prestes a me devorar. 

Minha buceta estava molhada igual ficava quando eu escutava meu padrasto metendo na minha mãe, o volume da sua pica fazia uma marca na sua bermuda que eu não conseguia parar de olhar. Sentei no sofá com minha calcinha ainda exposta, ela era rosa e folgadinha, quando eu abria minhas pernas dava pra ver minha pepeca pelo ladinho. 

Meu padrasto ficou de joelhos na minha frente enquanto seu olhar estava vidrado na minha menina. Ele foi aproximando seu rosto de mim sem me dar uma chance de responder se eu queria aquilo, o nariz dele tocou meu grelinho pela primeira vez e eu senti um choque do nada. 

Na igreja que a gente frequentava tinha reunião só de meninas e servia pra alertar a gente que aquilo era errado, elas diziam que homens tinham necessidades de fazer coisas e que tentariam com a gente, mas teríamos que ser fortes para aguentar a tentação. Mas eu não aguentei e acabei com o namorado da minha mãe chupando meu grelinho duro. 

Na mesma hora eu fechei minhas pernas em seu rosto, ele riu e usou as mãos pra me deixar toda arreganhada pra ele, logo em seguida afastou minha calcinha rosa pro lado e deixou minha pepeca livre. Sua língua percorria toda minha buceta, fechei meus olhos para aproveitar cada segundo daquilo, era uma sensação diferente parecia uma vontade de fazer xixi. 

Eu ainda não sabia o que era gemer então soltava uns barulhinhos enquanto tentava falar,de vez em quando ele parava e perguntava se tava gostoso, então eu via sua boca toda melada com o melzinho que saía de dentro de mim. 

A língua dele era mais gostoso do que fazer com o dedo.

Meu grelinho estava pulsando em sua língua, tava inchadinho e parecia que iria explodir, eu ainda tava bem arreganhada quando percebi meu padrasto tirando o pau pra fora da cueca. 

Era cheio de veias e a cabeça meio avermelhada, ele chegou bem pertinho da minha boca e perguntou se eu queria mamar. De início eu me neguei a colocar aquela coisa dele na minha boca, mas ele forçou a entrada com tapas no meu rosto, enquanto eu chupava ele me fazia tocar no seu pau com movimentos de vai e vem, tava tão duro que parecia que as veias estavam se mexendo. 

Em um momento meu padrasto sentou no sofá e me colocou sentada em uma de suas pernas, eu estava de frente e com minha pepeca em cima da sua perna, ele me fez ir pra frente e para trás ali em cima. 

Minha buceta melou tudo onde eu tava sentada, mas ainda não era o suficiente; logo em seguida escutei meu papai me pedindo pra segurar novamente aquela pica dura, parecia que a cada tempo que passava ficava mais duro. 

Voltei a punhetar seu pau enquanto ele tocava nos meus peitinhos, parecia que estava me ordenhando, quando estava prestes a gozar ele abocanhou minhas tetas e chupou enquanto seu leitinho era jorrado. Fiquei toda melada de porra, minha mão só tinha gala e eu esfreguei pra sentir a textura, meu papai vendo aquilo me fez colocar na língua pra eu sentir o gostinho dele e eu fiz. 

Era salgado e eu não curti muito, depois de me ver cuspindo seu leite da hora o meu padrasto avisou que aquela seria a última vez que ele me veria desperdiçando assim, as próximas vezes eu tinha que engolir tudo. Quando tudo terminou eu fui direto pro meu quarto e me toquei. Era errado, mas eu sentia tesão.

By - Sheillaxv

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