Pique esconde na pepeca café com leite

Prima mais nova tem que pegar na mão e na pepeca.

safada chupando pica


"Vocês tem que cuidar da priminha porque ela é mais nova", era isso o que a meninada escutava sempre que a família se reunia, e com meninada eu quero dizer: eu e mais 5 primos homens. 2 eram bem mais velhos e os outros eram mais bobinhos, eu entrava na turma dos bobinhos, mas sempre com muita cautela porque era a menina do grupo e não podia me machucar. 

Nas brincadeiras sempre me tinham como café com leite, eu passava horas escondida no pique esconde e nunca aparecia alguém pra me procurar e quando por milagre algum priminho me encontrava ele nem ligava pra bater o pique. 

Isso ficou desse jeito por bastante tempo, na verdade por tempo suficiente pro meu corpo aparecer os primeiros sinais de que eu estava crescendo. Os primeiros olhares maliciosos que recebi foi do meu primo mais velho. Tiago é 3 anos mais velho do que eu, ele brincava com a gente, mas sempre com aquele ar de superioridade, ele batia nos meninos e na maioria das vezes ganhava nas brincadeiras. 

Ele gostava de usar aqueles shorts de jogar bola, ficava o dia inteiro consertando a piroca que saía do lugar, eu não entendia porque as vezes sua pica ficava marcando o short e as vezes não... eu só imaginava que deveria coçar bastante. 

O segundo na linha de comando era o Gustavo, se eu não estou enganada ele era 1 ano apenas mais novo que o Tiago, mas ainda assim a gente tinha ele como segundo porque também obedecia. 

Geralmente no finalzinho dos passeios em família sempre sobrava 4 de nós, eu, o Tiago, Gustavo e Vitor. No final do rolê passávamos a maior parte do tempo assistindo ou vendo os meninos jogando, a gente nunca podia participar porque só tinha 2 controles. 

Uma vez eu insisti tanto que o Tiago acabou deixando, mas tinha uma regra, eu só poderia pegar no controle se eu sentasse no seu colo. Ele justificou que teria de ser daquele jeito porque eu era estabanada e se eu quebrasse seu controle eu iria levar um murro, só por birra eu sentei ali entre suas pernas, quando segurei no controle eu senti meu primo pegando na minha cintura e me puxando pra perto dele. 

Eu não entendi o porque daquilo, mas percebi que o Gustavo deu uma risadinha maliciosa olhando pra baixo, logo logo o joguinho começou e eu me desliguei do que acontecia ali, voltei a realidade quando senti a mão do Tiago deslizando pra cima da minha pepeca, me assustei com o toque dele e senti um choque. 

Eu brincava com o controle dele enquanto ele brincava com minha buceta.

Não perguntei o porque daquilo e nem saí do lugar apenas fechei minhas pernas. Não adiantou muito, na verdade só apertei mais ainda sua mão na minha pepeca. Tiago olhou pra mim e disse que tava tocando no meu pique esconde, pedi pra ele tirar, mas não me deu ouvido, alguém podia chegar e ver aquilo... eu sabia que era errado, porém não tinha a menor pretensão de sair dali naquele momento. 

Vitor ainda estava no quarto deitado na cama olhando a gente jogar, eu acho que ele não conseguia ver o que Tiago estava fazendo comigo porque estávamos de costas pra ele. De vez em quando eles pediam pro Vitor ir até a sala pegar alguma coisa e aproveitavam pra afastar minha calcinha pro lado e tocar na minha pepeca. 

As vezes até beijavam minha boca, numa dessas vezes o Vitor acabou chegando bem na hora que o Tiago tava com a língua enfiada na minha boca, mas como ele é lerdo inventaram a desculpa dizendo que eu tinha engolido um bicho e o bobão caiu direitinho. 

De uma última vez pediram pro Vitor sair de novo e só voltar quando eu fizesse um gol porque ele tava dando azar pra mim, o bobinho do meu primo saiu do quarto e foi pra sala esperar o comando dos outros pra voltar. Então pausaram o jogo e voltaram a me beijar. Do quarto a gente escutava o Vitor perguntando se podia voltar e os meninos só gritavam de volta avisando que não. 

Eu não conseguia me mexer, os braços do Tiago estavam me apertando muito forte e ele enfiava sua língua dentro da minha boca quase me deixando sem ar, isso dava espaço pro Gustavo ficar livre na minha buceta, ele ficava enfiando seu dedos em mim, as vezes machucava e eu tentava tirar. 

Passamos uns minutos daquele jeito até que o Vitor resolveu por conta própria voltar, ele não queria ficar longe da gente e avisou que não iria sair de novo. Eu tava com os lábios bem vermelhinhos e com minha calcinha fora do lugar quando Tiago me fez ir até a cozinha pegar água pra ele, logo em seguida ele foi atrás de mim e me puxou pros fundos onde meu tio estava construindo. 

O lugar era tão cheio de pedregulho de construção que até foi difícil de entrar, mas lá dentro ele começou a me despir, minha calcinha foi parar na altura dos meus pés e minha blusa quase me enforcando deixava bem livre minhas tetas pra ele mamar. 

Aquela marca que ficava no short dele estava bem mais evidente, o tempo inteiro ele tentava roçar aquilo em mim, não demorou muito pra sua pica ir parar na minha mão. Tive que punhetar enquanto ele vigiava se não tinha alguém por perto, Tiago forçava minha cabeça pra chupar sua piroca, mas eu não queria parecer puta demais e fingi ter nojo de colocar na boca. 

Ele me fazia vigiar a porta pra ver se não aparecia alguém.

Então ele me virou e começou a chupar minha buceta, fiquei com a perna tremendo enquanto sua língua passeava pelo meu grelinho, quando estava prestes a perder o equilíbrio ele se levantou e me virou de costas pra ele me fazendo segurar na parede pra não cair. 

Sua pica começou a roçar entre minhas pernas, a cabeça do seu pau babava minha bucetinha toda, com um pouquinho de força ele meteu dentro de mim. Doeu tanto que senti uma lágrima escorrendo pelo meu rosto, meu primo Tiago não ligou muito apenas pediu pra eu não falar muito alto, tive que me conter e aguentar. 

Fechei meus olhos pra não sentir tanta dor, mas não durou muito, quando aquela dor toda foi passando comecei a sentir que tava ficando gostoso, mas já era tarde demais. Tiago se contorcia atrás de mim, ele me abraçava enquanto eu sentia um jato quente me invadindo, achei mesmo que ele tivesse feito xixi em mim. 

Quando ele tirou sua pica de dentro eu senti seu leite escorrendo entre minhas pernas, fiquei com vergonha e corri pra suspender minha calcinha, mas na maior cara de pau senti o Tiago pisando na minha calcinha me impedindo de suspender ela de volta pro lugar. 

Logo em seguida ouvi a ordem de que deveria esperar o Gustavo chegar pra ele meter um pouquinho também, não sei o que me deu pra ficar, mas eu fiquei...na mesma posição que o Tiago havia me deixado eu fiquei.

Quando o Gustavo apareceu eu ainda estava virada para a parede sem calcinha e com a pepeca empinada pra ele, não teve muita cerimonia, eu já estava bem melada de porra então foi tranquilo pra ele meter. 

Sua pica não era tão grande quanto a do Tiago, mas era um pouquinho mais grossa, ele metia mais devagar que o Tiago e segurava nos meus peitos. Eu conseguia escutar seus gemidos no meu ouvido, parecia que quanto mais metia mais sua piroca ficava dura, foi mais gostoso com ele, pela primeira vez tava sentindo meu grelinho ficar duro, não sabia que poderia ficar daquele jeito. 

Pela segunda vez levei porra dentro da pepeca, mas dessa última quase gozei junto, ainda sentia necessidade de me tocar então esperei que o Gustavo voltasse pro quarto pra eu me siriricar. 

Quase esfolei meu grelinho nesse dia de tanto que me masturbei, quando voltei pro quarto os dois ainda estavam jogando, o Vitor inocente deitado na cama me chamava pra jogar dama, fui devagarinho ao seu encontro porque ainda estava com a buceta ardendo. 

Desde esse dia eu passei a me esconder com eles no pique esconde, as vezes os dois me levavam pra algum comodo dentro de casa pra se esconder fingindo que estávamos participando da brincadeira, mas era só pra disfarçar a putaria. 

By - Sheillaxv

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