Gostinho de chocolate na pepeca

Limpar a pepequinha chupando.

safadinha teen greluda

Eu era bem novinha quando meus pais se separaram, não tinha como minha mãe ficar comigo 24h por dia porque ela tinha que trabalhar. Meu pai também passava o dia inteiro fora de casa e vivia dizendo que era isso ou ele iria virar vagabundo pra ter tempo de ficar em casa. 

Por causa disso eu comecei a ficar na casa da nossa vizinha, no início eu só tinha que ficar lá no final do dia, mas pouco tempo depois eu praticamente passei a ficar o dia inteiro. A nossa vizinha já era  uma senhora de idade,ela fazia bolos, e tinha uma filha beirando os 20 anos; ela revezava com a mãe pra cuidar de mim e me ajudar nas tarefas da escola, exceto quando seu namorado estava lá. 

Ele se chamava Rogério, era bem mais velho que ela e sempre ia pra casa dela no comecinho da noite e ficava lá até quando minha mãe aparecia pra ir me buscar. De vez em quando ele se oferecia pra me levar até minha casa, não era muito longe, só tinha que abrir o portão e descer a escada, mas ele insistia tanto que deixava todo mundo sem jeito de negar. 

Geral achava que era por gentileza e até eu achava. Na verdade não lembro de ter tido algum sentimento nessa época, porém me recordo bem que naquele pouco tempo entre a casa da minha vizinha e a minha casa ele deixava sua mãe escorregar pelo meu corpo. 

A primeira vez que ele fez aquilo era porque eu estava prestes a cair e pra que eu não me machucasse ele me segurou pela barriga, sua mão foi subindo até chegar na altura dos meus peitos e ele só me largou quando minha mãe apareceu na porta da frente. Fiquei com frio na barriga naquela hora, parecia errado, mas eu ainda não sabia o porque. 

Pouco tempo depois desse dia ele passou a me tocar mais, a mão dele ficava apoiada na minha perna sempre que tinha oportunidade e as vezes isso me dava arrepios. A filha da minha vizinha tinha um horário certo pra tomar banho e nunca saía antes ou depois desse horário, nesse meio tempo eu ficava sozinha com o Rogério na sala enquanto a mãe dela fazia os bolos na cozinha. 

Então começou a surgir umas sujeirinhas entre minha perna que era difícil sair, mas Rogério sempre prestativo me ajudava a limpar, ele usava os dedos e as vezes quando tava muito grudado em mim ele molhava a pontinha do dedo na língua e passava no caminhozinho entre minhas pernas. 

Ficava bem abertinha pra ele.

Eu ficava com vergonha porque era bem pertinho da minha pepeca, mas segundo ele não tinha problema porque a gente já era quase da família e só era ajuda. Depois do dedo ele foi evoluindo pra colocar a boca, ele disse que se passasse a língua chupando iria sair mais rápido e nem iriam perceber que eu tava suja. 

Eu não queria ficar suja então eu deixava, era estranho ficar arreganhada no sofá com a pepeca virada pro rosto do Rogério, mas era  o único jeito de ficar limpa, quando ele escutava o barulho da porta do banheiro abrindo era quando ele parava de me limpar. 

Teve um dia que ele foi mais além, tinha coisa suja até perto do meu grelinho, é claro que não podia ficar melado então eu deixei que Rogério afastasse minha calcinha. Quando ele sugou minha pepeca pela primeira vez eu senti uma piscada bem  forte no meu grelinho, fiquei assutada e tentei fechar minha perna, mas ele não deixou e segurou minha cintura me forçando a ficar mais arreganhada ainda. 

Nesse dia o banho da filha da minha vizinha foi mais rápido e ela quase pegou a gente no flagra, dessa primeira vez eu fiquei sentindo sua boca me chupando até depois que fui deitar pra dormir. 

No dia seguinte eu mal podia esperar pra fazer aquilo de novo e pra me deixar com mais vontade ainda ele dizia que minha bucetinha tinha gosto de chocolate, isso acabou virando uma espécie de sinal, sempre que ele tava lá a gente saía por 10 min pra comprar chocolate pra mim. 

A namorada dele achava que era pra agradar a sogra, mas na verdade no meio do caminho a gente parava na frente de uma casa abandonada e eu levantava minha perna pra ele sentir meu gosto de novo. Não demorou muito tempo pra eu sentir o dele, fiquei de joelhos nessa mesma casa tentando colocar a cabeça daquela piroca na minha boca. 

Era bem babado e tinha um gostinho salgado, nessa época eu gostava de ver o leitinho saindo, mas nem sempre dava tempo. Quando a gente voltava pra casa e viam que eu tava sem nada na mão me chamavam de gulosa por ter comido todo o doce no caminho, eu nunca negava porque era gulosa mesmo, mas era gulosinha por outro doce. 

Bucetinha machucada de tanto levar chupada.

Minha pepeca depois de um tempo passou a estar sempre vermelhinha e ardendo de tanto que o Rogério chupava forte, então ele passou a ir mais devagar pra minha mãe não perceber os vermelhinhos na minha xota. Ele passou um tempinho sem colocar a língua em mim, mas ainda assim me fazia tirar o chocolatinho branco dele, aprendi a engolir tudo até limpar sua pica. 

Não demorou muito pra ele me comer escondido, ele se aproveitou da namorada irresponsável que tinha pra inventar uma desculpa pra ela me deixar na casa dele enquanto ela ia pra casa das amigas, claro que em uma situação normal ele jamais faria isso, mas naquela época ele vivia encontrando a melhor oportunidade pra meter em mim e aquele dia caiu como luva pra ele. 

O safado esperou ela sair de casa e trancou tudo, eu tava no quarto dele deitada na cama assistindo filme, quando ele entrou no quarto eu já sabia que estávamos a sós e até fiquei com um pouquinho de medo, então ele veio devagarinho beijando meus pés e subindo até o meio das minhas coxas. 

Depois de dar um banho de língua na minha pepeca greludinha ele foi subindo pra chupar minhas tetas que ainda eram uns limoezinhos. Ele me beijava de língua de um jeito  que eu só tava acostumada a ver nas novelas, ele enfiava a língua dentro da minha boca e ficava passando os dedos na minha buceta

Eu ficava sem saber no que concentrar se era no beijo ou tentando manter minhas pernas arreganhadas, mas logo ele se deitou em cima de mim e continuou me beijando. Não demorou muito e eu já estava completamente nua, minha bucetinha bem melada fazia a pica dele escorregar enquanto ele roçava nela, ele tava mais duro do que ficava normalmente. 

Ele perguntou se eu tava bem e logo em seguida meteu de vez dentro de mim, não deu tempo nem de reclamar da piroca entrando, quando pensei em gritar por causa da dor ele me beijou pra abafar os gritos. 

Depois de um tempinho com aquele vai e vem na minha buceta eu acabei acostumando e não fiz mais força pra gritar, minha buceta era greludinha e eu percebia que ela tava mais inchada que o normal, eu tava prestes a ter meu primeiro orgasmo ali. 

Ele metia em mim com os olhos vidrados pro meu rosto, eu ficava com vergonha e olhava pra baixo, conseguia ver a virilha dele toda melada com a mistura do nosso melzinho. 

Não demorou muito pra eu sentir minha pepeca contrair com ele ali dentro e eu gozei, dei um gritinho nesse momento porque era minha primeira vez e eu ainda não tava acostumada com aquela sensação, mas logo em seguida depois de gozar eu senti um ardor no meu grelinho, tava bem sensível e ele ainda continuava a meter. 

Quando a velocidade começou a aumentar ele praticamente me fazia sair do lugar só saindo e entrando em mim, parecia que iria me levantar com a força da pica, logo em seguida ele se levantou e ficou parado na frente do meu rosto com aquela piroca apontando pra minha boca, tive que abrir e esperar ele esporrar seu leite na minha língua. 

Engoli mais porra que o normal, fiquei toda melada, tinha leitinho até no meu cabelo e nem deu pra tirar durante o banho porque só percebi que tava sujo quando minha mãe perguntou o que era aquilo, eu respondi que era a cola do trabalho que eu tava fazendo com o tio Rogério. 

By - Sheillaxv

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