O moço safado da biblioteca

Dando a pepeca na biblioteca da escola.

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Na minha época de escola eu não tive muito acesso a internet, a gente tinha que ir até a biblioteca da escola pra fazer os trabalhos, eu estudava de manhã e as vezes passava a tarde inteira lá. Mas nem sempre era por causa das tarefas, de vez em quando eu ia só pra ficar jogando pinball no computador, não ia muito aluno na biblioteca e a parte dos computadores tinha acesso bem restrito. 

Seu Marcos tomava conta da chave daquela salinha dos fundos da biblioteca, na maioria das vezes ficava aberta e ele cuidando de longe, mas em outros momentos ele trancava a porta. Eu não via problema nisso, na verdade até preferia quando tudo tava fechado porque me concentrava melhor, mas eu tinha a sensação de que ele sempre me olhava enquanto eu fazia as coisas. 

Hoje eu entendo que aqueles olhares que o bibliotecário jogava em cima de mim era só pra me preparar pro dia em que iria comer minha buceta ali mesmo. Um tempo antes na escola já existia um boato que ele tinha tentado beijar uma aluna no banheiro, mas ninguém nunca foi procurar saber o que de fato aconteceu. 

Não demorou muito pro seu Marcos puxar assunto comigo e inventar de me ajudar nos afazeres, ele fazia quase a tarefa toda pra eu terminar mais rápido, ele dizia que era ajuda mas aquilo era só pra me enrolar; logo em seguida seu Marcos pedia coisas em troca. A primeira vez que ele fez isso foi só pra passar a mão na minha coxa, ele elogiava dizendo que era lisinha e era doido pra sentir como era e eu deixei, em troca ele fez meu trabalho de escola. 

No começo ele só passava a mão em mim quando eu tava prestes a ir embora depois de um tempo foi ficando mais um pouquinho até que ele começou a subir sua mão. Me sentia envergonhada com aquilo, mas como eu gostava de ficar sem fazer nada eu acabava deixando, um dia seu Marcos disse que tava cansado de ficar só nas carícias e me pediu um beijinho. 

Ele me convenceu a vender minha bucetinha.

Eu olhei pra porta e avisei que alguém poderia chegar, e ele foi rápido me respondendo que tinha trancado, ele falava que eu poderia relaxar que ele seria carinhoso e que eu ia gostar de seu beijo. Eu não estava indecisa, mas me sentia usada, seu Marcos foi se aproximando e me beijou, enfiou sua língua dentro da minha boca ficando por um bom tempo, enquanto ele me beijava eu sentia sua mão percorrendo pelo meu corpo. 

Ele me tratava como uma mulher feita, mas eu era tão novinha e inocente que ficava sem saber como reagir, fiquei paradinha deixando ele me acariciar do jeito que bem entendia. Ele me convenceu a sentar no seu colo pois queria me sentir melhor, fiquei na pontinha da sua perna completamente vermelha de vergonha, então ele me puxou pra perto dele  e eu acabei encaixando minha bunda no seu pau. 

Meu short era fininho então eu sentia aquela jeba bem no meio do meu cuzinho, meu coração estava bem acelerado e seu Marcos percebeu, ele tocou nos meus peitos fingindo que era pra sentir meu coração e perguntou se eu tava nervosa. Eu confirmei e então ele guiou minha mão até a sua piroca e disse que eu podia relaxar que era só tesão, seu Marcos pedia pra eu ficar brincando com seu pau enquanto ele dedava o bico do meu peitinho. 

As vezes ele apertava o biquinho e doía, mas tive que aguentar, comecei a sentir uma coceirinha na minha buceta, olhei  pra baixo e percebi seu dedo tocando meu grelinho. Começou a ficar muito gostoso então eu fechei meus olhos e encostei minha cabeça no seu ombro, seu Marcos dedava minha pepeca e enfiava seu dedo bem na entradinha da minha buceta

Sua pica ficava cada vez mais dura, as veias saltada na sua piroca me deixava com vontade de tocar pra sentir aquilo, ele pulsava tanto que parecia que ia explodir. Eu tava completamente hipnotizada pelo seu pau, quando seu Marcos pediu pra eu colocar na boca fui com tanta vontade que quase engasguei antes de chegar lá. Fui me aproximando devagarinho e enfiei a pontinha da sua pica na minha boca, coloquei só cabecinha e comecei a chupar. 

Ainda tava um pouco envergonhada e logo parei de mamar sua pica, foi aí que ele me colocou sentada na cadeira e abriu bem as minhas pernas e chegou bem pertinho do meu grelinho, ele começou a chupar e eu quase desmaiei. Aquilo era tão gostoso, minha xota já estava piscando e babando de tesão, seu Marcos deixou tão babado que sua pica entrou fácil dentro de mim, não doeu nada então ele começou o vai e vem dentro da minha buceta. 

Ele me tratava como sua puta barata e fazia o que queria de mim.

Eu tava completamente nua; seu Marcos só tava com sua pica pra fora, me sentia muito vagabunda por estar daquele jeito, porém me mantive de pernas abertas pra ele. Suas bolas batiam na minha bunda enquanto ele metia em mim, eu estava tão melada que meu gozo deixava sua calça molhada em cada metida. Ele olhava aquilo e espalhava mais ainda o meu melzinho, de vez em quando ele me fazia lamber seu dedo sujo. 

Seu Marcos logo me colocou no seu colinho novamente, ele me colocou pra rebolar e pular em cima dele só pras minhas tetas subirem junto, fiquei um tempinho rebolando gostoso no seu pau até que ele me segurou forte pela cintura e me forçou pra baixo. Por uns segundos ele me travou naquela posição e não me soltava por nada. 

Ele apertava minha bunda e eu sentia algo quente invadindo minha buceta, parecia que ele tava fazendo xixi dentro de mim, sua pica pulsava dentro da minha buceta; dava pra sentir ele latejando em mim. Quando seu Marcos me soltou a sua pica já estava amolecendo, seu leite saía de mim aos montes. 

Começou a escorrer aquela porra branca entre minhas pernas e eu não tinha nada pra limpar além da minha calcinha. Seu Marcos não me deu nem um paninho pra eu limpar minha bucetinha toda gozada. Eu tive que vestir ela suja depois, voltei pra casa andando com minha pepeca ainda liberando a porra daquele safado da biblioteca. 

By - Sheillaxv

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