O amigo do meu padrasto me tocou escondido

Meu padrasto me entregou sem calcinha pro seu amigo.

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No dia em que tudo aconteceu pela primeira vez eu estava com minha mãe e meu padrasto na casa de um amigo dele. Eu ainda era novinha e tinha um ar de inocente, na casa em que estávamos só tinha casais, eram 3 contando com minha mãe e meu padrasto. 

Eu não sabia qual era a comemoração e só estava lá porque meu padrasto morria de ciúmes de mim, as pessoas achavam fofo e dizia que era amor de pai porque pai é quem cria, mas no fundo era só porque ele não aguentava saber que eu saía de casa pra namorar escondido

Tava todo mundo reunido na sala da casa, a gente jogava dominó enquanto passava um jogo de futebol na tv. As mulheres logo enjoaram do jogo e foram dar uma volta pelo bairro, eu fiquei ali com aqueles homens e o único rosto conhecido era o do meu padrasto, tinha bebidas e alguns já estavam capotando de tanta cachaça. 

Por algum motivo estranho eu estava ganhando o jogo, acredito que era porque eles tavam prestando mais atenção no futebol que na mesa, mas ainda assim eu recebia uma atenção especial onde eu tava. 

Por baixo da mesa comecei a perceber que uma perna encostava na minha sempre que tinha oportunidade, achei que era sem querer, mas depois de um tempo comecei a perceber que aquilo era proposital. 

Pouco depois aquela perna musculosa e cheia de pelos grudou de vez na minha perna, eu não tinha como me afastar sem fazer um escândalo então eu fiquei... minha mãe e as outras ainda não tinham voltado e por uns minutos aquele homem que se esfregava em mim passou a alisar minha coxa com sua mão, eu olhava assustada pra frente e percebia meu padrasto hipnotizado pelo jogo do seu time. 

Eu tinha medo, mas molhei minha calcinha com sua dedada.

Não tinha como fugir então eu aceitei a carícia, não tive coragem de olhar pra cima e  ver a cara do amigo do meu padrasto me bolinando, fiquei quietinha de cabeça baixa tentando parecer o mais natural possível. Minha pele ficava arrepiada na medida que seus dedos me tocavam, acho que isso deu confiança de ir mais além e ele passou a tentar encontrar minha bucetinha. 

Eu usava apesar uma saia e um biquini bem fininho que separava seus dedos do meu grelinho, rapidinho ele colocou meu biquini de lado e tateou minha pepeca me fazendo tremer um pouquinho na cadeira. 

Pelo susto eu fechei minhas pernas e travei sua mão no meio da minha buceta, devagarinho e disfarçadamente aquele safado chegou perto do meu ouvido e sussurrou baixinho pra eu abrir minha perna. 

Eu sentia medo, mas a vadia que existe dentro de mim já estava há muito tempo com tesão, me abri só mais um pouquinho pra ele, mas aquilo já foi o suficiente pra ele perceber a minha buceta molhada. Não tinha como sair daquela sala e nem ir muito além das dedadas, porém o volume dentro da sua bermuda deixava claro que ele não iria desistir antes de despejar todo seu leite dentro de mim. 

Antes de ir pro quarto o safado deixou um bilhetinho dentro da minha calcinha, o bilhete me chamava pra ir com ele no quartinho dos fundos de casa quando todos estivessem dormindo. Eu estava dormindo num quarto com minha mãe e meu padrasto, tive que esperar eles pegarem no sono pra que eu pudesse sair. 

Quando cheguei lá ele já estava me esperando, o volume dentro da sua roupa parecia estar maior e eu mal consegui entrar direito e ele já veio pra cima de mim me beijando. O amigo do meu padrasto me fazia segurar sua pica pra sentir o quão duro ele estava, tinha que gemer baixinho pra ninguém ouvir, mas o tesão era tanto que mal dava pra conter. 

Ele colocou um balde cheio de produto de limpeza escorando a porta porque ela não tinha fechadura, a cama que tinha ali dentro estava cheia de coisas em cima então ele me levou pro chão. Meu padrasto costumava dizer que tinha ele como um irmão, que confiava nele de olhos fechados, mas ele estava ali abrindo minhas pernas e enfiando sua cara na minha bucetinha ainda apertada. 

Ainda não lembro o nome dele, mas me recordo bem da sua língua percorrendo minha pepeca.

Eu não lembrava o nome do amigo do meu padrasto, na verdade eu nem me importava muito em perguntar qual era, tive vergonha de tentar saber seu nome naquele momento tão íntimo e me calei, fechei minha boca e abri minha pepeca. Segurei minha buceta abertinha enquanto aquele safado chupava meu grelinho, ele pedia pra eu segurar minha buceta aberta e tirava fotos enquanto me chupava. 

Ele perguntava se meu padrasto me chupava também e mesmo eu dizendo que não ele não acreditava em mim. Vi sua pica saindo pelo short do seu pijama, aquela cabeçona babava tanto que até molhava sua roupa, as vezes ele me colocava pra mamar sua pica porque segundo ele estava doendo de tão duro. 

Depois de me deixar toda lambuzada ele me colocou sentada em seu colo e começou a roçar sua piroca na minha pepeca, sua pica deslizava fácil na minha entradinha, de vez em quando ele ameaçava meter tudo, mas eu me assustava e saía de cima. Em um momento rápido ele meteu e eu não consegui sair, tive que aguentar aquela tora me penetrando sem fazer um piu, eu tava toda atolada no seu pau quietinha pra não doer muito. 

Quando ele começou a me movimentar no seu colo eu comecei a sentir suas bolas na minha bunda, o gozo que saía da minha pepeca deixava a virilha dele toda melada, ele passava o dedo no meladinho e me mostrava enquanto me chamava de putinha

Aquela altura ele já gemia alto enquanto eu cavalgava no seu pau, por sorte ninguém nos escutou, continuei pulando em cima dele até sentir uma pressão seguida de um jato dentro da minha buceta. Ele não usava camisinha e nem se importou em esporrar seu leite fora da minha pepeca, ele era forte e eu não conseguia me soltar do seu abraço tive que esperar seu saco de porra ser todo esvaziado dentro de mim. 

Quando saí de seu colo a sua piroca já estava mole ele olhava pra mim mordendo os lábios enquanto seu leite escorria entre minhas pernas. Me limpei usando minha própria calcinha, depois tive que vestir ela melada mesmo pra voltar pro quarto, quando entrei minha mãe estava acordada e perguntou onde tinha ido, dei um baratino avisando que estava com dor de barriga. 

No dia seguinte acordei com minha calcinha ainda melada de leite de pica e marcas de sangue, o amigo do meu padrasto e sua mulher já tinham voltado pra casa por causa do trabalho dele. Esse dia me rendeu semanas batendo siririca pensando nele, mas ao mesmo tempo com peso na consciência por medo de estar grávida.

By - Sheillaxv


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