O professor de bateria da igreja

Dei minha pepeca na igreja.

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Sábado e domingo à noite era dia de culto no bairro em que eu morava. A programação pro final de semana na igreja era sempre repleta de muita atividade pra manter os jovens congregando. A gente tinha aula de instrumentos e até de dança. 

Logo de cara eu escolhi tocar bateria, eu era a única menina da turma. Meu pai normalmente tinha muito receio em me deixar em lugares com muito meninos, mas como era atividade da igreja; ele aceitou bem de boa. Minha aula era sempre no sábado pela tarde, meu professor era o Alex, ele era o único na sua casa que era crente, sua mãe e seu irmão eram do mundão. 

Alex nessa época ainda era bem jovem, acho que ele tinha seus 17 anos e também tinha aprendido a tocar bateria na igreja, mas logo ele assumiu o lugar de professor e passou a dar aulas pro pessoal da minha idade. Minha maior dificuldade era sincronizar os pés e as mãos pra bater na hora certa. 

Meu professorzinho quando percebeu pediu pra que eu ficasse depois da aula que ele me ajudaria a fazer direito, fiz o que ele me pediu e quando todos saíram da sala eu fiquei. Então ele sentou no banquinho e me chamou pra ficar ao seu lado, ele pediu pra eu prestar bastante atenção que logo em seguida eu faria o mesmo, mas é claro que na minha vez de tentar; eu não consegui. 

Ele pediu pra eu levantar dali e sentou no meu lugar, logo em seguida ele pediu pra que eu sentasse em seu colo pois me ajudaria. Fiquei pensativa e lembrei do meu pai falando sobre como meninos eram todos safados, mas o Alex era da igreja que eu frequentava...que mal teria? Logo que sentei nele senti seus braços me envolvendo e tomando as baquetas da minha mão. 

Na hora de tocar com o pé eu sempre acabava pulando um pouquinho no seu colo, não sei porque, acho que ele fazia muita força e isso acabava me fazendo quicar um pouco no seu colo. Por baixo do meu vestido comecei a sentir umas pontadas vindo dele. 

Parecia que tinha um controle de tv em seu colo espetando meu cuzinho.

O volume na minha bunda tirava completamente minha atenção do que eu estava fazendo, eu tava doida pra colocar minha mão ali em baixo pra sentir aquela coisa, mas fiquei com vergonha. O tempo ia passando e cada vez mais ele me abraçava, chegou a um ponto em que ele tinha me deixado livre com as baquetas, sua mão já estava na minha cintura e ele tava completamente escorado na parede de olhos fechados. 

De vez em quando eu parava de tocar na bateria e olhava pra ele perguntando se era pra continuar e ele respondia que sim. Ele não abria os olhos enquanto me respondia e nem parava de mexer seu corpo, em cima dele eu ficava rebolando no ritmo que ele mesmo estava colocando. 

Chegou a um ponto em que Alex me fez levantar e ficar em pé um pouquinho, levou poucos segundos, mas ouvi um barulho de zíper abrindo, eu não podia olhar para trás enquanto ele se ajeitava, então fiquei esperando seu comando pra voltar a sentar em seu colinho

Quando voltei pro meu lugar já estava bem diferente, eu não sentia mais sua calça, era pele com pele...acho que a única coisa que separava minha pepeca da sua pica era a cueca dele. Eu olhava pra baixo e via sua calça na altura do seu joelho, eu queria perguntar o que ele tava fazendo, mas não tive coragem. 

Cresci numa casa em que minha mãe sempre foi uma mulher submissa, meu pai me mandava fazer as coisas pro meu irmão e a obedecê-lo, isso acontecia até com os amigos dele que iam lá em casa. 

Por isso quando Alex me colocou naquela posição eu não tive muito o que fazer, estava ali sentada em seu colo apenas esperando qual seria sua próxima ordem, mas ela não veio...meu trabalho era apenas ficar ali roçando minha pepeca apertadinha em sua pica.

O barulho da bateria era muito alto e por isso ele pediu pra eu só fingir que estava batendo no tambor, ele fez aquilo só pra ficar vigiando melhor quando alguém desse sinal de que estava indo pra mesma sala que a gente, ele queria evitar o flagra

Meu professor de bateria começou a dedar minha pepeca inocente.

Não demorou muito pra ele alcançar minha bucetinha, num movimento rápido ele só colocou ela de ladinho e começou a me dedar enquanto eu rebolava cada vez mais rápido no seu colinho. Naturalmente sua pica foi saindo de dentro da cueca, logo ela já estava saltitando pra fora e eu doida pra ver aquela jeba direitinho, mas meu vestido atrapalhava minha visão. 

Alex encaixou certinho sua piroca no meio da minha racha e ficou roçando no meu grelinho, ele mordia meu pescoço, gemia no meu ouvido e ficava falando putaria...a todo momento ele me chamava de gostosa e perguntava se tava gostoso, eu só respondia balançando a cabeça. 

Teve um momento que ele se descuidou e sua piroca acabou entrando de vez dentro de mim, acho que não era aquela sua intenção pois na mesma hora ele olhou pra mim com uma cara de espanto, seu olhar quase me pedia desculpas pelo o que tinha acontecido, tranquei minha pepeca e me mantive em seu colo até a dor passar. 

Alex ficou quietinho com sua pica atolada na minha buceta, ele esperou pra ver o que eu iria fazer e não demorou muito pra minha xana começar a coçar, como eu não podia enfiar o dedo lá dentro eu comecei a me mexer pra piroca dele coçar lá no fundinho...na mesma hora vi seus olhos fechando outra vez, eu gostei daquilo e continuei, rebolei no seu colinho como uma puta de esquina

Segurando na minha cintura o Alex esporrou toda a sua porra dentro de mim, depois da leitada que ele deu em mim eu fui direto pra casa, minha mãe nem se ligou do meu atraso... mas meu pai logo veio me perguntar se eu estava sendo obediente com meu professor Alex, eu como uma menina muito obediente balancei a cabeça concordando e fui direto pro banheiro ver o rombo que meu professorzinho tinha deixado em mim. 

By - Sheillaxv

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